O pedido estapafúrdio de Dudu Bananinha, para exercer o restante do seu mandato direto dos EUA para onde fugiu, é mais um episódio a mostrar como membros do clã detestam cumprir leis.
Começa que a Constituição Federal é clara, ao determinar que os mandatos parlamentares devem ser exercidos presencialmente e perderá o mandato aquele, ou aquela, que faltar a 1/3 das sessões.
A alegação de que saiu daqui porque era vítima de perseguição política não convence nem ao mais noiado vivente na Cracolândia, já que o repulsivo Dudu foi embora, declarou que ia, e ainda anunciou o que foi fazer.
Diante das intempéries políticas, dá mostras que não quer voltar para não arcar com as consequências dos seus atos torpes e irresponsáveis, porém, sonha em ser senador biônico, talvez orientado por seu comparsa, neto de um gorila de 1964, quando essa figura teratológica foi criada para o parlamento brasileiro.
Caso volte, Bananinha sabe que será processado, julgado, condenado, devendo ficar inelegível por um longo período, daí maquinar para adquirir cidadania estadunidense, bem como deixando de lado seguir carreira política na medida em que sua trajetória sempre esteve mais pra lamentar do que pro parlamento.
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