Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Lula cria a Universidade Federal Indígena(UNIND)


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind). A instituição terá sede em Brasília e poderá se expandir por todo o território nacional.  A previsão é que 2,8 mil estudantes sejam atendidos nos quatro primeiros anos de implantação.

A cerimônia de assinatura do projeto ocorreu no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira, 28, com a presença de ministros do Governo Federal, além de representantes dos indígenas.

Aprovado pelo Congresso em 5 de maio de 2026, depois de consultas a quase 30 povos originários, o projeto de lei 6.132/2025, que propôs a criação da universidade, é de autoria do Poder Executivo. Depois de sancionar a lei, Lula reiterou seu apoio à educação pública e destacou a relevância da sabedoria ancestral para o Brasil.

“A gente não pode prescindir do conhecimento que os povos indígenas acumularam ao longo de tanto tempo nesse país e no mundo. Portanto, eu acho que hoje é um dia gratificante”, afirmou.

“Cabe agora ao Estado brasileiro pegar o prédio, que foi conquistado, prepará-lo, para que a gente possa, no menor prazo de tempo, fazer uma festa com os novos alunos que vão entrar na nova universidade”, sugeriu o presidente.

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, relembrou a demanda histórica dos povos indígenas pela criação da Unind. “Essa foi uma luta de mais de 16 anos dentro do Ministério da Educação, recentemente em articulação com o Ministério dos Povos Indígenas, e hoje é um dia de celebração, não só para os povos indígenas, mas para toda a educação brasileira”, disse.

“O valor da verdadeira reparação histórica”

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) e anfitrião da cerimônia, José Guimarães (PT-CE), chamou a sanção do PL de “momento histórico”. “É uma solenidade aparentemente simples, mas tem o valor da verdadeira reparação histórica que nós estamos fazendo”, avaliou.

Com lágrimas nos olhos, a deputada federal Sônia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas, discorreu sobre o conhecimento originário, fundamental à preservação da natureza. Para ela, na concepção das universidades brasileiras, esse saber foi deixado de lado, mas agora é reconhecido por lei.

“Não se trata apenas de oferecer uma universidade para os indígenas, trata-se de reconhecer que os indígenas têm conhecimento científico e acadêmico para oferecer ao mundo”, definiu Guajajara. “Nossa sabedoria sobre as florestas, sobre a biodiversidade, sobre os ciclos da vida e da natureza, é fundamental no planeta em emergência climática”, pontuou, em seguida.

Igualmente emocionada, Rita Potyguara, representante do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI), fez questão de agradecer Lula pela criação da Unind.

“O Brasil dá hoje um passo muito importante, um passo civilizatório. E esse passo acontece porque este governo compreendeu que nós, povos indígenas, não podemos mais ser tratados apenas como destinatários de políticas públicas. Nós já somos protagonistas da nossa história, da construção desse país, da construção do Estado brasileiro. A construção da universidade é, portanto, um marco do presidente Lula”, reconheceu Potyguara.

Universidade Federal Indígena

Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a Unind volta-se para a formação dos povos originários, nos níveis de graduação e pós-graduação, com base em modelo educacional que fortalece a identidade e os saberes tradicionais em diálogo com o conhecimento acadêmico não indígena.

Em 2024, foram concluídos 20 seminários em todas as regiões do Brasil, apoiados por instituições de ensino superior, no intuito de escutar e fazer intercâmbio com os indígenas.

Entre os cursos de graduação a serem oferecidos pela nova universidade, destacam-se Formação de Professores, Gestão Educacional, Saúde Indígena e Gestão Territorial e Ambiental. Confira abaixo os pilares da Unind:

– Autonomia dos povos indígenas, com a promoção de ensino, pesquisa e extensão sob uma perspectiva intercultural.

– Valorização de saberes, línguas e tradições indígenas.

– Produção de conhecimento científico em diálogo com práticas ancestrais.

– Fortalecimento da sustentabilidade socioambiental.

– Formação de quadros técnicos capazes de atuar em áreas estratégicas para o desenvolvimento dos territórios indígenas.

(Rede PT de Comunicação)

Brasil volta a fazer parte das dez maiores economias do mundo


O Fundo Monetário Internacional(FMI) projeta que, ao final deste ano, o Brasil volta a fazer parte das dez maiores economias do planeta.

O crescimento de nosso Produto Interno Bruto(PIB) na ordem de 1,1%, no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último de 2025, indicam essa melhora.

Assim, encerraremos o ano ostentando um PIB de US$3,3 trilhões, ainda beneficiados pela valorização do real frente ao dólar, outro fator que impulsionou nosso crescimento atual.

E as projeções indicam que podemos atingir a nona colocação, ano que vem, ultrapassando a Rússia, embora, para tal obviamente precisamos seguir a trilha do desenvolvimentismo que nos fez retornar ao lugar que ora ocupamos.

O vira lata 'Rachadinha' como instrumento do imperialismo


Sempre muito oportunas as reflexões feitas pelo professor Leonardo Trevisan, ao site do ICL Notícias, a respeito da conjuntura internacional.

Sobre a viagem do candidato miliciano à presidência da República, Flávio Rachadinha, bastante esclarecedora a relação que o professor nota existir entre esses vira latas latinos e o fascista Marco Rubio, do staff trumpista.

Segundo o professor, o cubano renegado Rubio dorme e acorda todo dia pensando em invadir Cuba, derrubar Claudia Scheinbaum, Lula e Gustavo Petro consolidando um protetorado fascista sob a égide da Casa Branca no continente.

Quem põe freios, parece mentira, nesse plano é o fundamentalista religioso J D Vance, vice de Donald Trump, pois sabe que trata-se de ardil visando a campanha sucessória para 2028, e menos uma solução à doutrina Monroe que dê aos EUA um controle permanente da região.

Ou seja, trata-se de uma briga pela sucessão do atual inquilino da Casa Branca, travada pelo que há de mais extremista no Partido republicano, cujo laboratório são nações soberanas e sob governos altamente populares, que correm o risco de retorno ao fascismo destrutivo, apenas para apascentar apetites canibais de inescrupulosos agentes do império. É ou não é preocupante.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Eleição pra governador, pesquisa pra síndico de condomínio


Acaba de ser divulgada uma pesquisa de intenção de votos, cujo mérito é fazer jus a quem a realizou: Instituto Ampla.

Vai sem ampla assim lá onde o saci perdeu a muleta. Nas 1500 entrevistas feitas em 60 municípios, quase 70% declaram que ainda estão indecisos.

Vale dizer, apenas 1050 manifestaram sua preferência. Em Belém o percentual dos que declaram voto deve ser menor do que o número daqueles que penam diariamente naquela parada onde ficava aquela galeria de botecos e lojinhas, na BR.

Como além de não escolher seu candidato(a), mais de 50% desses entrevistados ainda disseram que podem mudar de voto, então, diante de tanta amplitude, s ó nos resta pedir socorro ao outrora engraçadíssimo 'João Canabrava', da Escolinha do Professor Raimundo, e declarar: fecha a conta e passa a régua. Credo!

E o Brasil de Lula avança em seu processo civilizatório


Em 1/5/2026, Henry Ford instituiu em suas fábricas a jornada de trabalho na escala 5x2, "já é hora de nos livrarmos da ideia de que o lazer dos trabalhadores é tempo perdido..." justificou.

Cem anos depois, debatendo tardiamente essa matéria, um deputado brasileiro de extrema direita investiu furibundo contra isso e sentenciou: trabalhar 60 horas semanais é que leva à prosperidade.

Referia-se, o velhaco parlamentar, a Elon Musk, bilionário estadunidense igualmente fascista que deve estar criando álibis para justificar subrepticiamente maus feitos trabalhistas que pratica mundo a fora.

Dois dias depois do Brasil atingir IDH muito alto, segundo a ONU, voltamos a 1926 com a iniciativa histórica de Henry Ford, ou a 1988, quando setores progressistas defendiam na Constituinte a jornada de 40 horas semanais de trabalho.

Ficou em 44hs, meio termo entre o que defendia o patronato, 48hs; e a proposta de 40hs defendida pela esquerda. Ou seja, ali perdemos a oportunidade de fazer o que o empresário estadunidense havia feito em 1926; felizmente, ontem, demos mais um passo civilizatório nas relações sociais neste país. 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Brasil registra queda de 20,6% no desmatamento em um ano com medidas do Governo Lula


Pela primeira vez na história do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD), o Brasil registrou menos de um milhão de hectares desmatados em um ano. A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira, 27, pela ONG MapBiomas, revelou que foram desmatados 984.794 hectares no país, uma redução de 20,6% em relação a 2024.

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Todos os biomas do país tiveram redução da área desmatada. O Pantanal registrou a maior redução proporcional entre todos os biomas, com queda de 48,4% na área desmatada em relação a 2024, somando 12.260 hectares perdidos no ano. A lista segue com reduções na devastação do Pampa (33,5%), Caatinga (25,9%), Amazônia (23,5%), Cerrado (17%) e Mata Atlântica (4,7%).

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Dentro das Unidades de Conservação, o Brasil registrou 46.257 hectares desmatados em 2025, redução de 21,4% em relação ao ano anterior. Já as Unidades de Proteção Integral tiveram queda ainda maior, de 55,8%. Nas Terras Indígenas, a perda de vegetação nativa foi de 12.593 hectares, uma redução de 22% em comparação a 2024.

Governo Lula amplia programas ambientais

A redução do desmatamento ocorre em meio à retomada de políticas ambientais pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem reforçado ações de fiscalização, preservação e incentivo à conservação ambiental. De acordo com o deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), presidente da Frente Parlamentar Ambientalista no Congresso Nacional, ressalta que “esses dados merecem ser celebrados e não caem do céu”.

“Eles são resultados de uma política ambiental que foi construída depois de quatro anos de desmonte do governo anterior. O Governo Lula retomou o controle do desmatamento e voltou a ter uma postura contra os crimes ambientais”, afirmou o deputado.

Entre as medidas implementadas no Governo Lula está o Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia, que reúne 81 municípios prioritários no combate à devastação ambiental e às queimadas na região.

Outra política pública é o Fundo Amazônia, que aprovou mais de R$3,7 bilhões em recursos entre 2023 e 2025 e busca viabilizar o apoio nacional e internacional a projetos para a conservação e o uso sustentável das florestas na Amazônia Legal.

Buscando incentivar o cuidado com o Meio Ambiente, o Governo Federal mantém em funcionamento o Projeto Floresta+Amazônia, que até 2026 investirá um total de 96 milhões de dólares nos estados amazônicos, por meio de ações e incentivos financeiros, com pagamentos por serviços ambientais e a execução de projetos que beneficiarão diretamente as comunidades locais, e o programa Bolsa Verde, que beneficia cerca de 70 mil famílias que atuam na recuperação e preservação da vegetação nativa.

O endurecimento das ações de fiscalização ambiental também são destaque. Segundo o material divulgado pelo MMA durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30 , as operações do Ibama cresceram mais de 110% em comparação a 2022, enquanto as ações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tiveram aumento de 96% no mesmo período.

As ações fazem parte do projeto do governo de cumprir com o compromisso histórico de alcançar o desmatamento zero até 2030, reduzir substancialmente suas emissões de gases de efeito estufa e garantir um futuro sustentável para a população.

Mesmo com avanços, dados trazem alertas

Apesar da redução no desmatamento registrada em 2025, os números ainda preocupam. “Os dados do MapBiomas também trazem alertas que não podem ser ignorados”, disse Tatto.

O Brasil perdeu, em média, 2.698 hectares de vegetação nativa por dia ao longo do último ano — de acordo com a ONG, isso é o equivalente a cerca de 17 parques do Ibirapuera devastados diariamente. Nos últimos sete anos, o país acumulou a perda de mais de 10,9 milhões de hectares de vegetação nativa, área superior ao território de Pernambuco.

Cerrado e Amazônia seguem concentrando a maior parte da devastação ambiental no país. Juntos, os dois biomas responderam por mais de 84% de toda a área desmatada em 2025. O Cerrado permanece como o bioma mais afetado, com 540.614 hectares devastados no ano, enquanto a Amazônia registrou 289.478 hectares desmatados.

A expansão agropecuária continua sendo o principal vetor de pressão ambiental, responsável por 99% da vegetação nativa perdida em 2025. O setor respondeu por 99% de toda a vegetação nativa perdida em 2025 e por mais de 97% do desmatamento acumulado desde 2019.

O estudo também aponta crescimento dos desmatamentos relacionados à expansão urbana, que aumentaram 7% em relação a 2024. Cerrado e Amazônia concentraram mais de 60% das perdas de vegetação associadas à urbanização.

(Rede PT de Comunicação)

A cara do Igor


Qual a serventia pra população de Belém do prefeito eleito graças à máquina eleitoral do governo do estado? Resposta: nenhuma.

De jovens pintando bandeira brasileira na lama, misto de protesto contra o abandono e torcida na copa do mundo; pediatras do PSM já entrando no dia 90 à espera do pagamento de seus salários; exclusão da UFPA do comitê gestor do Promaben; até o infame abandono do Mabe, pra não alongarmos tanto, trata-se de um gestor inútil, nefasto, prejudicial aos interesses da cidade.

É mais um vigarista que entra na política pra servir-se da coisa pública, quando prometia o inverso, embora se soubesse que eram promessas falsas. Certamente não dará sumiço em coretos das praças, hoje em dia é mais difícil, porém suas ações nas áreas mais sensíveis da administração, saúde e educação, dizem muito sobre sua visão caolha como a de um flibusteiro anti povo, conforme nos mostram a privatização dos conteúdos pedagógicos e a transferência delituosa de recursos do SUS a hospital privado, enfim, um traste administrativo!