Cada vez mais cristalino que o banco Master não aliou-se ao fascismo, mas foi criado para dar suporte financeiro à extrema direita.
Basta ver suas fontes de capitalização: fundos previdenciários, carteira de empréstimos a aposentados e pensionistas à revelia desses; depois, quando essas fontes começaram a secar a partir de investigações, a apresentação de títulos podres de bancos extintos como garantia de liquidez, como o BESC.
E tudo contando com o suporte institucional do Banco Central, cujo presidente à época, Campos Neto e auxiliares próximos, tratavam esse banco de corsários encastelados em arranhas céu como investidores sérios, mesmo quando essa nau pirata bateu no iceberg da desconfiança e investigação começando ir a pique.
Salta aos olhos, ainda, o ar blasé com que se comporta o procurador Paulo Gonet, diante de tantas evidências e provas robustas da prática desse crime continuado contra setores do funcionalismo altamente vulneráveis e indefesos, na medida em que os assaltos contra si praticados tinham autorização de superiores hierárquico. Lamentável!
