Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sábado, 6 de junho de 2026

Uma arapuca!


Como mostrou o saudoso economista Aloisio Biondi, a privataria é um flagelo ético e econômico do Brasil, conforme o tempo e os péssimos serviços prestados nos provaram.

Agora mesmo, a Agência Pará, que deveria ser orgão de divulgação do estado, jamais uma agência de propaganda enganosa de eventual governo, divulga que 119 cidades paraenses já estão sob gestão da arapuca 'Águas do Pará'.

Em outro veículo de notícias, fica-se sabendo que diversos bairros da região metropolitana de Belém estarão privadas do abastecimento, por conta de uma alegada manutenção, sabe-se lá do que, mas desconfia-se que seja abastecimento de mais incompetência e má fé irmanadas.

TODAS as privatizações, efetuadas desde os anos 1990 até aqui, precarizaram os serviços transferidos à iniciativa privada, verificando-se apenas o êxito financeiro de quem arrematou essas empresas e serviços com lucro fácil, não sendo diferente no Pará, onde energia elétrica, telefonia e abastecimento de água são tormentos permanentes, agora sem que você ao menos tenha para quem reclamar, talvez ao Papa. Lamentável!

A vã esperança da Veja/bandida


Com o banditismo que a caracteriza há décadas, a Veja/bandida manifesta esperança que a direita roube votos do PT, nas próximas eleições.

Difícil. Nem Bozo colocando jagunços travestidos de policiais rodoviários conseguiu, não será a lábia macuqueira de espertalhões, muito menos a escrita gangster de malfeitores midiáticos que o fará.

A favor de Lula estão a transposição do rio São Francisco, a energia limpa, a indústria e a dignidade resgatada de um povo forte e trabalhador reconhecido por investimentos federais, com retorno à toda nação.

Que venha outubro, com ele a lição de que política é  a presença constante do governo junto do povo, e não aparições sazonais em véspera de eleição de vigaristas que só querem servir-se do povo e depois virar-lhe as costas.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Governo Lula bloqueia R$ 360 milhões do crime organizado com novo programa


A ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, fez um balanço do Programa Brasil Contra o Crime Organizado na terça-feira, 2, durante reunião ministerial no Palácio do Planalto. Até o momento, passados 18 dias do lançamento, 11 operações integradas foram executadas com foco nos quatro eixos do programa (asfixia financeira, segurança no sistema prisional, enfrentamento ao tráfico de armas e qualificação da investigação de homicídios).

Segundo Belchior, mais de 9 mil profissionais atuaram na investigação e nas prisões de 473 pessoas, levando a um prejuízo estimado de R$ 361 milhões às organizações criminosas. Além disso, quase 700 celulares ilícitos foram apreendidos em unidades prisionais do país.

Forças integradas para deter facções

A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), divulgou um balanço das recentes operações deflagradas pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco) nos estados de Minas Gerais, Sergipe, São Paulo, Espírito Santo e Piauí. Ao todo, foram cumpridas 122 medidas judiciais, entre mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, além de três prisões em flagrante. As ações também resultaram na captura de mais de 1,7 tonelada de drogas e no bloqueio patrimonial de R$ 120 milhões do crime organizado.

As Ficco surgiram a partir do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado pelo Governo Federal em maio. Adequadas a operações interestaduais de alta complexidade, elas estão encarregadas da asfixia financeira das facções, o que torna a atividade criminosa economicamente inviável.

É pra gente dizer ao crime organizado que eles, em pouco tempo, não serão mais donos de nenhum território. O território será devolvido ao povo brasileiro de cada cidade e de cada estado”, garantiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia do lançamento do programa.

O bloqueio dos R$ 120 milhões é resultado da Operação Fake Rice, deflagrada em 27 de maio. As Ficco de Minas Gerais cumpriram 37 mandados de prisão temporária e 39 de busca e apreensão em cinco estados. Mobilizaram-se mais de 160 policiais para combater o tráfico internacional de drogas por organizações com ramificações no Brasil. As investigações identificaram um grupo que seria responsável pela importação, transporte, armazenamento e distribuição de entorpecentes, principalmente de maconha vinda do Paraguai e da Colômbia.

Enfrentamento ao narcotráfico

Em Sergipe, a Operação Indumentum II mirou organização envolvida no tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. Foram cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 14 de busca e apreensão. A ação ocorreu em 26 de maio. Um imóvel em Aracaju, vinculado a um dos investigados, servia de depósito para pasta base de cocaína, cocaína refinada e maconha. Um homem foi preso em flagrante com 5 kg de entorpecentes e uma balança de precisão.

Em 22 de maio, as Ficco reprimiram um esquema de introdução de celulares e entorpecentes em unidades prisionais do Ceará. As medidas cautelares têm por finalidade aprofundar as investigações decorrentes do inquérito policial, identificar os articuladores, os pilotos, os operadores financeiros e outros integrantes do esquema. Buscam-se ainda novos elementos probatórios relacionados à prática dos crimes de tráfico de drogas, de associação para o tráfico, de integração à organização criminosa e de facilitação da entrada de aparelhos celulares em estabelecimentos penais.

As Ficco apreenderam mais de 1,7 tonelada de entorpecentes durante ação integrada de combate ao narcotráfico e ao contrabando em São Paulo. Diante dos fatos, o suspeito foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

As Ficco do Espírito Santo efetuaram, na quinta-feira, 28, a prisão em flagrante de uma liderança criminosa do tráfico de drogas e de um homem que lhe prestava segurança armada em Vitória. Após troca de informações coletadas por inteligências policiais, as equipes apreenderam drogas, aparelhos celulares e materiais destinados ao acondicionamento e à comercialização de entorpecentes. Os suspeitos responderão pelos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Em 29 de maio, as Ficco deflagraram a Operação Boca de Lobo para desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas no Piauí. Foram cumpridos 21 mandados, sendo 12 de prisão temporária e 9 de busca e apreensão. A investigação levou à prisão em flagrante de indivíduos suspeitos de envolvimento em crimes violentos cometidos no município de Luís Correia.

(Ministério da Justiça/ Rede PT de Comunicação)

De suspeitos e queridinhos


Um dia depois de posar para fotos no mesmo palanque político/religioso que o ministro do STF André Mendonça, o candidato extremista à presidência do Brasil pede que o STF declare seu ministro, Alexandre de Moraes, suspeito.

Suspeito de que, cara pálida(e de pau)?

De defender a Constituição Federal vigente, que pune rigorosamente quem atenta contra o estado democrático de direito?

Que condenou um bando de facínoras que não aceitou o resultado eleitoral de 2022, e decidiu tomar o poder de forma violenta?

Que aplicou a legislação vigente, baseada nos princípios constitucionais, propondo penas duras ao bando de malfeitores que tentou perpetuar-se no poder na marra?

Suspeito de garantir a vigência da democracia contra quem tentou incendiar aeroporto; contra quem depredou as sedes dos três poderes da República, contra quem promoveu vandalismo na capital federal a fim de desrespeitar o resultado eleitoral?

Se é isso, então, o candidato tem razão: Alexandre é mais que suspeito: é protagonista dessa luta e por isso merece admiração dos brasileiros; ao contrário de demagogos, mentirosos, larápios, rebentos do crime organizado que não toleram viver em uma sociedade onde impera a lei e a ordem.

O continuísmo empobrecedor


A governadora Hana Ghassan(MDB/PA) segue os passos do seu antecessor e mentor, enveredando pelos caminhos do populismo administrativo.

Como Helder, para ela administrar é cabalar votos que a mantenham no poder e assim dê asas ao carreirismo, razão de ser do seu partido em mais de quatro décadas de existência.

O uso do cargo como tática de imposição a quem julgam subalternos os faz virarem prefeitos, auto delegar-se ações que não lhes competem e saiam por aí asfaltando ruas e fazendo outros serviços que não são de suas alçadas.

Enquanto esse desvio de função é deturpado pela mídia chapa branca que enaltece essa aberração, negligenciam daquilo que lhes cabe e, tanto ela como seu antecessor, evitam enfrentar com políticas públicas que melhorem a vida da população.

Por isso continuamos como província mineral, como vendedores de commodities e sob um modelo econômico colonial, excludente porque concentrador da renda auferida com nossas exportações, enfim, usando os programas sociais do governo federal pra mitigar essa incúria. Triste!

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Irmãos 'potoca'


A diferença entre o PIX, sistema de pagamentos rápidos criado pelo Banco Central brasileiro, em 2020; e o zelle, sistema vigente nos EUA, é que o modelo brasileiro é público, enquanto o estadunidense é de uma empresa privada.

Aí reside o 'olho grande' de Edu bananinha pelo sistema estadunidense: trata-se de um serviço prestado, mas sempre lucrativo a alguém que o explora, sendo o modelo brasileiro uma ferramenta pública sempre e a serviço de todos.

Apesar de mentir dizendo que foi o pai dele que criou, mentira inominável que o próprio tratou de desmentir quando expôs sua ignorância sobre o tema, pensando que fosse uma peça de avião, bananinha, como o irmão, rachadinha, apenas veem voto em tudo. daí mentirem o dia todo, todo dia, enquanto estão acordados.

O estadista e o oportunista


Lula não participou da marcha para Jesus e justificou declarando, não participo de eventos religiosos massivos em época de eleição.

Mas, lá estava Flávio 'rachadinha' fazendo o que sabe: mentindo e sendo demagogo a fim de angariar votos, depois do papelão que fez nos EUA.

Essa diferença gritante dos modos de fazer política, entre o favorito e seu concorrente principal, nos diz mais: quem tem projeto para o país, diferente de quem apenas pensa em poder e dinheiro no bolso.