Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Ungido por quem, cara pálida?


Pastores empresários, definitivamente, não são profetas fora da bolha dos negócios em que fazem suas fortunas nababescas.

Por isso, quando em uma sessão dessas um pastor previu que André Mendonça galgaria a um posto que ia o fazer mudar as leis do país, o terrivelmente golpista deveria relativizar essa previsão descabida.

O episódio que ora arrasta para a sarjeta o Supremo Tribunal Federal não engrandece em nada o ungido pelo pastor e por dona Micheque, ao contrário: mostra que esse momento degradado de nossa Suprema Corte deve muito a Mendonça.

Fora a desconstrução quase total do trabalho do boçalnarista André Mendonça, salta aos olhos a falta de saber jurídico que acomete ao "ungido", daí estarmos sob a perspectiva do agravamento da crise, já o tendo como um dos objetos dessa lavagem dessas togas sujas.

Menos mal que há Flavio Dino, que, em boa hora,  retirou da pauta política da eleição aquilo que o boçalnarismo orquestrou através do seu "ungido" a fim de favorecer o primeiro miliciano na linha sucessória do clã, na ausência do capo por motivos carcerários incontornáveis.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Contrariedades de um 'reizinho'


Operação 'Sonar', deflagrada pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União, hoje, na Companhia das Docas do Pará, pode azedar ainda mais o humor do ex governador Helder Barbalho em relação governo federal.

É que o atual presidente daquela companhia, Jardel Rodrigues da Silva, ocupa o cargo por indicação de Helder Barbalho, e tem como assessora Renata Valle de Lima, cunhada do ex governador e candidato ao Senado(MDB).

À margem das relações familiares, a operação busca desbaratar suposta organização criminosa na CDP, pior: o suspeito de comandar a tal organização é justamente o presidente da companhia, o que só aumenta a indignação de Helder, certamente.

Distração ministerial


O atual ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, teve seu momento Rubens Barrichello, ao perceber(com atraso considerável) que a "sessão do STF pode expor ligações de políticos com o banco Master".

Ué, não contaram pro ministro que Ciro Nogueira, Antônio Rueda, presidentes de legendas nacionais; Claudio Castro, governador do RJ; Nikolas Ferreira, deputado federal mais votado na eleição passada; governador Tarcísio de Freitas, do estado mais rico e populoso do país, enfim, o que não falta é político nessas relações perigosas.

A não ser que o nosso distraído ministro estivesse referindo-se ao envolvimento de prováveis candidatos ora concorrendo â presidência da República, mas até aí não há dúvidas de envolvimento, principalmente de um que chamou aquele banqueiro assaltante de 'irmãozão', mesmo sob  a repercussão discreta desses laços afetivos na midiazona, né ministro? 

A viralatice que atormenta o jornalixo


Quando o jornalixo globosta desnuda-se tentando ser positivo em relação à distribuição de renda.

Matéria(fecal) do site G1 comemora a queda da pobreza nos EUA, "ao menor nível já registrado", segundo o censo.

Número da queda exaltada pela famigerada reporcagem: 0,5%, no ano passado, em números redondos, em torno de 170 mil em um universo de 34 milhões de miseráveis.

E pensar que essa mesma mafiomídia esconde os números brasileiros, quando mais de seis milhões de pessoas saíram da extrema pobreza, depois de ter atingido a cifra astronômica de 33 milhões, durante o desgoverno do celerado Bozo.

'Tariflávio' e o calote nos mototaxistas


Um grupo de mototaxistas , contratados para engrossar a carreata realizada ontem, em Belém, pelo candidato Flavio Bolsonaro, denuncia ter sido 'caloteada'.

A promessa de pagamento de 50,00 para cada motoqueiro virou fumaça, embora os ludibriados aleguem que cumpriram sua parte no acordo, participando do evento.

Até aqui ninguém sabe, ninguém assumiu a contratação dos incautos mototaxistas, ficando apenas a sensação da falta que faz o cartão corporativo de 'papi', que pagava de pão com manteiga gasolina. Credo!

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Falha grave


Que as arbitragens no futebol brasileiro apresentam nível baixíssimo, salvo raras exceções, não é novidade pra ninguém. Porém, às vezes as chamadas análises dos especialistas dão a impressão de descer ao mesmo nível do objeto criticado.

Não há rodada do mais importante campeonato disputado no país que não haja polêmica a respeito de decisões tomadas pelas respectivas arbitragens que não provoquem indignação, por conta do peso que essas decisões, que deveriam simplesmente aplicar a regra, acabem influenciando no resultado.

Mas, é inegável que as avaliações feitas por ditos especialistas encastelados em cabines ou estúdios de transmissão desses eventos acabem contribuindo para que esse ambiente torne-se ainda mais conturbado, seja por passionalidade ou outro fator, que mais ajuda a confundir do que esclarecer aquilo que parece confuso.

Essa instabilidade emocional de comentaristas do jogo e do desempenho de arbitragens, por sinal, já contamina até avaliações feitas de jogos de torneios disputados fora do país, mas aqui mostrados sob a ótica desses especialistas tupiniquins, muitos dos quais torcedores de times que disputam esses torneios fora do país.

Ontem, vimos um exemplo claro dessa instabilidade analítica, quando comentaristas e narrador do clássico inglês, Manchester United x Manchster City, fizeram das tripas coração para legitimar a decisão da arbitragem em validar o único gol da partida, feito pelo City, em julgamento inusitado, pois, se fosse árbitro brasileiro, teria sido objeto de uma chuva de críticas.

Interpretado pela narração brasileira como "lance normal" e "gol legítimo", hoje veio a público o gravíssimo erro da arbitragem, flagrante, aliás, porque um atacante impediu a ação do zagueiro, portanto, participando do lance, permitindo ao companheiro fuzilar a meta adversária; com pedido de desculpas seguido de providências pela comissão de arbitragem de lá, ao afastar a equipe do VAR, reconhecendo a falha grave.

Por aqui, tanto arbitragens quanto "analistas" seguem trombando com as regras do jogo.  

domingo, 13 de setembro de 2026

Agiotagem oficial


Pouca gente parece ter dado atenção à caducidade da Medida Provisória Nº1355/26, porém, os efeitos dessa dessa perda podem ser incomensuráveis.

Trata-se, ou tratava-se, de uma proposta que limitava em 40% a margem consignável para que servidores, da ativa, aposentados e pensionistas podiam dispor dos seus ganhos a fim de contrair empréstimos.

Com a queda, vigora a regra atual em que essa margem atinge 45% dos ganhos desses servidores e pensionistas, ou seja, quase metade desses ganhos sujeitos à ganância bancária e suas ofertas generosas até abocanhar o que não lhes pertence.

Lembrando que essa agiotagem safada é que contribuiu para que o larápio/laranja, Daniel Vorcaro, surrupiou dinheiro desses aposentados e pensionistas, sendo essa parcela parte considerável do lastro financeiro ostentado por aquela arapuca.

Triste ver gestores de bancos estaduais comemorar a queda MP 1355, significa festejar que esses bancos continuarão a ver sua saúde(combalida) financeira atrelada a esse esbulho, enquanto outras fontes de financiamento, que poderiam ver, de grandes corporações exploradoras de commodities, sequer dão importância a esses bancos usurpadores dos parcos ganhos alheios.