Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

A tragédia que o oportunismo político tenta minimizar


Tudo indica que o episódio trágico da morte de um adolescente no Parque da Cidade balançou a solidez eleitoral do barbalhismo.

Hoje, a coluna 'Repórter Diário', a principal do jornal familiar Diário(oficioso) do Pará, tece uma série de comentários/ exaltação ao governador Helder.

Pelo escrita chapabranquista, parece que as 'vozes isoladas' não são tão poucas assim pra merecer espaço tão grande em defesa da péssima administração do tal parque.

Tanto que a empresa até então (ir)responsável pela administração foi sumariamente distratada, assim como os números milionários de visitantes são verificados predominantemente durante a COP30. O resto é governismo vulgar.

TRE/PA censura divulgação de pesquisa


Nunes Marques, o ministro bolsonarista do STF que ora preside o TSE e proibiu a divulgação de uma pesquisa eleitoral que desagradava Flavio rachadinha, fazendo escola.

Uma juíza do TRE/PA, atendendo liminar de alguém ligado ao barbalhismo, suspendeu a divulgação de uma pesquisa do Instituto Verita, sob alegação de irregularidades na metodologia usada.

Pode ser, afinal, pesquisas realizadas e divulgadas por essas bandas recorrentemente apresentam problemas de toda ordem, até omissão do nome de candidato(a)s aparentemente por mera conveniência de quem pagou pela dita cuja.

O que se questiona é a censura, quando o correto seria deixar publicar e depois contestá-la com dados técnicos consistentes e até proibição de realizar novas pesquisas, além das multas que cabiam ao mau serviço prestado. Censura jamais.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Banditismo legislativo


Agora que o ministro do STF, Flavio Dino, deu um pontapé no biombo da impunidade e mostrou a promiscuidade que caracteriza o famigerado orçamento secreto, vale fazer uma remissão.

Esse bastardo que assalta os cofres públicos usando comparsas investidos em mandatos outorgados pelo povo, é rebento nascido do estupro perpetrado em 2016 contra a democracia, o famigerado orçamento impositivo.

Com efeito, foi através dessa aberração legislativa que o mega larápio Eduardo Cunha distribuiu dinheiro do contribuinte entre parlamentares, para que esses votassem con$cientemente pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Não por acaso, o sucessor/ malfeitor de Dilma, arqui larápio Michel Temer, acelerou essa distribuição de recursos do erário entre a bandidagem que votou para "estancar a sangria", como clamava o não menos gatuno Romero Jucá, remunerando a bandidagem impune.

O sucessor nessa linhagem trambiqueira, o ladrão de joias e outros roubos, Jair Messias, praticante contumaz de delitos e apavorado de sofrer um pedido de impeachment, outorgou ao batedor de carteira Arthur Lira parte do orçamento da União, em troca da blindagem de seu mandato presidencial.

Daí surgiu o orçamento secreto, que de tão delituoso não poderia abrir mão do 'secreto', já que só nas sombras, sem a obrigação da prestação de contas exigida pela lei, poderia sobreviver e operar a ciranda do crime perfeito, onde o desvio de dinheiro do orçamento da união perpetuava um grupo político no poder legislativo.

E foi esse show de horrores que o ministro Flavio Dino desnudou à luz do dia, mostrando a todos que esses monstrengos paridos em 2016 são tão horripilantes que até bandidos fora do parlamento,  no caso os gangsters Valdemar Costa Neto e Eduardo Cunha, movimentaram emendas parlamentares que ultrapassam dezenas de milhões de reais.

Ao contrário do que verbaliza o escorregadio presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, não se trata de 'criminalização da política', mas, ao contrário, da descriminalização que se faz urgente naquele ambiente, antes que malfeitores produzam destruição até pior do que aquela verificada em 8/1/2023, quando uma horda de facínoras tentou criar ambiente para que golpistas mantivessem as instituições brasileiras funcionando a partir do esgoto em que um certo clã vê como cenário ideal para que se atue. Não dá! 


De patriotário a identiotário


Essa copa do mundo, já conhecida como "copa da vergonha", protagonizada pelo nazista Donald Trump e seu fiel mordomo Gianni Infantino, criou mais uma aberração: o torcedor identitário otário.

É aquele que torce pela Argentina por ela ser a única nação terceiro mundista contra os europeus, como se houvesse essa consciência geopolítica naquele grupo alienado das atrocidades cometidas por sua 'incha' contra outros terceiromundistas.

Uma Argentina que, nas arquibancadas, ostenta bandeiras de Israel, ao mesmo tempo que xinga com ofensas islamofóbicas egípcios que clamaram em favor do povo palestino e foram roubados, dentro das quatro linhas, talvez até por sua atitude em defesa dos oprimidos.

Claro que todos sabemos que a Argentina não é apenas essa manifestação nazifascista dos poucos endinheirados, em um país assolado por uma brutal concentração de renda, mas, precisamos ter consciência de que atualmente é esse quadro pintado pelo vira lata Milei que está em exposição representando nossos hermanos, daí ser dever de todo democrata denunciar essa iniquidade. 

domingo, 12 de julho de 2026

Vida de craque


Aproveitando seu período de férias(risos, prolongados) após a eliminação do Brasil da copa do mundo de futebol, Neymar Jr. está disputando em terras do tio Sam um torneio mundial de pôquer.

Aliás, segundo línguas que verbalizam sem freios observações, o ex craque está em melhor forma nas mesas de carteado, do que nos gramados onde se pratica o tal rude esporte bretão no qual, conforme constatamos, apresenta desempenho precário.

Não sabemos se a midiazona tupiniquim, sempre enfática na cobrança pelo protagonismo do ídolo fabricado, acompanhará essa refrega internacional a fim de torcer pelo representante da 'camisa amarelinha', ou se ficará apenas no registro visando preservar a imagem do ainda jogador de futebol. Credo!

Fiel aos ensinamentos de Bozo, ela também adora versões e despreza fatos


A governadora em exercício, do Pará, Hana Ghassan, comprou sem pudor a versão do garimpo ilegal de que servidores do ICMBio teriam baleado um homem e uma criança, no município de Novo Progresso.

Já os servidores do Instituto Chico Mendes contestam a versão dos criminosos e da inquilina do governo estadual, exemplificando com dados a armação do banditismo, que tem como um dos patronos um deputado emedebista.

Segundo os servidores, o motorista de um caminhão contendo uma prancha a ser usada em garimpo ilegal, na floresta nacional de Jamanxim, desobedeceu a ordem de parar e a PM disparou contra o veículo, atingindo a perna de um homem.

Imediatamente, patifes aproveitaram que uma criança com crise asmática, estava sendo atendida no mesmo posto médico que o homem baleado foi atendido, criaram a versão fantasiosa e criminosa de que a tal criança também havia sido baleada, o que os funcionários do ICMBio desmentem.

Apesar de admiradora do bolsonarismo desde a eleição passada, pelo menos, esperava-se que a paraquedista Hana fosse menos leviana no exercício do cargo que ora ocupa, afinal, sentenciar que cada vez mais os funcionários daquele instituto extrapolam suas atribuições e atuam com violência é, no mínimo, pré julgamento de quem mostrou-se ávida por comprar a versão dos criminosos. Ou não?

sábado, 11 de julho de 2026

Micheque é candidata ao Senado e presidenciável pra 2030


A antecipação em oito meses do lançamento do projeto digital da Micheque, segundo a colunista Bela Megale, de O Globo, é praticamente o lançamento do 'Micheque presidenta 2030'.

De cara, já dá sinais de que a ex primeira dama não moverá uma palha pra eleger o enteado, em 2026, afinal, o enfraquecimento dele implica em garantir o sucesso do programa dela, o tal "Imparáveis".

Um outro detalhe relevante dessa antecipação de 2030 é o caráter suprapartidário do citado projeto, segundo Micheque, driblando o receituário neoliberal que moldou o desgoverno de seu marido, bem como a retórica do 01.

Isto, somado ao elogio recente que ela fez ao Bolsa Família, nos indica que trabalhará sob o binômio caridade e religiosidade; a caridade substituindo a política pública e a religiosidade cobrando agradecimento pela dádiva divina que elas trazem em troca do voto dos beneficiados por essa dádiva. Resta saber se russos e russas engolirão..