Esse assunto, pós graduação fake de Flavio Rachadinha na UFRJ, já deu. É muita vela gasta com assunto/ defunto tão vagabundo.
Na Ilharga
Política, economia, meio ambiente, comportamento, e memória no Pará, Amazônia, Brasil.
Jorge Paz Amorim
- Na Ilharga
- Belém, Pará, Brazil
- Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Entre o desejo e o real
Esse assunto, pós graduação fake de Flavio Rachadinha na UFRJ, já deu. É muita vela gasta com assunto/ defunto tão vagabundo.
Uma luz no fim do túnel
Trinta e cinco senadores, que estão em fim de mandato, disputarão as 54 vagas no pleito de outubro próximo.
Ontem, a bancada do MDB reuniu-se e fechou questão para que o fim da escala de serviço 6x1, já aprovado na Câmara, seja votado ainda antes das eleições.
O líder emedebista até procurou o PSD, legenda com a maior bancada na Câmara Alta, a fim de que as duas legendas se unam e pressionem Davi Alcolumbre pra que coloque em pauta esse projeto.
Assim, uma pauta de grande apelo popular que estava travada pela vontade unilateral do presidente do Senado, pode destravar antes das eleições, para a felicidade geral da nação, bem como daqueles que precisam de votos.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Gatos e gastos. A exposição de uma situação inusitada
A Riksrevisionen, entidade sueca que avalia os gastos dos países com forças armadas, revelou: O Irã gasta 65% do que gasta o Brasil com o setor bélico.
Porém, enquanto aquele país muçulmano consegue ter meios militares para defender-se da agressão ora empreendida pelo tio Sam, o ministro da Defesa(risos) brasileiro sugere abrir os portões à nação inimiga.
Com efeito, não conhecemos o dia a dia das forças armadas do Irã, mas, pode-se concluir pelos números que os recursos foram usados de forma racional e austera, conforme o vasto arsenal iraniano e sua ideia de soberania.
Já no Brasil, a primeira coisa que vem à cabeça são gastos com viagra, leite condensado, filé mignon, bacalhau, bebidas alcoólicas e outros itens totalmente estranhos ao gasto militar, todavia, quase tão custosos quanto aquilo que agora nos faz falta.
Some-se a isso, ressalte-se, os gastos com pessoal fardado e agregados, onde pensões vitalícias, penduricalhos, benesses e tudo o mais faz-nos crer que as nossas Forças Armadas podem até ir mal, porém, seus integrantes, rebentos e demais familiares vão muito bem, obrigado.
Por todo o Pará. A privataria da Cosanpa foi uma lástima
É preocupante o episódio em que a governadora Hana Ghassan suspendeu, no dia 6 último, o aumento da tarifa do fornecimento de água em Santarém.
E o fez, em ano eleitoral, aliás, quando governantes parecem ficar mais sensíveis, por conta das queixas dos usuários, que reclamaram do mau serviço prestado pela concessionária.
Assim, estamos diante de um duplo descumprimento de normas do contrato que transferiu à iniciativa privada o serviço de saneamento básico e abastecimento de água tratada no estado Pará.
Tanto a concessionária quanto o governo descumpriram suas obrigações: de prestar um bom serviço e respeitar o pagamento daquilo que a empresa considerava justo cobrar pra prestar esse bom serviço.
Resumindo: é mais um exemplo que se desenha no país de que não se deve misturar prestação de serviço com sede de lucro; por casos semelhanres, centenas de entes federativos da Europa reestatizaram esses serviços por essa incompatibilidade. Simples assim.
terça-feira, 11 de agosto de 2026
Mais comida na mesa do povo
O IPCA de julho teve alta de 0,07%, queda em relação a junho quando a alta ficou em 0,16%.
Essa desaceleração levou a inflação pra dentro da meta, com esse número ficando abaixo do teto.
Mais uma vez, a queda no preço dos alimentos foi o grande mocinho, enquanto a energia elétrica foi a vilã.
Aliás, a queda no preço dos alimentos mostra que o Brasil superou o flagelo Paulo Guedes, que fechou os armazéns da Conab.
Agora, com uma política de preços e incentivo à agricultura familiar superamos os tempos sombrios em que 1kg de arroz custava mais de R$10.
Lamentavelmente, a energia elétrica privata segue como o vilão, com majoração de 3%, comprovando o quão nefasto foi essa rapinagem travestida de modernidade. Triste!
Será que é pra valer?
O candidato desafeto, saído das entranhas do atual governo emedebista no Pará, Daniel Santos, gravou vídeo prometendo distratar a privataria da Cosanpa.
Daniel alega que a compradora descumpre cláusulas que a obrigam manter o abastecimento regular, enquanto as interrupções nesse fornecimento tornaram-se regra.
Como o diabo mora nos detalhes, pode ser que Daniel esteja agindo apenas por impulso demagógico, já que o contrato deve conter ressalvas que blindam o mau desempenho da titular do serviço.
Assim como o governo federal vê parada no STF a ação contra a venda da Eletrobrás, quando o larápio Paulo Guedes fez constar da venda uma cláusula em que a revenda para o governo deveria custar 3 vezes mais do que foi pago pelo comprador da Eletrobrás, sabe-se lá o que Helder faz constar do contrato de venda da Cosanpa.
De qualquer modo, esse deve ser um assunto capaz de mobilizar o debate eleitoral, se é que vai haver debate, pelo menos os discursos de campanha. A conferiri.
O público e o privado juntos, misturados e violentados
O prefeito de Belém exonerou um servidor que postou propaganda política do senador Zequinha Marinho, em claro desvio de função, pois no site oficial da prefeitura.
Não que isto seja novidade, basta ver alguns sites oficiais em que é recorrente a divulgação de iniciativas governamentais, publicidade de atos, misturadas à promoção pessoal.
No entanto, não podemos justificar a impunidade no cometimento de um erro por outro que passou impune, então, essa exoneração significa inequivocamente defesa do interesse público.
Infelizmente, seguiremos sob essas administrações populistas assistindo a mistura promíscua entre o público e o privado, quando torna-se corriqueira a publicação de notas em colunas de mídia que deveria ser isenta, considerando a coisa mais natural o fulano que estava trabalhando na comunicação oficial transferir-se para a campanha de sicrano, desnudando tardiamente o porquê dessa falta de isenção que tanto ofende ao público.