Jorge Paz Amorim

Minha foto
Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

A chapa 'Bolsodoria' é apenas o desfecho de uma história de canalhices


Matéria da Agência Globo praticamente atira na vala comum das ossadas políticas os quase restos mortais do putrefato Geraldo Alckmin.

Segundo a dita matéria, surge no estado de São Paulo uma dobradinha eleitoral, ou melhor, eleitoreira, apelidada de 'Bolsodoria', reunindo o jagunço Jair Bolsonaro, pra presidente; ao falsário João Dória Jr, para o governo do estado.

Claro que a privataria está comendo a merda que plantou para servir ao país, quando o dito jagunço foi transformado em herói nacional e suas sandices viraram paradigmas de comportamento à viralatice direitista fortemente abrigada no PSDB.

Nada mais natural, aliás, como a própria matéria mostra de forma meio constrangida, tentando minimizar o nível de farisaísmo que caracteriza a tucanalha nessas situações, embora o foco tenha ficado apenas em Aécio Neves e no prefeito/relâmpago da cidade de São Paulo.

Mas a própria mídia nem pode  reclamar dessas sórdidas trairagens, depois que ela mesmo envolveu-se nesse submundo, conforme o delinquente e antológico artigo publicado no reles papelucho Estado de São Paulo, intitulado Pó pará, governador, em 2010.

Era o auge da paparicação ao mega larápio Serra, hoje já tomando o mesmo rumo que Alckmin. E olha que Aécio apenas havia pedido que se realizassem consultas prévias para a escolha do candidato tucano à sucessão de Lula.

Veio a baixaria, a trairagem e a canalhice midiática paulista pra aniquilar o impertinente. Aécio devolveu no mesmo nível e isso que hoje ocorre apenas retrata o nível de banditismo político/midiático vigente entre certas gangues travestidas de 'gente de bem'.   

terça-feira, 19 de junho de 2018

Lei morista. Ninguém defende o Lula. Nem a testemunha do Lula


Lava Jato derruba desempenho da construção civil há 4 anos


A operação "lava jato" derrubou o desempenho da construção civil no Brasil e agora atrapalha a recuperação do setor. A conclusão faz parte de estudo da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado, publicado no dia 11 de junho. Segundo a pesquisa, desde o início de 2014, quando começaram as fases mais ostensivas da operação, a indústria da construção civil apresentou 14 trimestres de resultados negativos, com impacto negativo de 0,9 ponto percentual por trimestre.

O estudo analisa que, mesmo depois da recessão econômica de 2015-2016, o desempenho da construção civil permanece como "fator limitante" à recuperação do PIB da indústria e da atividade econômica do setor. O leve crescimento visto no primeiro trimestre deste ano deve-se à indústria de transformação, diz o IFI.

De acordo com o levantamento, a "lava jato" começou a mudar os rumos da construção civil quando foi descoberto que grandes construtoras subornaram diretores de estatais para superfaturar contratos. A partir de então, segundo o estudo, houve uma queda nos investimentos públicos em obras, os bancos dificultaram o crédito e consequentemente a receita dessas empresas também diminuiu. Como elas têm grande participação no setor, a crise alcançou a construção civil como um todo.

Recuo

O resultado já era esperado. De acordo com a última edição da Pesquisa da Indústria da Construção Civil (Paic), do IBGE, divulgada em junho de 2017, o setor de infraestrutura foi quem puxou para baixo o desempenho da construção civil em 2014 e 2015.

Segundo o estudo, depois de recuar 9,6% em 2014, primeiro ano da "lava jato", a geração de riqueza da construção civil caiu mais 7,8% um ano depois. Uma queda de R$ 14,6 bilhões em um ano, resultando num PIB de R$ 172,6 bilhões.

O resultado foi resultado da queda do PIB do setor de infraestrutura, que envolve a construção de barragens, rodovias, portos, aeroportos e substações de energia, entre outros. “As obras de infraestrutura são influenciadas pelos desembolsos do BNDES, que reduziram nominalmente 20%, passando de R$ 69 bilhões, em 2014, para R$ 54,9 bi em 2015”, afirmou a pesquisa.
(Conjur/ Portal Vermelho)

O ovo, a serpente e o veneno



Parcialidade de Moro tornou-se a marca da vergonha do universo judiciário brasileiro.Juiz de Curitiba só permite testemunhas q sancionem sentenças pre-estabelecidas. 'Bernardo Mello Franco: Deixe as testemunhas falarem, Moro. Juiz voltou a interromper depoimento a favor de Lula'
Chefe da Agencia Internacional de Energia,Fatih Birol: O pré-sal é um dos recursos naturais mais atrativos do mundo e (graças a ele)o Brasil fará a segunda maior contribuição, fora da Opep, para o aumento da oferta global de petróleo nos próximos anos'. Arquivo: Moro, golpe, CIA?


(Extraído do site Carta Maior)

Medo e culto à impunidade. Moro se recusa a investigar governo tucano


O juiz de primeira instância Sergio Moro, responsável por julgar os casos da “força-tarefa” da Operação Lava Jato em Curitiba, abriu mão de julgar denúncias envolvendo tucanos do estado do Paraná. Alegando “dificuldades para processamento em tempo razoável” devido aos casos envolvendo a Petrobras e a empreiteira Odebrecht, Moro não julgará o ex-assessor da Casa-Civil do governo Beto Richa (PSDB).

As denúncias que Moro se recusou a julgar envolvem um suposto esquema que funcionava em torno do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná, por parte dos grupos Econorte e Triunfo, denunciados por lavagem de dinheiro, estelionato e associação criminosa. As fraudes acarretavam pagamento de vantagens indevidas para servidores públicos e enriquecimento ilícito de administradores e funcionários de ambos os grupos, concessionários de rodovias no estado.

No mesmo processo está Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht que denunciou a indústria das delações premiadas: Carlos Zucolotto, advogado e amigo do juíz de primeira instância, cobrou cinco milhões de reais em propina para ajudar em um acordo de delação junto ao Ministério Público, abrandando a pena e diminuindo a multa que o réu deveria pagar. Zucolotto, em troca de mensagens, afirmou estar intermediando a negociação com alguém identificado pela sigla DD.
(Matheus Tancredo Toledo/ Fundação Perseu Abramo/ via Blog do Miro)

Mídia tenta impor operação abafa contra CPI que quer apurar possíveis malfeitos moristas


A reação das gangues midiáticas tupiniquins à CPI das Delações, que sequer foi instalada, é semelhante a reação que essas gangues têm quando se fala em controle social da mídia.

No primeiro caso, fazem uma ofensiva intimidatória acusando a Câmara Federal de pretender matar a Lava Jato; no segundo, chamam de censura a simples existência de legislação sobre o papel da mídia.

Em todo mundo há legislação que regula o papel dos meios de comunicação, apenas no Brasil trata-se de uma atividade fora-da-lei com a defesa aguerrida dos interessados em continuar nessa condição deplorável.

No caso da malsinada operação, há fatos estarrecedores que pesam contra seus integrantes que vão desde cerceamento do direito de defesa através do impedimento da apresentação de testemunhas, até a apresentação de documentação falsificada para perpetrar condenações.

Ora, o Poder Legislativo está no seu papel constitucional de fiscalizador da institucionalidade. Com efeito, foram cumpridas as formalidades legais e a instalação da dita CPI está na mais estrita ritualística que o caso exige, daí cheirar muito mal quererem submete-la a execrável operação abafa.

Muito pior foi a orquestração sinistra e delinquente comandada por Eduardo Cunha, que consolidou o golpe contra a democracia, no entanto, apoiada irrestritamente por essas mesmas gangues midiáticas que tentam impedir que se apure se o juiz Moro delinquiu, alheios a máxima do quem não deve não teme.

Que a famigerada Rede Globo continue sua ofensiva canalha, leviana e sórdida contra o PT em seu noticiário é até explicável. Afinal, como organização fora-da-lei que é não tem feito outra coisa, conforme seu noticiário infame desses dias com propósitos intimidatórios.

Mas que isso seja veementemente repelido pela Câmara e que esta faça seu trabalho sem as nuvens negras que a emissora carioca costuma colocar sobre tudo aquilo que não lhe agrada.

Enfim, o que se espera é exatamente isto: que os fatos triunfem sobre as versões convenientes, nesse momento em que cada vez mais o povo escapa daquela condição de ser como milhões de bobos que a infame manipulação global criou ao longo de sua existência.

Farsa Jato não passa de empulhação global


A Tevê Globo impôs à imensa legião de parvos que nela a credita a declaração de delatores como prova definitiva de cometimento de crimes na Farsa Jato, conforme o procedimento criminoso adotado pelo juiz Sérgio Moro.

Curioso é que um colunista global, na edição de hoje, critica duramente o juiz por impedir que o réu Lula da Silva apresente testemunhas de sua defesa, em flagrante e doloso cerceamento, algo que contribui para que o processo/farsa seja alvo da execração pública entre renomados juristas pátrios.

Diante de tanta ilegalidade, é racional esperar que instâncias superiores derrubem esse procedimento togado marcado pela persecução irracional, imoral e ilegal.

O diabo é, quando isso acontecer, o juiz/delito já estará residindo nos EUA, as eleições presidenciais já terão ocorrido, sem Lula diante da apatia das instâncias superiores do Poder Judiciário, o que comprometerá a lisura do pleito e o Brasil já estará sob o total domínio do FBI e dos interesses da economia do centro financeiro mundial.

Resta a pressão popular em cima dessas instâncias superiores que podem devolver o Judiciário à razão, como ocorrerá dia 26 próximo, quando a 2ª Turma do STF estará julgando um recurso da defesa de Lula contra esse processo kafkiano. 

Amor à camisa, pero no mucho



A CBF já estipulou o prêmio para cada jogador da seleção brasileira, caso esta ganhe o título da Copá do Mundo ora em disputa.

Serão US$500 mil, incluindo o treinador Tite, que tem direito a receber premiação semelhante ao que receberão os vinte e três jogadores.

Sem entrar no mérito da disparidade gritante existente no país, onde o salário mínimo foi reduzido a pouco mais de US$200, provavelmente essa premiação será vista por grande parte dos jogadores como algo modesto.

Resta saber se o governo federal, sob batuta do golpismo, cobrará tributos incidentes sobre essa grana alta para os padrões tupiniquins, ou se o larápio temerário 'neymarizará' geral perdoando a obrigação fiscal individual de jogadores e treinador. 

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Ação Popular da bancada do PCdo B no Congresso pode barrar alta desenfreada do preço do gás de cozinha



A bancada do Partido Comunista do Brasil no Congresso Nacional ingressou, na última sexta-feira (15), com uma ação popular na justiça de Brasília para reverter a política de preços do gás de cozinha adotada em 2016, na gestão de Pedro Parente na Petrobras. 

A medida, endossada pelo governo Temer, elevou os preços dos botijões de gás em todo o país, fazendo com que muitos brasileiros voltassem a utilizar fogão a lenha.

“Pelo menos um milhão de famílias voltaram ao forno a lenha por conta da alta de preços do gás de cozinha. Não adianta apenas Pedro Parente ter saído da Petrobras, precisamos mudar essa política de preços”, defendeu Jandira Feghali (RJ).

A ação pede para ser decretada nula a política de preços internacionais de ciclos curtos adotada pela Petrobras para o gás de cozinha e ainda pede que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) preste informações e esclarecimentos sobre a política de preços do GLP adotada pela estatal.

Dessa forma, segundo a ação popular, seria determinada a redução do preço do botijão “no que foi majorado em percentual superior à inflação desde o primeiro semestre de 2016”. Segundo o texto, a Petrobras voltaria a adotar a política de ciclos longos que havia utilizado anteriormente, “de modo a garantir justa remuneração à sociedade de economia mista bem como, concomitante, cumprir com seus propósitos constitucionais de resguardo da soberania nacional, redução de desigualdade e proteção do consumidor”.

O documento é assinado pelos deputados: Alice Portugal (BA), Chico Lopes (CE), Daniel Almeida (BA), Givaldo Vieira (ES), Jandira Feghali (RJ), Jô Moraes (MG), Luciana Santos (PE), Orlando Silva (SP), Professora Marcivânia (AP), Rubens Junior (MA), e pela senadora Vanessa Grazziotin (AM).
(Portal Vermelho)

A vez das mulheres


Apesar de suas esquisitices, a eleição deste ano é particularmente importante para as mulheres brasileiras.

Como eleitoras, serão 52% do universo de votantes, maioria que valorizará o voto feminino.

Como candidatas, disporão pela primeira vez de instrumentos que podem atenuar a nossa vergonhosa sub-representação política: nas eleições legislativas, além da cota de 30% das candidaturas para mulheres, os partidos terão que destinar a elas o mesmo percentual de tempo de televisão e de recursos do fundo eleitoral que financiará as campanhas.

Começo pelas eleitoras.

Nas pesquisas, as mulheres são maioria entre os eleitores indefinidos, desconfiados ou decepcionados que declaram não ter candidato ou admitem votar em branco ou nulo, o chamado não-voto.

Isso significa que estão sendo mais exigentes e vão decidir racionalmente, quando conhecerem melhor os candidatos e suas possibilidades.

No último Datafolha, na pesquisa espontânea, o não-voto alcançou 46%, índice composto por 54% de mulheres e 38% de homens.

A modalidade espontânea mostrou, ainda, que o candidato Jair Bolsonaro terá dificuldades para crescer entre as mulheres.

Ele obteve 12% de preferência total, mas alcançou 18% entre os homens e apenas 6% entre as mulheres. Para cada três eleitores, conta com apenas uma eleitora.

O voto em Lula é mais equilibrado: 9% entre elas e 10% entre eles.

A barreira feminina contra Bolsonaro reaparece na pesquisa estimulada.

Seu índice de 17% é composto por 23% de preferência entre homens contra apenas 11% entre mulheres.

Lula, no mesmo cenário, obtém 30% de preferência total, sendo de 31% as mulheres e 29% entre os homens. Quando Lula não aparece na cartela, o não-voto sobe de 17% para 28%, com as mulheres respondendo por 33% e os homens por 23%.

Entre os outros candidatos, elas são maioria nítida apenas entre os eleitores de Marina Silva, que cresce, entre as mulheres, de 11% para 17% quando Lula é excluído da cartela.

Em relação aos demais há empate ou prevalência do voto masculino, caso muito claro em relação a Ciro Gomes. Estes recortes sugerem que as mulheres preferem Lula e Marina, não gostam de Bolsonaro e quando as que integram o não-voto se definirem, poderão fazer diferença.

Agora vamos à busca do voto pelas mulheres que, embora sendo maioria na população e no eleitorado, ocupam apenas 11,3% das cadeiras no Congresso, o que coloca o Brasil num humilhante 152º lugar em representação política feminina no mundo.

Nas assembleias legislativas não é muito diferente.

Nas Câmaras de vereadores o quadro é um pouco melhor, com elas alcançando em média 13%.

Embora a lei das cotas partidárias seja de 1997, os 30% tornaram-se obrigatórios só a partir de 2010.

O número de candidatas aumentou, mas o de eleitas, não.

Em 2014, quando a primeira mulher, Dilma Rousseff , foi eleita presidente, 6.470 mulheres disputaram o pleito mas apenas 177 foram eleitas, segundo o TSE.

Um dos motivos para o pífio resultado das cotas foi sempre a falta de acesso ao financiamento, que era bancado por empresas.

Os homens que mandam nos partidos acertavam (hoje sabemos em que bases) as doações de empresários e distribuíam o dinheiro como queriam.

Em 2014, as mulheres ficaram com apenas 11% dos recursos. Agora, com o financiamento público e a reserva de 30% dos recursos para mulheres, haverá mais equidade na disputa. A bancada do Bolinha revoltou-se, mas seria preciso aprovar uma lei para reverter a decisão do TSE, e é tarde para isso.

Os partidos sempre burlaram a cota lançando “candidatas laranja”. As mulheres foram 85% entre os 18,5 mil candidatos que receberam menos de dez votos em 2014. Se a burla se repetir, pode neutralizar a grande chance que teremos este ano de reduzir a gritante desigualdade de gênero na política.

E combater a burla depende mais das próprias mulheres do que da lei.
(Tereza Cruvinel/ Jornal do Brasil)

PT já tem 256 candidatas. Vamos superar o número de 2014!


Projeto Elas por Elas oferecerá suporte para impulsionar pré-candidaturas de mulheres
Para as Eleições 2018, 256 mulheres já colocaram seus nomes à disposição como pré-candidatas pelo Partido dos Trabalhadores. O período de registro das candidaturas ainda nem começou e será finalizado somente no dia 15 de agosto, mas o número de possíveis concorrentes petistas já corresponde a 68% do total de candidatas registradas no pleito de 2014, que foi de 375.

A política interna de paridade de gênero do PT foi aprovada em 2011, tendo completado o primeiro ciclo de consolidação em 2017, com a eleição da senadora Gleisi Hoffmann como a primeira presidenta do partido.

Para impulsionar a participação de mulheres na disputa eleitoral e dar suporte às pré-candidatas, o PT lançou neste ano o projeto Elas por Elas, promovido pela Secretaria Nacional de Mulheres.

O saldo de pré-candidaturas já é considerado positivo pela secretária nacional de Mulheres, Anne Karolyne Moura, e a expectativa é de que o número cresça ainda mais até o final do período de inscrições.

“A nossa meta agora é passar de 300 pré-candidaturas nas proporcionais e estamos acompanhando as estratégias dos estados com vistas para a participação das mulheres também nas majoritárias”, diz Anne.

Em Goiás, Kátia Maria, presidenta do PT-GO, é a pré-candidata do partido ao governo do estado. Para ela, a reserva de recursos dos fundos Partidário e Eleitoral contribuirão para que a disputa entre homens e mulheres seja mais justa. No entanto, Kátia Maria defende que ainda são necessários avanços na legislação.

“Queremos uma reforma política que possa garantir uma cota nas cadeiras do parlamento e a participação de mulheres no Executivo, e não apenas um espaço para sermos candidatas”, pontua.

A senadora Fátima Bezerra, pŕe-candidata ao governo do Rio Grande do Norte, chama a atenção para a ínfima representação de mulheres nas casas legislativas. Apesar de serem maioria na população e no eleitorado, elas correspondem a apenas 10,7% da composição do parlamento, formado majoritariamente por homens, machistas e misóginos.

“Isso não é normal, não é justo e não é sensato. A luta pela equidade de gênero é necessária para a defesa da democracia”, afirma a senadora.

Pré-candidata à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), a vereadora Juliana Cardoso (PT-SP), alega que não basta apenas representação quantitativa de mulheres, mas principalmente qualitativa.

“O mais relevante é elegermos mulheres comprometidas com a igualdade social e com as lutas pela igualdade de gênero e defesa intransigente dos direitos humanos. E as companheiras do PT têm esses princípios nas suas atuações”, destaca.

O Elas por Elas realizará formação política com as pré-candidatas, que terão acesso a conteúdos relacionados à conjuntura, feminismo e o impacto do golpe contra o governo legítimo da presidenta eleita, Dilma Rousseff, na vida das mulheres.

O projeto também oferecerá preparação para planejamento de campanha e comunicação, além de assessoria contábil e jurídica em todos os estados.

A secretária Anne Karolyne diz que já é possível notar o impacto da iniciativa no número de pré-candidaturas, que tem avançado dia após dia, com uma devolutiva positiva sobre a plataforma.

“À medida que ampliamos a divulgação, mais mulheres têm manifestado a intenção de serem pré-candidatas, com o argumento de que agora, com esse suporte, elas estão mais seguras para colocar o nome à disposição”, relata Anne.

O lançamento nacional do Elas por Elas aconteceu no dia 23 de abril, no Paraná, com a presença da presidenta eleita, Dilma Rousseff, e da presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann, entre outras lideranças do partido.
(Elas por Elas/ Agência PT de Notícias)

Viva o povo brasileiro!


Gangues midiáticas passando da perplexidade à desolação com a falta de rumos da direita brasileira. Completamente sem rumo, uns vão de Ciro Gomes, outros de Geraldo Alckmin e há um grupo que aposta no jagunço Jair Bolsonaro.

Deserdados da fortuna posta à disposição por Eduardo Cunha, na eleição passada, agora estão obrigados a correr atrás da sorte depois que Cunha foi preso, Aécio está escondido pra não ir no mesmo rumo que Cunha e as empresas que derramaram dinheiro em 2014 estão quebradas pela Farsa Jato.

Há uma forte perspectiva que o atual Congresso seja fortemente renovado e o imenso grupo golpista que derrubou Dilma Rousseff seja mortalmente atingido pelo eleitor roubado em sua soberania, traído em sua escolha e agredido em seus direitos.

Da mesma forma, o Poder Executivo deve ser atingido violentamente, mercê dessa indignação popular contra o golpismo rejeitado por mais de 90% da população. Veja-se a situação de quase inanição da legenda principal na montagem do golpe, o PSDB, praticamente extinto no Rio de Janeiro, destroçado em Minas Gerais e até em SP passando por dificuldades.

Isto sem contar o Nordeste e o Norte, onde os tucanos que almejam mandato no Executivo têm chances mínimas e os pretendentes a mandatos legislativos estão como bandos vagando atrás de uma candidatura majoritária pra chamarem de suas, sabedores que o candidato da privataria está muito próximo da zona do rebaixamento.

Sem unidade, sem credibilidade e sem notoriedade, apesar de ser um malfeitor, Aécio teve ao menos o mérito de ter conseguido unir todo o campo conservador a seu redor, algo que não ocorre agora. Vejamos que desfecho teremos, sabendo-se apenas que só o povo brasileiro ganha com isso, assim como a consolidação dessa derrota do golpismo larápio só depende dele, povo brasileiro. 

sábado, 16 de junho de 2018

China impõe tarifa de 25% a itens dos EUA após sobretaxa de Washington


Em resposta às barreiras tarifárias impostas pelos Estados Unidos nesta sexta-feira (15/06), a China anunciou uma sobretaxa de 25% sobre produtos norte-americanos, em um valor total de US$ 50 bilhões, exatamente o mesmo impacto das medidas de Donald Trump contra itens "made in China".

A retaliação de Pequim veio após o presidente Donald Trump sobretaxar 1.102 itens considerados "Made in China" e indústrias emergentes de alta tecnologia, como satélites, aeronaves, painéis LED e LCD, sismógrafos, microscópios, câmeras de TV e baterias de lítio. De acordo com Washington, elas "levam crescimento econômico para a China, mas prejudicam o crescimento econômico dos EUA e de muitos outros países".

"À luz dos roubos de propriedade intelectual e de tecnologia que a China tem feito e de suas outras práticas injustas de comércio, os Estados Unidos irá implementar tarifas de 25% sobre US$ 50 bilhões de bens da China, que contenham tecnologias industrialmente significativas", afirmou o governo em um comunicado.

"Estas tarifas são essenciais para prevenir maiores transferências injustas de tecnologia e propriedade intelectual americana à China, além de proteger empregos nos EUA", completou.

Pouco depois do anúncio de Trump, Pequim afirmou que responderia aos atos de Washington. "A China não quer uma guerra comercial, mas o lado chinês não tem a opção a não ser se opor fortemente a isso, devido ao comportamento míope dos Estados Unidos que afetará ambos os lados", disse o Ministério do Comércio em seu site.

Os impostos entrarão em vigor em 6 de julho e atingirão produtos agrícolas, automóveis e peixes.
(Opera Mundi/ via Portal Vermelho)

STF pode julgar pedido de liberdade de Lula no próximo dia 26


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin liberou para julgamento recurso protocolado pela defesa para suspender a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O caso deve ser julgado pela Segunda Turma da Corte no dia 26 de junho, conforme sugestão do ministro. Se a condenação for suspensa como foi pedido pelos advogados, o ex-presidente poderá deixar a prisão e também se candidatar às eleições.

O ex-presidente está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 7 de abril, por determinação do juiz Sérgio Moro, que ordenou a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP). A prisão foi executada com base na decisão do STF que autorizou prisões após o fim dos recursos segunda instância da Justiça.

Na petição enviada ao Supremo, a defesa do ex-presidente alega que há urgência na suspensão da condenação, porque Lula é pré-candidato à Presidência e tem seus direitos políticos cerceados ante a execução da condenação, que não é definitiva.

“Além de ver sua liberdade tolhida indevidamente, corre sério risco de ter, da mesma forma, seus direitos políticos cerceados, o que, em vista do processo eleitoral em curso, mostra-se gravíssimo e irreversível”, argumentou a defesa.

Além de Fachin, a Segunda Turma do STF é composta pelos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewadowski, Dias Toffoli e Celso de Mello.
(Rede Brasil Atual)

O ícone da farsa


E o engana trouxa Sérgio Moro hein? Depois de garantir a impunidade de um dos maiores criminosos do país, o doleiro Alberto Yussef que abriu trocentas contas em paraísos fiscais para entesourar propina da privataria tucana, agora blinda os empreiteiros acusados de roubar bilhões, mas recompensados pelo justiceiro curitibano por delatar Lula.

Jader chama a farsa persecutória morista patrocinada pelo FBI de 'vagabundagem jurídica; e um ministro do TCU referindo-se à blindagem morista aos empreiteiros de 'carteirada', na verdade, uma ação deletéria, ilegal e imoral na medida em que garante a impunidade de corruptores e expõe toda a politicagem por trás do falso moralismo da Farsa Jato.

Que a derrota desse farsante togado, verificada quinta-feira última no STF, seja a penas a primeira de uma série que venha para desmascarar o pilantra, contribuindo para que o país volte a viver em clima de normalidade democrática, sem justiceiros, demiurgos e prepostos dos interesses imperialistas que triunfaram sob o protagonismo global/ togado.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Tragédia cantada



O DIEESE informa que há saldo negativo na geração de empregos no setor industrial paraense. Novidade. Deve ocorrer o mesmo na área da construção civil, comércio, serviços em geral e queda em empregos no geral.

É fruto do golpismo temerário que destroçou a economia com suas medidas econômicas neoliberais, assim como destruiu a legislação trabalhista e legalizou a forma análoga à escravidão como forma de empregabilidade vil.

Desgraçadamente, parece que as únicas indústria e comércio que funcionam é aquela que produz e comercializa a droga e abastece sinistramente a indústria da violência e faz proliferar os bandos exterminadores como novo segmento econômico.

Quanto ao governo do estado, já nem se dá mais ao trabalho de tentar justificar a situação haitiana de certa parcela da população paraense, muito menos tenta criar condições de investimento que levem a políticas mitigadoras da miséria reinante.

Fim de festa, mas não fim de farra como atestam os diversos saraus com a participação de Simão Lorota. Mas esse estrago precisa desesperadamente de cancioneiro que narre essa tragédia de oito anos, de forma a imortalizá-la para que nunca mais se repita.

Os patéticos



No início de 2016, ano do golpe parlamentar-judicial que atirou o Brasil no imponderável, seria louco quem dissesse que chegaríamos às eleições presidenciais de 2018 com a direita reduzida a candidaturas patéticas.

No infeliz ano novo que começava, as pesquisas indicavam – pode parecer incrível a você, hoje – Aécio Neves com o líder das intenções de voto, com 27% das intenções de voto no Datafolha. Fosse Alckmin o candidato tucano, ainda teria um patamar do qual partir, com seus então 14%

Jair Bolsonaro era apenas um pequeno quisto (4%, na pesquisa de dezembro de 2015) e Henrique Meirelles estava a poucos meses de ser apresentado como líder do “dream team” que salvaria o país da recessão.

Hoje, exceto por Bolsonaro, que virou mesmo um tumor, a direita brasileira reduziu-se a candidaturas patéticas.

Henrique Meirelles é uma piada dentro do próprio (P)MDB, apenas um “é o que temos” com dinheiro suficiente para que os deputados do partido não tenham de gastar o fundo partidário com um fiasco, digo, uma candidatura presidencial.

O PSDB, agora sem o seu falecido Aécio, amarga índices de inacreditáveis 5 ou 6% para Alckmin e se vê diante da inimaginável situação de poder perder até mesmo em seu quartel general, São Paulo.

Meirelles e Alckimin vivem a patética situação de não serem defenestrados das candidaturas apenas por absoluta falta de outros que caibam nesse lugar. Dória, o aventureiro que surgia como opção, esfarinhou-se e Temer e a Lava Jato encarregarem-se, no MBD, de moer qualquer sonho de continuidade do infeliz ocupante do Planalto.

Bolsonaro virou seu candidato, apesar do teto da repugnância em que esbarra e o patético da situação agora se agrava com a anunciada tentativa de Geraldo Alckmin em “polarizar” o debate com ele.

Os tucanos verificarão, amargamente, que não há debate possível com o candidato que construíram com seu ódio, porque poucos, entre os dele, se importam com qualquer traço de razão. Bolsonaro cresce em seu próprio silêncio e deixa que seu discurso seja o ódio que tucanos e mídia construíram e constróem.

A polarização que decidirá a eleição está em Curitiba e não dá sinais de se abrandar: na pesquisa que citei, Lula tinha 20% das intenções de voto e hoje, mesmo encarcerado e apresentado ao país como alguém que está inexoravelmente fora da disputa, tem 30%.

O golpe é patético, como patética é a situação de seus promotores.

Levaram o país a um torvelinho que, infelizmente, está muito longe de seu fim.
(Fernando Brito/ Tijolaço)

Ideologia e justiçamento da 1ª Instância tromba com ministros do STF


A coluna Painel, da Folha Tucana(FSP), adverte hoje sobre possível maioria formada no plenário do STF, a partir da votação da condução coercitiva, ontem, que pôs um freio na ajagunçada mania de espetacularização de certas prisões, prática recorrente dos truculentos da Farsa Jato.

Segundo a nota da dita coluna,  o recado foi dado 'nas longas e enfáticas falas desses magistrados contra a "ideologia e justiçamento", que enfrentarão obstáculos no STF'.

O recado é claro e o destinatário idem. Aliás, esse destinatário tem fornecido munição suficiente ao STF para anular suas decisões discricionárias, ilegais e até imorais restando a dúvida se esse grupo de magistrados está disposto a enfrentar os poderosos que dão retaguarda ao dito 'justiceiro'.

As falas, a decisão e até surpreendentes posicionamentos de ministros até aqui silentes contra o protagonismo ideológico/togado da primeira instância curitibana pode indicar uma mudança(tardia) de hábito, afinal, em defesa das prerrogativas do STF.

Com efeito, quando até a ministra Carmen Lúcia, lavajatense convicta e resignada até aqui´, vota a favor da condução coercitiva mas posiciona-se contra o que chamou de 'operações circenses' é sinal que o autoritarismo e vontade de justiçamento estão sob bombardeio. A conferir.

Vou de Dodge



A Procuradora Geral da República, fura-fila e escolha pessoal de Michel Temer, pois estava na rabeira da lista dos procuradores enviados à presidência da República, retribuiu a bonomia no melhor estilo Robertão Cardoso Alves, o finado franciscano do fisiologismo político tupiniquim.

Pediu mais 60 dias de prazo para para enviar ao Congresso Nacional o inquérito que apura traquinagens temerárias junto a Odebrecht, peraltices que renderam R$10 milhões a Temer e seus apaniguados, fora da contabilidade legal nas eleições de 2014.

Daqui a sessenta dias, o malafamado Congresso certamente estará em recesso pactuado, com seus integrantes correndo desesperadamente atrás de votos, principalmente aquelas quase duas centenas de parlamentares eleitos graças ao butim do larápio Eduardo Cunha, agora falto.

Assim, com a velocidade de um carro fora de linha, a Procuradora também manda às favas os escrúpulos de consciência exigidos pelo cargo que ora ocupa e sai da linha para abafar denúncias graves e documentadas contra quem há fortes indícios de andar metendo o pé na jaca. Lamentável! 

As voltas que a trairagem dá, por caminhos bem pavimentados



Nada como um asfalto eleitoreiro após outro asfalto eleitoreiro. O MDB, através do Diário do Pará, vivia desancando a ação eleitoreira apelidada de asfalto nas cidades, do inoperante Simão Lorota, mas viu que só xingar não adiantava, era preciso um antídoto.

E achou o veneno ideal pra fazer o tal antídoto: usou de sua influência de catitu junto ao bando temerário e conseguiu abiscoitar junto ao Ministério das Cidades, via Caixa Econômica, a bagatela de R$9,5 milhões pra asfaltar 32km de vias no município de Ananindeua.

Deve ser extensão maior do que a pavimentada naquele município nos oito anos em que Helder foi prefeito, encerrando um mea culpa e tentativa de reconciliação com os mais de duzentos mil eleitores ananins que, putos da vida, o repudiaram maciçamente em 2014, optando pelo indolente Lorota.

Chamará a atenção daqui pra frente o ritmo frenético que a prefeitura terá que empreender apara entregar o cronograma dos trabalhos em tempo hábil, isto é, a tempo de fazer a licitação e tocar a obra sob os auspícios do candidato pemedebista, com potencial de transformar esse asfalto nos votos negados outrora.

Provavelmente, sim. Afinal, o prefeito Pioneiro ainda deve estar putinho dentro das calças com o governador, depois que este o  preteriu na disputa governamental, em favor do demista Márcio Miranda, escolha pessoal, apesar da maior densidade eleitoral de Pioneiro. O troco virá em asfalto. Credo!

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Supremo derrotou o terrorismo togado curitibano

A nudez moral do condottiére do fascismo curitibano

rta Maior@cartamaiorCarta Maior
Fábio Wanderley Reis,q não é petista, disseca a raiz fascista da mecânica judicial de Moro, ascendente tambémb no STF: manipular a opinião pública para se contrapor ao eleitorado é a mola propulsora da escalada da exceção que permitiu às elites aprisionarem Lula.
 

STF proíbe condução coercitiva. Agora falta proibir prisão em 2ª instância

O

 Supremo Tribunal Federal, por 6 votos a 5, considerou a condução coercitiva como prática de regime de exceção, decisão proferida na tarde desta quinta-feira (14) ao julgar as Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental 395 e 444, de iniciativa do Partido dos Trabalhadores e Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Votaram contra a condução coercitiva os ministros Gilmar Mendes (relator), Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Dias Toffoli, Marco Aurélio e Celso de Mello. A favor, foram vencidos Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Marco Aurélio Mello considerou a prática semelhante a 'justiçamento', associando-a a regimes autoritários, criticando ferinamente os saudosistas do período sombrio vivido no país de 1964 a 1985, quando a truculência era a marca de governo.

Impossível não se referir a esse resultado sem lembrar o que houve há dois anos, quando o juiz Sérgio Moro conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula, mesmo com este nunca negando-se a acatar os chamamentos da justiça, o que caracterizou o procedimento do juiz naquilo que hoje foi criticado.

Aliás, Moro tornou-se ícone do período de exceção ora vivido no país por seus procedimentos bizarros e autoritários. Nesse sentido, a derrota da condução coercitiva deveria ser seguida pela proibição da prisão em segunda instância, outra aberração ao gosto morista, que ofende as garantias de liberdade individual.
(Com informações extraídas do site Sul 21)

Inquérito conclui que reitor era inocente. Adianta, agora que está morto?



Seria de admirável ironia, não fosse referência a uma tragédia, a frase do advogado Samuel Gomes, "Pronto! O Reitor já pode ressuscitar tranquilo".

Era menção à conclusão do inquérito da Polícia Federal a respeito das acusações contra o ex-reitor Luiz Carlos Cancellier, inocentado por falta de provas ou testemunhos que o incriminassem.

Só que o infeliz mestre suicidou-se, após ser vítima da truculência de uma delegada da Polícia Federal, que o prendeu em operação espetaculosa, sob acusação de desvio de R$78 milhões da Universidade Federal de Santa Catarina.

Desde o começo da pirotecnia repressiva já se sabia do caráter autoritário e irresponsável da ação da PF, na medida em que essa quantia era o total da dotação do programa no orçamento daquela universidade e ninguém seria tolo de chamar atenção com ação tão audaciosa.

Agora o inquérito é encerrado concluindo que não houve aquilo que a monstruosa delegada havia anunciado e o nome do reitor da UFSC está limpo. Mas ele está morto, pois não suportou ver seu nome atirado à lama de forma sumária e leviana.

E a tal delegada? Será poupada de responder pela morte de um inocente que causou? Por ser egressa da farsante Lava Jato será considerada acima da lei, logo, imune a responder pelo seu ato vil? quem é que responderá essas questões? Quem?