A fala do facínora Paulo Figueiredo, o netinho da quartelada de 1964, chamando jornalistas brasileiras de prostitutas, citando nominalmente Mírian Leitão, é tão abjeta quanto esse bando Figueiredo, unido por laços sanguíneos.
Não ficou sem resposta e a mais oportuna que assisti foi dada pelo jornalista pernambucano Luís Costa Pinto, um craque no ofício que nos coloca a par dos bastidores do que ocorre em Brasília, inclusive com fatos recorrentemente abafados pela midiazona.
Costa Pinto lembrou da familiaridade que o biltre Figueiredo, ora homiziado nos EUA, após aplicar golpes por aqui e fugir da justiça, possui com prostituição, pois o avô João Batista Figueiredo, era contumaz cliente dos serviços de profissionais do sexo enquanto ditador da República, assim como a avó de Paulo e esposa de João Batista, d. Dulce, que costumava contratar desfiles de moda e, nesses desfiles, imiscuía 'shows' de strippers, sendo que uma vez quem fez o espetáculo foi o então garotão Fernando Collor de Mello.
É... putada parece ser com esse infame comparsa do Bananinha.
