Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Botando ordem na casa


Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes colocaram um tampão no vazamento de dinheiro público no Poder Judiciário.

Simplesmente proibiram que vantagens pecuniárias sejam concedidas através de medidas administrativas, pondo termo aos auxílios isso e aquilo, licenças e outros penduricalhos.

Assim, a concessão de vantagens que impliquem em aumento de salários, via penduricalhos, agora só através de leis, essas contestáveis em instâncias superiores, logo, derrubáveis.

Além do caráter pudicício interna corporis dessas decisões, podem vir a transformar-se em jurisprudência aplicada para moderar o apetite voraz de certas figuras parlamentares, como no caso da criação da escala 3x4.

Enfim, começa-se a vislumbrar uma luz no fim do túnel, na certeza de quem não é um trem da alegria vindo em alta velocidade para atropelar o erário, mas, uma lufada ética que, no médio prazo, supere distorções salariais que se expostas ao grande público podem até ocasionar 'malhação de Judas' fora de época.

Davi, (Der)Ciro e Leslie Nielsen


E Davi Alcolumbre, o depravado presidente do Senado Federal, promulgou a Lei da Dosimetria, após esgotado o prazo para que o Poder Executivo o fizesse.

Lula, óbvio, não promulgou a excrescência perpetrada no Congresso Nacional, cabendo ao atual chefete do Congresso faze-lo, dentro do figurino 'quem pariu que o embale'.

Agora, mais uma vez, a questão deverá ir bater nas barras do STF, dada a imoralidade que envolve esse monstrengo jurídico, já que o chefe do Poder Executivo apôs veto integral ao papelucho, porém, Alcolumbre fatiou por conta própria a decisão que não lhe cabia.

Tudo para evitar a instalação da CPI do Banco Master, em que Davi certamente seria mortalmente golpeado por chefiar no Amapá, seu estado de origem, uma quadrilha que roubou dinheiro dos servidores aposentados e pensionistas, despejando milhões de reais naquela arapuca financeira.

Segundo noticiou o site ICL, depois da busca e apreensão em endereços ligados ao não menos libertino (Der)Ciro Nogueira, Alcolumbre tenta marcar audiência com o presidente Lula, todavia, pelo deslizar das rodas dos caros de luxo e motos envolvidas no caso, o presidente tão cedo não marcará esse encontro. E até já teria mandado ao senador amapaense uma cópia do impagável filme 'Corra Que A Polícia Vem Aí". Credo!

Defesa Civil alerta: demagogia faz mal à saúde


O alerta da Defesa Civil parecia emitido com mais ênfase, não sei se tocou no celular do pet/ alcaide, pra angústia geral.

O G1 Pará já registrou algumas ocorrências na Grande Belém que, certamente, estarão em imagens veiculadas nas redes sociais e devem ser tratadas como "catástrofe climática" pela mídia barbálhica.

Claro que Ananindeua não está inclusa na 'catástrofe', lá tudo será fruto da incompetência do prefeito, poupando-se apenas o pet e a prefeita 'É o Tchan' de Marituba. Fatos? Coisa para simples mortais.



quinta-feira, 7 de maio de 2026

Trairagens e pererecas. O rumoroso caso que dormia sob a saia da impunidade


E bruscamente uma pulga foi colocada atrás de nossa orelha, a respeito de como teria votado o senador Jader Barbalho(MDB/PA) na rejeição do nome de Jorge Messias à vaga no STF.

E o que nos induz relevar essa hipótese foi a repentina cobrança por agilidade, feita pelo MPF à justiça federal, no caso do chamado Ranário Touro Gigante,  financiado com recursos da Sudam.

Segundo o MPF, naquela época(1999/ 2000) a autarquia havia repassado ao empreendimento R$9,6 milhões, todavia, menos de 40% teriam sido empregados no tal ranário, com o restante sendo desviado.

O negócio estava no nome de Márcia Cristina Zahlut Centeno, à época esposa do então deputado Jader Barbalho; este, suspeita-se, seria o verdadeiro titular do negócio das pererecas, dada sua forte influência na Sudam e fama de latin lover.

Jader, recorde-se, chegou a ser preso, juntamente com o superintendente de então, o também emedebista e ex deputado estadual Arthur Tourinho, e a Sudam extinta, recriada posteriormente sob outros parâmetros institucionais tidos como mais seguros.

Sem mais nem menos, quase três décadas após o ocorrido, eis que o Ministério Público cobra agilidade na perspectiva da conclusão desse caso, cerca de 15 dias após o Senado rejeitar o nome do atual advogado Geral da União, Jorge Messias, à vaga aberta no STF com a aposentadoria, em outubro último, do ministro Luís Roberto Barroso.

A votação da rejeição a Messias foi secreta, no entanto, o governo afirma ter condições de mapear quem votou com o governo e quem votou contra; Barbalho, ressalte-se, ausentou-se da votação- aberta- que examinava o veto de Lula ao PL da Dosimetria, na prática, um voto contrário ao governo, o que deve ter deixado Lula igual a como estamos: com a pulga que agora coça nossas orelhas. Que tal?

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Imagem de pesquisa eleitoral


Quem conhece a antológica crônica de Stanislaw Ponte Preta, a respeito da velhinha que contrabandeava motocicletas, não tem dúvidas: essas pesquisas eleitorais não passam de sacos de areia em cima de uma moto.

Ronaldo Caiado com 5% de intenções de votos? Romeu Zema com 4%? Aldo Rebelo com 2%?

Claro que isso não passa de ficção barata ficção, pretensões(descabidas) de tabulação estatística, feita à luz da mais obscura numerologia, cartomancia que utiliza baralho viciado, travestido de pesquisa estatística científica.

Elas(as pesquisas atuais) atuam como âncora da votação do campo conservador, exibidas como imbatíveis no segundo turno, quando essa numerologia artificialmente torrencial é somada quase mecanicamente e despejada no candidato que essas forças do atraso chamarão de suas na ocasião. Não dá!


Jornalixo aliado da incúria administrativa


Dessa vez, ontem(5), nem choveu tanto quanto naquele final de semana catastrófico, todavia, Belém foi novamente ao fundo.

Curioso é que jornais televisivos, e agregados midiáticos, sentenciam, 'a chuva causou estragos na cidade', em clara palmada na bunda errada.

A chuva caiu, aliás, como cai quase que diariamente em Belém durante o ano todo, mais ou menos de acordo com a época. O estrago tem digitais outras.

Elas identificam o incompetente de plantão homiziado no Palácio 'Antônio Lemos', que deveria limpar bueiros, dragar canais limpar valas, enfim, limpar a cidade obedecendo um cronograma constante do contrato vigente com a empresa encarregada desse serviço.

Afirmar dissimuladamente que a 'chuva causa estragos' significa jornalixo da pior espécie, que tergiversa a respeito da situação concreta com a clara finalidade de promover um álibi que inocente os verdadeiros responsáveis, adotando uma postura abstrata e cínica a respeito.

Canais transbordando, ruas que viraram rios, bueiros que jorram lama fazem parte do combo de sofrimento imposto à população, com efeito, têm solução concreta no dia a dia de uma administração pública, não é o caso de Belém em que um alcaide alheio ao cotidiano da maioria da população desgoverna a cidade.

A chuva nada tem a ver com essa iniquidade.

domingo, 3 de maio de 2026

Coronelismo, eleitoreirismo e reforma de escolas


É nítido que a governadora paraense vai mal das pernas eleitoralmente, conforme atesta sua agenda escandalosamente eleitoreira.

E quem diz isso é a mídia familiar do governador de fato, ao impor atividades onde a tática eleitoral é adentrar em redutos onde o adversário dela está melhor. avaliado.

É o caso de Ananindeua, onde o panfleto de campanha da famiglia exalta a reforma de 15 escolas estaduais já entregues, número espalhafatoso na retórica eleitoreira adotada pelo dito panfleto.

Na prática, é no mínimo tardio o que se entrega agora, se é que estão mesmo concluindo as reformas, na medida em que há escolas em que essas intermináveis obras já se arrastam há quatro, cinco anos.

Enfim, é aquela velha prática de que tudo conosco recomeça agora, não por acaso período eleitoral, prometido demagogicamente que 'daqui pra frente tudo vai ser diferente'; e assim se passaram 32 anos, atravessamos de um século para outro e eles ainda vivem(nababescamente) de promessas. Credo!