Até 2018, a dívida fundada do estado do Pará(aquela que engloba empréstimos, financiamentos, precatórios, contratos e prazo superior a 12 meses pra pagar) estava em R$4,1 bilhões.
Atualmente, ela encontra-se na casa dos R$10,3 bilhões; ou seja, mais que dobrou, mesmo que não se vislumbre, nesses últimos oito anos uma obra sequer que nos faça dizer, valeu a pena endividar-se.
A atual governadora, ressalte-se, era a secretária que cuidava das finanças do estado, logo, tem muito que explicar à população sobre a subida vertiginosa desse endividamento, enquanto nossos indicadores sócio econômicos continuam pífios.
Além das explicações, é preciso que diga como pretende tirar o estado desse aperto, a princípio, bastante semelhante com aquele verificado de 1990 a 1994, quando as Antecipações de Receitas Orçamentárias(ARO) quase quebram o estado, não fosse o governador Almir Gabriel dar calote em dezenas de empresas que possuíam contratos com o estado, essas sim, vítimas de uma quebradeira geral. Preocupante!
