Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

domingo, 8 de março de 2026

Atrapalhado por Jesus


Segundo relato de um pastor evangélico, em conversa com o mega agiota da fé Edir Macedo este o relatou que evitava falar em Jesus nos seus sermões(risos), pois isto atrapalhava.

Macedo percebeu que muitas referências ao criador supremo do universo(apenas marca da empresa para esses fariseus), levava as pessoas a ajudarem o próximo, familiares e praticar a caridade, coisa que subtraía o dízimo.

Pelo cavalgar do bando assemelhado, Edir não está só como podemos ver na concentração de recursos que bancam a ostentação e vida nababesca em que vivem esse e os assemelhados concentradores dos recursos oriundos da fé alheia.

Seria bom que os fiéis mais atentos passassem a notar e anotar quantas vezes esses corsários da Bíblia falam em Jesus durante suas pregações; não apenas a referência ao nome, mas, veiculando ensinamentos do Cristo que vão na contramão das conveniências argentárias desses malfeitores.

A destruição como visão administrativa

Segundo especialistas ouvidos pelo G1/PA, a respeito da avenida Liberdade que o governador Helder Barbalho considera fundamental pra desafogar o trânsito(falácia), ela devastou considerável parte da floria; alterou cursos dágua; fragmentou ecossistemas e trouxe prejuízos incalculáveis às comunidades quilombolas que moram ao longo daquele trajeto. É mais nefasta do que foi a agressão perpetrada a quando da expansão da rua da Marinha, assim como seria a implosão do Pedral do Lourenço e a já suspensa dragagem dos rios Madeira, Tapajós e Tocantins.

São inerentes a uma visão neoliberal, logo, reacionária, de que o respeito ao meio ambiente, a vidas ancestrais representam atraso, enquanto o progresso é associado ao desmatamento, poluição e destruição de ecossistemas indiscriminadamente, visão caolha diante de tantos desastres ambientais ora verificados e cujas causas são negadas por esses tecnocratas insensatos.

Desgraçadamente, o governador do Pará faz parte dessa visão estúpida e negacionista, certamente em sintonia com o agronegócio que faz parte do seu dia a dia empresarial, consolidado em dois anos de "estágio" no governo do ladravaz Michel Temer, tudo consolidado nas suas recorrentes incursões aos convescotes promovidos pelo famigerado Lide, algo totalmente tocado em notas dissonantes com aquilo que a Amazônia necessita. Simples assim!

sábado, 7 de março de 2026

A ponte que ruiu e outras possíveis desgraças


Em menos de uma semana, vimos a portentosa 'nova Doca de Souza Franco' ir ao fundo como um titanic que devia ser terrestre; a avenida Liberdade, crime ambiental continuado 'derreter' e ontem a passarela sobre o canal do São Joaquim ceder a ponto da área ser interditada pela prefeitura.

Todas essas obras, o governador Helder Barbalho colocou como sendo parte da repaginada que Belém sofreu a fim de receber a COP30; fora a passarela, as outras nada acrescentaram à infraestrutura da cidade, ainda assim, a tal passarela está sobre um canal que foi insensatamente tirado das prioridades, enquanto obra de saneamento, cuja continuidade arrasta-se entre o descaso e o gasto de dinheiro público sem pudor.

Essa desgraça teria contornos proféticos, da lavra do filósofo jurunense Gonçalo Duarte, adquire um ar debochado, conforme se percebe nas redes sociais, quando a torcida do Paysandu, inconformada com o tratamento VIP dispensado pelo governador Helder Barbalho ao rival Clube do Remo, encara essa mistura de simpatia clubística com possível mau uso do dinheiro público como maldição vinda dos céus para punir quem teima nessa prática nada republicana de privatizar, de acordo com suas conveniências, aquilo que deveria atender a todos. Si non e vero...

sexta-feira, 6 de março de 2026

Odor(fétido) de lavajatismo


Justamente no dia da segunda prisão do flibusteiro Daniel Vorcaro, agora com autorização de um ministro boçal do STF, miss Gasparzinho apresenta uma série de conversas entre o dito gangster e o ministro Alexandre de Moraes

s.A novidade é que, nesse bate papo insólito, só estão gravadas as mensagens do falsário; as do ministro seriam auto destruídas após suas leituras, ou seja, a partir de agora qualquer Don Juan de cabaré pode dizer que trocou mensagens calientes com Paolla Oliveira, só que as dela se auto apagaram.

Qual a possibilidade de verossimilhança dessa farsa? Pior: as negativas do ministro de bater papo com um delinquente que mandou prender em seguida não valem de coisa nenhuma, pois, essa narrativa de cunho lavajatsta simplesmente inverte o dever do ônus da prova, que passa ser do acusado, como fazia o famigerado "juiz ladrão".

Enquanto debruça-se sobre essa possível farsa, o PIG tangencia o dever de informar, por exemplo, como a igreja do pastor/agiota André Valadão fundou um banco dentro de um templo que se pretende religioso; o abominável e malfeitor deputado Nikolas Ferreira imerge nas águas turvas da impunidade e exime-se de explicações a respeito das viagens politiqueiras no Vorcaro air.

Com efeito, se os meios para incriminar quem incomoda sofisticaram-se, também percebe-se mais audácia e desespero na tentativa de sustentar uma narrativa onde setores do campo conservador(direita e extrema direita) aparecem como autores e beneficiários de um colossal esquema de ladroagem, em que tudo é feito para mitigar a perda do poder sobre a máquina pública, veneno demais para uma disputa eleitoral.

E olha que o jogo eleitoral mal começou e a tal inteligência artificial ainda nem deu as caras, porém, a midiazona já fez avant première do que está disposta a fazer pra evitar uma vitória esmagadora da centro esquerda. Credo!

Grana à vista


Flávio Boçalnaro faz, agora, como Aébrio Never fez, em 2014: expõe iniciativas que tomaria, caso eleito, através de seus arrecadadores de campanha.

A diferença é que o neto de Tancredo supunha, àquela altura, que bastava o apoio da Faria Lama e do PIG para se eleger, daí sair desancando políticas sociais vigentes.

Já Rachadinha apresenta ares de franco atirador, fala abertamente através de seu coordenador de campanha tudo aquilo que o famigerado mercado e PIG querem ouvir, sem se importar com consequências eleitorais.

Para ele, Flávio, bastará garantir apoio financeiro daqueles do andar de cima que detestam Bolsa Família; Minha Casa, Minha Vida e quaisquer programa social que inclua os pobres no orçamento, disso resultando gordo financiamento em sua campanha.

Reforma trabalhista, desvinculação de aposentadorias e pensões do reajuste do salário mínimo, até congelamento deste, são medidas impopulares, que certamente tiram votos, mas rendem muito espaço no PIG, bem como milhões de reais despejados em sua campanha, cujas sobras farão as antigas rachadinhas parecerem gorjetas em boteco de periferia.

Em 2030 haverá um ajuste de contas. É isso.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Tititi


Evidente que não procedem  rumores que condicionariam o apoio do MDB/PA à reeleição de Lula pressão sobre Geraldo Alckmin(PSB), possível vice na chapa de 2026, pela retirada da candidatura de Daniel Santos à sucessão de Helder.

É o mesmo que Lula exigir da banda emedebista anti PT adesão em troca da aquiescência à exigência do MDB paraense; tanto o PSB faz conta com o êxito de Daniel no crescimento do partido quanto o MDB temerário e fascista segue querendo distância sem notícias do PT.

Ante a tendência de polarização entre Lula e Flávio, ainda é muito cedo para fazer tal afirmativa, não há como o MDB local marchar com o fascismo, diante do quadro atual, em que Jader Filho é um dos ministros mais prestigiados do governo e fundamental para a campanha regional. Só isso. 

quarta-feira, 4 de março de 2026

Banditismo agiota e fascismo sórdido


Cada vez mais cristalino que o banco Master não aliou-se ao fascismo, mas foi criado para dar suporte financeiro à extrema direita.

Basta ver suas fontes de capitalização: fundos previdenciários, carteira de empréstimos a aposentados e pensionistas à revelia desses; depois, quando essas fontes começaram a secar a partir de investigações, a apresentação de títulos podres de bancos extintos como garantia de liquidez, como o BESC.

E tudo contando com o suporte institucional do Banco Central, cujo presidente à época, Campos Neto e auxiliares próximos, tratavam esse banco de corsários encastelados em arranhas céu como investidores sérios, mesmo quando essa nau pirata bateu no iceberg da desconfiança e investigação começando ir a pique.

Salta aos olhos, ainda, o ar blasé com que se comporta o procurador Paulo Gonet, diante de tantas evidências e provas robustas da prática desse crime continuado contra setores do funcionalismo altamente vulneráveis e indefesos, na medida em que os assaltos contra si praticados tinham autorização de superiores hierárquico. Lamentável!