Jorge Paz Amorim

Minha foto
Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

E agora, Daniel?


O senador Zequinha Marinho(Podemos/PA) foi o único do nosso estado a assinar a PEC apresentada pelos senadores Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro, ambos do PL, que reduz o salário mínimo, extingue a CLT e reduz o valor atual do salário mínimo atual para pouco mais de R$1200,00.

A famigerada proposta atende aos reclamos de empresários inescrupulososm como o presidente da FIESP, Paulo Skaf, que somam-se à politicagem que tenta barrar a PEC da deputada Erika Hilton(PSOL/SP), que reduz de 48 horas a 44 horas semanais de trabalho, já aprovada na Câmara Federal.

Segundo o que até aqui sabemos, a PEC anti trabalhador alcançou 40 assinaturas, embora, por ser proposta de emenda constitucional, necessite de 49 para ser aprovada, constatando-se, assim, que trata-se de manobra visando agradar os endinheirados que detestam ver consolidadas conquistas da classe trabalhadora.

Quanto ao senador paraense enamorado de grilagem de terras e motosserras, que venha a público, ou o candidato do seu partido ao governo do Pará, a fim de esclarecer o porquê da subscrição de proposta tão nefasta à maioria do povo brasileiro, obviamente aí incluso o povo do nosso estado, estado sabidamente campeão de trabalho informal.

domingo, 31 de maio de 2026

Debates urgentes


O candidato ao governo do Pará, Daniel Santos, gravou e divulgou vídeo prometendo acabar com os pedágios criados por Helder Barbalho, no trajeto da Alça Viária.

Até aqui, nenhuma manifestação da atual governadora e candidata à reeleição, Hana Ghassan, a respeito do assunto até mesmo porque a midiazona pisa em ovos pra manter seu cahpabranquismo.

Helder é ligado ao larápio e golpista Michel Temer, que é chegado a Tarcísio de Freitas, este o rei do pedágio em São Paulo, modelo certamente copiado por Barbalho pero no mucho, levando-se em conta a precariedade da pista daquela rodovia paraense.

Curioso é que a base de apoio mais ideologizada.de Daniel reza pela mesma cartilha barbalhista, baseada em privatizações, estado mínimo, arrocho salarial, conforme constatamos durante o flagelo temerário, seguido pelo caos fascista, período 8/2016, até 1/2019, e 1/2019 até 31/2022, quando Lula voltou e colocou o país nos trilhos.

Com efeito, este é um dos muitos debates públicos que precisam ser travados imediatamente a fim de que o povo paraense saiba quais as verdadeiras intenções daqueles que querem governar o Pará pelos próximos quatro anos.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Lula cria a Universidade Federal Indígena(UNIND)


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind). A instituição terá sede em Brasília e poderá se expandir por todo o território nacional.  A previsão é que 2,8 mil estudantes sejam atendidos nos quatro primeiros anos de implantação.

A cerimônia de assinatura do projeto ocorreu no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira, 28, com a presença de ministros do Governo Federal, além de representantes dos indígenas.

Aprovado pelo Congresso em 5 de maio de 2026, depois de consultas a quase 30 povos originários, o projeto de lei 6.132/2025, que propôs a criação da universidade, é de autoria do Poder Executivo. Depois de sancionar a lei, Lula reiterou seu apoio à educação pública e destacou a relevância da sabedoria ancestral para o Brasil.

“A gente não pode prescindir do conhecimento que os povos indígenas acumularam ao longo de tanto tempo nesse país e no mundo. Portanto, eu acho que hoje é um dia gratificante”, afirmou.

“Cabe agora ao Estado brasileiro pegar o prédio, que foi conquistado, prepará-lo, para que a gente possa, no menor prazo de tempo, fazer uma festa com os novos alunos que vão entrar na nova universidade”, sugeriu o presidente.

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, relembrou a demanda histórica dos povos indígenas pela criação da Unind. “Essa foi uma luta de mais de 16 anos dentro do Ministério da Educação, recentemente em articulação com o Ministério dos Povos Indígenas, e hoje é um dia de celebração, não só para os povos indígenas, mas para toda a educação brasileira”, disse.

“O valor da verdadeira reparação histórica”

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) e anfitrião da cerimônia, José Guimarães (PT-CE), chamou a sanção do PL de “momento histórico”. “É uma solenidade aparentemente simples, mas tem o valor da verdadeira reparação histórica que nós estamos fazendo”, avaliou.

Com lágrimas nos olhos, a deputada federal Sônia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas, discorreu sobre o conhecimento originário, fundamental à preservação da natureza. Para ela, na concepção das universidades brasileiras, esse saber foi deixado de lado, mas agora é reconhecido por lei.

“Não se trata apenas de oferecer uma universidade para os indígenas, trata-se de reconhecer que os indígenas têm conhecimento científico e acadêmico para oferecer ao mundo”, definiu Guajajara. “Nossa sabedoria sobre as florestas, sobre a biodiversidade, sobre os ciclos da vida e da natureza, é fundamental no planeta em emergência climática”, pontuou, em seguida.

Igualmente emocionada, Rita Potyguara, representante do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI), fez questão de agradecer Lula pela criação da Unind.

“O Brasil dá hoje um passo muito importante, um passo civilizatório. E esse passo acontece porque este governo compreendeu que nós, povos indígenas, não podemos mais ser tratados apenas como destinatários de políticas públicas. Nós já somos protagonistas da nossa história, da construção desse país, da construção do Estado brasileiro. A construção da universidade é, portanto, um marco do presidente Lula”, reconheceu Potyguara.

Universidade Federal Indígena

Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a Unind volta-se para a formação dos povos originários, nos níveis de graduação e pós-graduação, com base em modelo educacional que fortalece a identidade e os saberes tradicionais em diálogo com o conhecimento acadêmico não indígena.

Em 2024, foram concluídos 20 seminários em todas as regiões do Brasil, apoiados por instituições de ensino superior, no intuito de escutar e fazer intercâmbio com os indígenas.

Entre os cursos de graduação a serem oferecidos pela nova universidade, destacam-se Formação de Professores, Gestão Educacional, Saúde Indígena e Gestão Territorial e Ambiental. Confira abaixo os pilares da Unind:

– Autonomia dos povos indígenas, com a promoção de ensino, pesquisa e extensão sob uma perspectiva intercultural.

– Valorização de saberes, línguas e tradições indígenas.

– Produção de conhecimento científico em diálogo com práticas ancestrais.

– Fortalecimento da sustentabilidade socioambiental.

– Formação de quadros técnicos capazes de atuar em áreas estratégicas para o desenvolvimento dos territórios indígenas.

(Rede PT de Comunicação)

Brasil volta a fazer parte das dez maiores economias do mundo


O Fundo Monetário Internacional(FMI) projeta que, ao final deste ano, o Brasil volta a fazer parte das dez maiores economias do planeta.

O crescimento de nosso Produto Interno Bruto(PIB) na ordem de 1,1%, no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último de 2025, indicam essa melhora.

Assim, encerraremos o ano ostentando um PIB de US$3,3 trilhões, ainda beneficiados pela valorização do real frente ao dólar, outro fator que impulsionou nosso crescimento atual.

E as projeções indicam que podemos atingir a nona colocação, ano que vem, ultrapassando a Rússia, embora, para tal obviamente precisamos seguir a trilha do desenvolvimentismo que nos fez retornar ao lugar que ora ocupamos.

O vira lata 'Rachadinha' como instrumento do imperialismo


Sempre muito oportunas as reflexões feitas pelo professor Leonardo Trevisan, ao site do ICL Notícias, a respeito da conjuntura internacional.

Sobre a viagem do candidato miliciano à presidência da República, Flávio Rachadinha, bastante esclarecedora a relação que o professor nota existir entre esses vira latas latinos e o fascista Marco Rubio, do staff trumpista.

Segundo o professor, o cubano renegado Rubio dorme e acorda todo dia pensando em invadir Cuba, derrubar Claudia Scheinbaum, Lula e Gustavo Petro consolidando um protetorado fascista sob a égide da Casa Branca no continente.

Quem põe freios, parece mentira, nesse plano é o fundamentalista religioso J D Vance, vice de Donald Trump, pois sabe que trata-se de ardil visando a campanha sucessória para 2028, e menos uma solução à doutrina Monroe que dê aos EUA um controle permanente da região.

Ou seja, trata-se de uma briga pela sucessão do atual inquilino da Casa Branca, travada pelo que há de mais extremista no Partido republicano, cujo laboratório são nações soberanas e sob governos altamente populares, que correm o risco de retorno ao fascismo destrutivo, apenas para apascentar apetites canibais de inescrupulosos agentes do império. É ou não é preocupante.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Eleição pra governador, pesquisa pra síndico de condomínio


Acaba de ser divulgada uma pesquisa de intenção de votos, cujo mérito é fazer jus a quem a realizou: Instituto Ampla.

Vai sem ampla assim lá onde o saci perdeu a muleta. Nas 1500 entrevistas feitas em 60 municípios, quase 70% declaram que ainda estão indecisos.

Vale dizer, apenas 1050 manifestaram sua preferência. Em Belém o percentual dos que declaram voto deve ser menor do que o número daqueles que penam diariamente naquela parada onde ficava aquela galeria de botecos e lojinhas, na BR.

Como além de não escolher seu candidato(a), mais de 50% desses entrevistados ainda disseram que podem mudar de voto, então, diante de tanta amplitude, s ó nos resta pedir socorro ao outrora engraçadíssimo 'João Canabrava', da Escolinha do Professor Raimundo, e declarar: fecha a conta e passa a régua. Credo!

E o Brasil de Lula avança em seu processo civilizatório


Em 1/5/2026, Henry Ford instituiu em suas fábricas a jornada de trabalho na escala 5x2, "já é hora de nos livrarmos da ideia de que o lazer dos trabalhadores é tempo perdido..." justificou.

Cem anos depois, debatendo tardiamente essa matéria, um deputado brasileiro de extrema direita investiu furibundo contra isso e sentenciou: trabalhar 60 horas semanais é que leva à prosperidade.

Referia-se, o velhaco parlamentar, a Elon Musk, bilionário estadunidense igualmente fascista que deve estar criando álibis para justificar subrepticiamente maus feitos trabalhistas que pratica mundo a fora.

Dois dias depois do Brasil atingir IDH muito alto, segundo a ONU, voltamos a 1926 com a iniciativa histórica de Henry Ford, ou a 1988, quando setores progressistas defendiam na Constituinte a jornada de 40 horas semanais de trabalho.

Ficou em 44hs, meio termo entre o que defendia o patronato, 48hs; e a proposta de 40hs defendida pela esquerda. Ou seja, ali perdemos a oportunidade de fazer o que o empresário estadunidense havia feito em 1926; felizmente, ontem, demos mais um passo civilizatório nas relações sociais neste país.