Qualquer crescimento no campo da extrema direita é péssimo, dados os exemplos históricos trágicos que sua hegemonia legou ao mundo dito civilizado.
Não é diferente agora, quando esse ajuntamento de fanáticos cresceu de 114 cadeiras no Parlamento Europeu, chegando aos 128 assentos, aumentando o tom de voz do nazi fascismo.
Todavia, é preciso que se respire aliviado na medida em que o estrago poderia ser muito maior, caso esse crescimento não fosse verificado apenas em menos países do que esperado.
Principalmente na França e Alemanha, onde a política externa e a forte influência e/ou submissão ao neoliberalismo levou os atuais governantes a experimentarem derrotas acachapantes.
As privatizações descabidas e o apoio ao nazi gaiato ucraniano levaram Emmanuel Macron à derrota humilhante na França; da mesma forma que o socialista Olaf Scholz acovardou-se, diante da sabotagem estadunidense ao gasoduto que levaria gás à Alemanha e desenvolvimento a seu povo. Optou por cumprir papel subalterno na famigerada OTAN e pagou caro pela tibieza. Que fique a lição!

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