O desemprego no Brasil chegou a 14,4% da população economicamente ativa, na verdade, esse número reflete apenas aqueles que ainda nutrem esperança de arranjar um emprego.
Na verdade, se somarmos esses mais de 14 milhões de desempregados ainda esperançosos, com os que já perderam qualquer perspectiva de ainda achar uma ocupação, esse número torna-se estratosférico.
O percentual acima refere-se ao último trimestre deste ano, sendo maior que o trimestre anterior em 0,3%, e 2,7% maior que o mesmo trimestre do ano passado, quando a falta de trabalho já era crônico.
A Pnad, que atesta esses números vergonhosos, também sentencia que isto reflete a realidade ora vivida, com o emprego formal desabando e a maioria da população economicamente ativa vive de fazer 'bicos'.
Assim, a festança feita pelo agiota e ladravaz Paulo Guedes comemorando a retomada do emprego a partir de dados verificados no mês de março, não passou de vigarice encenada na medida em que o desemprego é predominante.
É por isso que Boçalnaro não quer o Censo 2021, pois sabe que os números da nossa realidade social e econômica atestarão o quadro de flagelo que a política neoliberal impôs ao povo brasileiro, desde o golpe político/jurídico/midiático dado em 2016. Triste!


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