O site Brasil 247 anuncia que Lula passará a semana que vem em Brasília, cumprindo compromissos com jeito de agenda presidencial.
Terá encontros com embaixadores da China e da Rússia, certamente para tentar desanuviar tensões criadas por boquirrotos viralatas do ministério de Boçalnaro contra esses importantes parceiros comerciais.
Tão importantes quanto essas agendas internacionais, tendem a ser seus encontros políticos visando formar uma ampla frente política capaz de aglutinar personagens que podem fazer a diferença na próxima eleição.
Lula não estará mexendo pedras no tabuleiro de xadrez da sucessão estará, caso se confirmem e tenham êxito as tratativas conjecturadas, colocando um novo tabuleiro à mesa capaz de aplicar xeque-mate ainda no primeiro turno.
Há especulações a respeito da saída do ex governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB rumo ao PSB para ser vice de Lula, um movimento que traria à frente liderada pelo ex presidente segmentos políticos outrora adversários ferrenhos seus.
Há, ainda, a possibilidade de uma conversa com o senador Fábio Contarato(Rede/ES), com a proposta concreta de sua saída do seu atual partido, ingresso no PT, que o lançaria candidato a governador de seu estado por essa frente lulista.
Nesse sentido, parece açodado, isolacionista e fatalista a postura que alguns querem adotar no Pará, de apoio incondicional à reeleição do emedebista Helder Barbalho, situação quase inviável sem ao menos um vice saído das fileiras do Partido dos Trabalhadores.
Seria prudente aguardar até que ponto Lula alcançará êxito, para então colocar o partido como legenda auxiliar de gestores que conduzem suas articulações com mão de ferro e tratando aliados como subalternos. Como diria a outra, muita calma nessa hora.


Nenhum comentário:
Postar um comentário