Impressionante como Bolsonaro imagina que a investidura no cargo de presidente dá a ele a prerrogativa de gastar dinheiro público como bem entende e sem freio legal.
Não bastasse o extravagante gasto de dinheiro com os cartões corporativos da presidência, não bastasse o gasto milionário em alguns dias em que se deu férias agora faz outra presepada.
Incomodado com o êxito sanitário, econômico e social das iniciativas do prefeito Edinho Araújo, da cidade de Araraquara(SP), Bolsonaro resolveu brigar com os fatos e impor sua realidade paralela.
Usou o Exército, um coronel deste como prepostos e contratou um espaço da Ceagesp para abarrotar caminhões com cestas básicas e enviar para Araraquara a fim de atender a população daquele município.
Sua intenção malévola era demonizar o prefeito e transformar a população em vítima do lockdown a necessitar de ajuda, canalhice que não obteve qualquer repercussão positiva, dada a situação de normalidade na cidade.
Mais uma vez, apenas o gado deve crer nas boas intenções do presidente em atender uma população aflita pela falta de trabalho e renda; bem distante da realidade de um município que comprovou ser o oposto do que prega Bolsonaro a solução para o genocídio patrocinado pelo presidente.


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