Jorge Paz Amorim
- Na Ilharga
- Belém, Pará, Brazil
- Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Cadê o Yussef?
Matéria da pocilga global versa sobre mais uma operação diversionista da Farsa Jato, dessa vez intitulada idiotamente de 'Câmbio, Desligo', segundo a vil reporcagem, buscando identificar beneficiários da lavagem de dinheiro em offshores.
Mas, o período da investigação vai de 2008 a 2017 e atinge diretamente doleiros que trabalharam para o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ora preso pelo cometimento de um montante de crimes que deixa o ex-mandatário carioca mais volumoso que o Código Penal vigente.
Até o nome do atacante corintiano Emerson Sheik é citado na pantomima lavajatense. Todavia, o nome do mais famoso, mais patife e mais protegido doleiro sequer é referido.
Sim, porque qualquer investigação a respeito de lavagem de dinheiro em offshores que não cite o doleiro oficial dos tucanos, Alberto Yussef, é vigarice diversionista que segue tangenciando o ponto de partida desse esquema montado na Petrobras e em outras empresas estatais vendidas a preço vil, mas que renderam verdadeiras fábulas em dólares aos vendilhões.
Na prática, o país continuará vivendo sob a égide de versões convenientes a respeito do mais traumático episódio recente de nossa história envolvendo as consequências de um processo administrativo espúrio, mas sob total blindagem do Poder Judiciário.
Este, ao apagar rastros, acaba contribui com o mal cheiroso jogral midiático que induz a população a emitir juízos equivocados a respeito do que se vivencia no país, alheio ao fato de que a história no futuro cobrará as responsabilidades dos atores desse processo no momento presente.
E todos que colaboraram com mais esse golpe desferido contra a democracia brasileira sairão tão execrados quanto saíram aqueles que coadjuvaram a aventura de 1964.
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