
Mais do que preso político, Lula passou a ser troféu dos togados de Curitiba que imaginam-se acima da lei e podem dar espetáculos dignos de circo de horrores para deleite da classe média alta e elite.
A juíza das execuções penais onde Lula está confinado, ao proibir a visita de alguém com imunidade diplomática da ONU, ao mesmo tempo que permite um 'furo de reportagem/espetáculo', expôs toda a canalhice togada contida nessa farsa de mau gosto.
Claro que nem Conselho Nacional de Justiça, muito menos Supremo Tribunal Federal moverão um dedo institucional para controlar esse comportamento patológico, na hora de avaliar questões inerentes ao rosário de desmandos nesse processo.
Tudo cairá no mesmo esquecimento em que caiu a patética prisão da cunhada de João Vacari Neto, este outro preso político dessa turba ensandecida, apenas porque foi confundida em uma imagem de circuito interno de banco.
Há dezenas de exemplos desastrados, fornecidos por esses operadores chinfrins do direito. Mas há mais: há estelionato jurídico na apresentação de documentos frios. Quem se importa?
Diante de todo esse horror, só poderíamos ter um desfecho deplorável como esse: um furo de reportagem de uma revista ligada a um contraventor eminência parda do crime organizado no Centro Oeste.

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