
A ratificação da candidatura de Lula pelo PT à presidência da República é, no mínimo, oportuna na medida em que reafirma a desconsideração de uma sentença espúria.
Se não foi provado qualquer crime que acusam Lula de cometer, condenando-o apenas baseado em convicções de fanáticos religiosos e mauricinhos de toga, então, não há porque não lutar pelo restabelecimento da verdade jurídica.
Além disso, a preservação do nome do maior líder político da esquerda como legítimo pleiteante ao cargo ajuda a manter sob tensão vassalos infames das gangues midiáticas, todos visivelmente angustiados com o fantasma que os assombra.
A justiça no Brasil sempre foi classista, seletiva e malandra na medida em que condena sem provas, sentencia através de veículos indevidos e omite-se por conveniência a fim de preservar a impunidade de seus gangsters de estimação.
Dilma foi golpeada por uma quadrilha de malfeitores homiziados em uma espécie de 'Cavalo de Tróia' estacionado no Congresso Nacional, saindo oportunamente de dentro da engenhoca comandados por degenerações de Aquiles, Ulisses, Agamenon cujos feitos notórios eram recorrentes assaltos aos cofres públicos capazes de os ungir à condição de casta de nababos larápios.
Consumada a tomada de poder, esses malfeitores lançaram mão de sua tropa jurídica a fim de fabricar a parte final do plano expulsando o povo, e o maior líder deste, da cena política brasileira fazendo uma festa/farsa pra celebrar en petit comité o nome do novo usurpador.
Por isso, a manutenção do nome de Lula candidato opõe-se à patranha jurídico/midiática/ legislativo e tem potencial mobilizatório espetacular, capaz de derrotar essa malta de celerados metidos a expoentes da política tupiniquim.

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