
Sem qualquer intuito de emitir qualquer juízo de valor a respeito, noto que a análise do cientista político Dornélio Silva, a respeito da tendência na eleição pra deputado federal, abandona o subjetivismo e prende-se ao aspecto numérico.
Trocando em miúdos, na última análise de fôlego publicada pelo Dornélio sua argumentação estava centrada na visão moralista que influiria no eleitor; hoje Silva parte da premissa que as alianças bem costuradas definirão a escolha dos integrantes da nova bancada paraense na Câmara Federal.
Pelo visto, assim como os resultados das pesquisas eleitorais vão levando ao abandono na política do discurso farsante da tara persecutória curitibana, o discurso acadêmico começa a pensar duas vezes antes de super valorizar aquela onda.
Melhor assim. Afinal, o velho ardil direitista de criminalizar a atividade política toda vez que perde espaços nas instituições precisa ser superada pra que as relações de disputa de poder deixem de ser reféns dessa iniquidade. que Rede Globo, mídia em geral, os Padilhas da vida repetem exaustivamente com os propósitos mais torpes que se pode imaginar.

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