Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Conta salgada

UM 'LEXOTAN' DE R$ 7,5 BILHÕES AOS 'MERCADOS'

Reunião do Copom desta 4º feira serviu um 'lexotan' de R$ 7,5 bilhões aos mercado financeiros, com mais uma alta de 0,5 ponto na taxa básica de juro do país. O valor equivale a quase quatro vezes o gasto previsto com o reajuste do Bolsa Família, anunciado no dia anterior, que deixou os 'mercados nervosos' embora beneficie 50 milhões de brasileiros mais pobres. Desde 19 de janeiro, o BC já elevou em 1 ponto a taxa de juros, agora fixada em 11,75% --a mais alta do mundo. Significa que em apenas 41 dias, houve uma transferência de R$ 15 bilhões em recursos fiscais dos cofres públicos aos rentistas detentores da dívida interna. Em 2010, foram pagos, no total, R$ 190 bilhões em juros. O que diz a mídia sobre essa 'gastança' desenfreada?

(Carta Maior; 5º feira-, 03/03/2011)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sinto-me honrado

A propósito de comentários feitos no blog da professora Edilza, por sinal, um dos maiores antros de censura da bolgsfera, por um tal celerado que se assina alguma coisa Fabiano, quero dizer que, a ser verdade o que ocorre entre alunos do Cesupa, pra mim constitui a certeza de que estou do lado certo na medida em que a organização criminosa mantenedora daquela pocilga universitária só pode produzir vilanias daquela espécie. As exceções são a usual homenagem que o vício presta recorrentemente à virtude.
E quem não aguentar, pode ir pescar!

A professora Edilza e a velhinha de Taubaté

A professora Edilza tem todo o direito de cobrar explicações de quem quer que seja. Agora, não pode abstrair sua imensa capacidade crítica desenvolvida na longa militância política e na academia e transformar-se arbitrariamente em uma pessoa ingênua que em tudo acredita.
Repetir o argumento da defesa de Jader, de que este não tem condenação por isso encontra-se em situação semelhante a de qualquer deputado do PT, é absurdo tão inominável quanto inexplicável, posto que nem os advogados de Jader acreditam no que falam, apenas o fazem por dever profissional. E a professora sabe que a prática do partido sempre foi de apurar qualquer denúncia feita contra seus militantes punindo-os quando a culpa é comprovada.
Deve ela lembrar o que ocorreu em 2005, quando era difícil separar fatos de factóides, criados amiude para desgastar Lula. Ainda assim, dirigentes foram punidos e nenhuma manobra foi feita no sentido de obstruir qualquer investigação. A propósito, o ex-deputado José Dirceu tem declarado reiteradamente que não tem mandato, logo, não tem foro privilegiado, portanto, seu processo já deveria estar em alguma vara federal, e não no STF, a fim de tramitar com mais celeridade.
Completamente o oposto de Jader, que passou quase toda sua trajetória política escudado em mandatos, não só para descaracterizar a imunidade, com o acréscimo do "p", mas, também, para ter à disposição meios que impeçam que os processos a que responde tramitem. Não há qualquer argumento baseado em boa vontade cristã que sustente esse estapafúrdio benefício da dúvida que Edilza concede a Barbalho que justifique a tal comparação. A diferença entre patrimônios fala por si.
Finalmente, como se está aqui a rechaçar atitudes ingênuas, que fique registrada a descrença total em bons propósitos contidos na defesa veemente que a professora faz de Jader. Então, o que será que está por trás dessa profissão de fé na conversão à seriedade do Barbalhismo?

Ele passou por lá?

A Prefeitura de Ananindeua construiu um "elefante branco", ao lado do Ginásio de Esportes, há cerca de três anos. À época, foi dito que aquilo seria um terminal de integração aonde seria feito o transbordo dos passageiros para o seu endereço. Nunca funcionou, não pelo menos para atender essa finalidade. Pode até ter servido para algumas outras atividades, digamos, lúdicas.
Agora, talvez por conta do Carnanindeua, o inoperante alcaide ananin deve ter passado eventualmente pela área e visto aquele equipamento público ocioso e resolveu usar o jornal da família para anunciar que está pondo em funcionamento aquele equipamento. Tomara Deus, seja verdade.

É tudo factóide

Paulo "Cupim" não quer transparência. Aliás, nem é a dele conforme ficou demonstrado por Ana Célia Pinheiro e Lúcio Flávio Pinto nas obras do Hangar e Estação das Docas. O primeiro, consumiu mais de R$70 milhões para ser montado em cima de uma estrutura já existente; a segunda, prevista para custar R$6 milhões, acabou consumindo pelo menos quatro vezes mais, espancando brutalmente o princípio da moralidade pública e a Lei Nº 8666.
O que quer "Cupim", na verdade, é impor constrangimentos às custas dos factóides que vêm criando para passar a falsa ideia de que é uma administração austera substituindo outra perdulária, ignorando por completo os inúmeros casos de flagrante mau uso do dinheiro público de 2003 a 2006, por exemplo, caso Cerpasa, Projeto Alvorada, uso indevido da estrutura pública em campanha eleitoral, além dos malfeitos citados anteriormente.

terça-feira, 1 de março de 2011

Estão satisfeitos?

O que será que dá na direção do Sintepp para pedir 12% de aumento e resignar-se com a suspensão do PCCR?
Logo eles que, até um ano atrás, só falavam nas perdas históricas de 65%, ignorando solertemente não haver perda salarial durante o governo Ana Júlia, além do envio do citado e sonhado PCCR à Assembléia Legisativa. Isto sem falar no já anunciado corte de 50 horas dos docentes estaduais, aliás, como nos velhos tempos tucanos.
Pelo jeito, aqueles líderes sindicais estão de volta para o aconchego do ninho reatando aquela antiga relação sadomasô. E dane-se a categoria!

"Encarcerando" a informação

Segundo o projeto "Mulheres Encarceradas", da Defensoria Pública de São Paulo, há mulheres nos presídios paulistas que não tem sequer acesso a absorvente íntimo e que acabam usando miolo de pão para suprir a necessidade daquele produto de higiene; e foram encontradas presas há mais de ano nessa condição, sem que a prisão tivesse sido informada ao juiz competente.
Obviamente, isto não vira escândalo nacional porque ocorre em São Paulo. Se fosse por aqui, e no governo Ana Júlia, já teria sido transformado em espetáculo nacional.