segunda-feira, 28 de julho de 2014

Brasil proporá tarifa zero entre países do Mercosul, Colômbia, Chile e Peru

O Brasil proporá, terça-feira (29), em Caracas, na reunião dos presidentes dos cinco países-membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul), a redução a zero das tarifas de importação de produtos entre o bloco e a Colômbia, o Peru e o Chile. Apesar de não pertencerem ao bloco, os três países mantêm acordos de redução de tarifas com os membros do Mercosul.

De acordo com o vice-secretário-geral da América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores, Antônio Simões, o bloco já tem acordos de redução de tarifas de importação, a chamada desgravação tarifária. A intenção do governo é antecipar a vigência da tarifa zero.

“São acordos que têm, de um lado, o Mercosul e, do outro, a Colômbia, o Peru e o Chile e existem acordos entre eles. A proposta é que, nos acordos que já existem, que foram assinados e estão em vigor – entre Mercosul e Peru, entre Mercosul e Chile e entre Mercosul e Colômbia – antecipar o final do acordo, antecipar a vigência da tarifa zero. Hoje, conforme o que foi assinado, a tarifa zero viria no final de 2019. Nós propomos antecipar para o final deste ano,” explicou o embaixador.

Caso os países do Mercosul concordem com a proposta, o passo seguinte será realizar uma reunião do bloco com cada um dos três países. Essa proposta, que já foi discutida anteriormente, voltará à pauta nesta reunião, disse Simões. “O Brasil levantou esses pontos e os três países já manifestaram o desejo de trabalhar na liberalização do comércio. É claro que vamos ver como fica isso para os demais países do Mercosul e depois para os demais países com os quais queremos trabalhar.”

Colômbia Peru e Chile integram a Aliança do Pacífico, bloco comercial que inclui ainda o México e a Costa Rica. A proposta é realizar uma reunião com a Aliança do Pacífico antes de dezembro. O Mercosul tem também acordos de liberalização comercial com a Bolívia e o Equador.

Segundo o embaixador, o interesse do Brasil em antecipar a redução das tarifas explica-se pelo aumento no comércio com os três países e por envolver produtos manufaturados. “De 2002 a 2013, por exemplo, o comércio com a Colômbia aumentou 300%, com o Peru, 389%, e com o Chile, 200%”, informou Simões. “É um comércio importante porque envolve produtos manufaturados. Que são de alto valor agregado, que rendem empregos com carteira assinada.”
A 46ª Cúpula do Mercosul também marca o retorno do Paraguai ao bloco regional, do qual o país tinha sido suspenso em 2012. Na época, os outros membros do Mercosul (Argentina, Brasil e Uruguai) questionaram a rapidez com que o Congresso paraguaio destituiu o então presidente Fernando Lugo, que teve apenas duas horas para se defender das acusações de mau desempenho no cargo, na verdade um golpe contra a democracia.

Além dos presidentes do Brasil, Dilma Roussef, da Argentina, Cristina Kirschner, do Paraguai, Horacio Cartes, do Uruguai, José Mujica, e da Venezuela, Nicolás Maduro, estará presente o presidente da Bolívia, Evo Morales, cujo país está associado ao bloco e em processo de incorporação como membro pleno.

(Blog do Planalto/EBC)

Propinão da bandidagem tucana: ex-chefe da Casa Civil de governador tucano(SP) teria feito o seu 'Minha Casa, Minha Vida' com dinheiro público 'lavado' na Suiça


O Ministério Público de São Paulo avalia haver indício de que dinheiro depositado em uma conta na Suíça pertencente ao conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), pagou a compra de sua residência no bairro do Morumbi, em São Paulo, hoje avaliada em R$ 4 milhões. A Promotoria também requisitou à Justiça que todos os recursos localizados nessa conta sejam transferidos em favor da Fazenda do Estado de São Paulo.

Parecer técnico do Ministério Público revela que no mesmo dia em que transferiu US$ 1,15 milhão da Suíça para o Coutts Bank, banco nos Estados Unidos, o conselheiro fechou a compra do imóvel na capital paulista. A Promotoria apurou que os vendedores do imóvel onde reside Marinho mantêm conta na mesma instituição financeira para a qual ele fez a transferência. As duas operações - transferência do dinheiro e a compra - ocorreram no dia 28 de setembro de 1998.


Marinho possui, além do imóvel no Morumbi, uma ilha em Paraty (RJ), uma casa em Ubatuba (SP) avaliada em R$ 7 milhões, e outros bens. Para o Ministério Público, essa movimentação bancária é o primeiro indício importante que liga a aquisição de patrimônio pelo conselheiro a dinheiro de propina que o ex-chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB) teria recebido da empresa Alstom.

De acordo com os promotores, Marinho recebeu propina para favorecer a multinacional francesa em contrato da área de energia do governo paulista, entre 1998 e 2001, denominado Gisel II - empreendimento da antiga Eletropaulo, sucedida pela Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE).

A Justiça de São Paulo vai decidir se acolhe pedido do Ministério Público estadual de afastamento de Marinho de suas funções no Tribunal de Contas sob alegação de que ele não pode permanecer no cargo de fiscalização de dinheiro público, diante de fortes suspeitas de improbidade.

A conta Higgins e os valores movimentados jamais foram mencionados nas declarações de renda apresentadas por Marinho à Receita em 2001 e 2002 e em 2008 e 2009 . "Apenas esse fato já seria suficiente para levar à perda do cargo, conforme artigo 13 da Lei 8.429/1992", assinala o Ministério Público no pedido de afastamento do conselheiro.

Rastreamento

A pista sobre a transação imobiliária surgiu no rastreamento de valores que transitaram pela conta 17321-1, em Genebra, de titularidade da offshore Higgins Finance, da qual Marinho e sua mulher, Maria Lúcia, detêm os direitos econômicos.

A Promotoria afirma que Marinho recebeu nessa conta US$ 2,7 milhões da Alstom e da Cegelec, sua coligada, por meio de empresas de fachada, contratadas para supostos serviços de consultoria.

O parecer técnico da Promotoria e a análise de documentos enviados pela Suíça informam que a Higgins, constituída nas Ilhas Virgens Britânicas, repassou US$ 1,15 milhão em setembro de 1998 para uma conta do CouttsBank & Co. Zurich, "aos cuidados de Nicolas Godell", para posterior transferência a uma agência do Chase Manhattan de Nova York.

No mesmo dia, em São Paulo, Marinho e a mulher compraram o imóvel localizado na Rua General Pereira da Cunha pelo total declarado de R$ 600 mil.

Os antigos proprietários, Ademar Lins de Albuquerque e Maria Dorothea Valdetaro Lins de Albuquerque, haviam comprado a casa em 1.º de março de 1996 do engenheiro Arthur Gomes Teixeira e de sua mulher, pelo mesmo preço (R$ 600 mil). Segundo o Ministério Público, Teixeira "é investigado por seu envolvimento no pagamento de propina a outros agentes públicos, inclusive seus sigilos fiscal e bancário foram quebrados".

Em depoimento ao Ministério Público, no dia 26 de março deste ano, Ademar Albuquerque confirmou possuir conta no CouttsBank de Miami (Florida, EUA) mas "negou qualquer irregularidade". O Estado tentou contato com o casal por telefone mas não o localizou. A confirmação de que Albuquerque e a mulher receberam o valor do imóvel nos Estados Unidos depende de quebra de sigilo por meio de pedido de cooperação jurídica internacional, que deverá ser feito pelo Ministério Público.

Movimentação

A conta Higgins foi aberta em 10 de março de 1998 no antigo Banco Crédit Lyonnais de Genebra, atualmente Crédit Agricole. De acordo com a Promotoria, uma semana depois de abrir a conta Higgins, Marinho recebeu propina da Alstom e da Cegelec, por intermédio da consultoria MCA Uruguay, que depositou US$ 146,46 mil. Os primeiros cinco repasses para a conta de Marinho, que antecederam a compra da casa no Morumbi, ocorreram entre março e 2 de setembro de 1998, somando US$ 1,62 milhão. Desse montante saiu o valor para a aquisição do imóvel.

A conta teria sido abastecida durante sete anos, até março de 2005, segundo os investigadores. Documento do Ministério Público da Confederação Suíça, subscrito em 25 de abril de 2014, informa que US$ 3,059 milhões encontrados na conta Hinggins foram bloqueados.

O parecer técnico elaborado por uma perita do Centro de Acompanhamento e Execução (CAEX), braço do Ministério Público, esmiuçou relatórios financeiros enviados pelos investigadores suíços e da França.

O documento mostra que entre 13 de março de 1998 e 15 de março de 2005 a conta Higgins recebeu 17 aportes, dos quais sete realizados pelo empresário Sabino Indelicato - amigo, sócio e ex-secretário municipal de Obras de Marinho na Prefeitura de São José dos Campos (SP), nos anos 1980. O Ministério Público de São Paulo e o Ministério Público Federal pretendem rastrear também as contas de Indelicato.

Propina

De acordo com investigações do Ministério Público, Marinho recebeu US$ 2,7 milhões em propinas da Alstom para votar favoravelmente a um aditivo, sem licitação, do projeto Gisel II, que estendeu a garantia dos equipamentos fornecidos pela multinacional à Eletropaulo. "Inexistem dúvidas de que Robson Marinho foi um dos responsáveis pela implementação do aditivo 10 ao contrato Gisel II da Eletropaulo e EPTE e também um dos beneficiários do esquema", afirma a Promotoria.

Os promotores sustentam que contra Marinho e outros investigados foram "produzidas provas orais e documentais que revelaram um grande esquema de superfaturamento de preços da ordem de 17% do total do aditivo 10 ao contrato Gisel II, e ainda de ladroagem de dinheiro público".

Para os investigadores, documentos obtidos no Brasil e os enviados pela Franca e pela Suíça "formam um conjunto robusto de provas" sobre o superfaturamento de preços de produtos fornecidos pela Alstom e Cegelec à Eletropaulo e EPTE.

Além da investigação da Promotoria de Defesa do Patrimônio de São Paulo, o conselheiro é alvo de um inquérito criminal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque detém foro privilegiado perante a Corte.

(Os Amigos do Presidente Lula/ O Estado de São Paulo)

Pela suspensão do tratado de livre comércio do Mercosul com Israel

Países do Mercosul debaterão uma posição comum diante de Israel ma próxima terça-feira em Caracas, posição que só pode ser a suspensão do Tratado de Livre Comércio

Em 2010 o Mercosul assinou um Tratado de Livre Comércio com Israel. Foi o primeiro Tratado desse tipo assinado pelo Mercosul com um país de fora da América Latina.

Foram exaltadas as boas perspectivas econômicas que o intercâmbio traria, sem nenhum outro tipo de consideração, de ordem política ou moral. Mas chegou o momento de colocar em discussão a pertinência desse Tratado, justamente quando na próxima terca-feira se reúne o Mercosul em Caracas e o tema da condenação de Israel por sua brutal ofensiva em Gaza foi proposto pelo Brasil.

O ex-presidente dos EUA Jimmy Carter, depois da sua visita à Palestina, publicou um livro que já no seu título, em 2006, apontava para o que acontece, de forma similar ao que ocorreu na África do Sul: “Palestina: paz e não apartheid". Porque se trata disso: de uma política de Israel que não somente impede que seja realidade a decisão da ONU de que os palestinos tenham um Estado da mesma forma que Israel, mas que além disso implementa uma política nos territórios ocupados que tem muita semelhança com a política do apartheid na África do Sul.

A forma como são tratados os palestinos tem um fundo explicitamente racista – que apareceu de forma ainda mais explícita em algumas manifestações agora, durante a nova ofensiva sobre Gaza. Quem conhece as formas como são tratados os palestinos na Cisjordânia não tem nenhuma dúvida de que há um componente fortemente racista na política israelense com os palestinos

Mais ainda do que isso, os muros e os assentamentos que esquartejam os territórios ocupados os fazem se assemelhar aos bantustanes da África do Sul da era do apartheid. Cada vez mais se divide a Cisjordânia por novos assentamentos que não param de ser instalados, até que suas distintas partes não tenham mais contato entre si, sejam pedaços de territórios ainda mais isolados.

Em Gaza a situação é ainda muito pior: bloqueada desde 2008, é considerada o campo de concentração a céu aberto maior do mundo. A população vive um apartheid ainda pior, sem as condições mínimas de sobrevivência, cercada, fechada, aprisionada.

Não bastasse tudo isso, Israel se dedica, a cada tanto tempo, a bombardear, a invadir, a destruir a Gaza, com vários milhares de mortos, entre eles grande maioria de população civil, sobretudo de crianças, mulheres e idosos. Esta nova ofensiva genocida recebe a condenação mundial, Israel nunca esteve tão isolado, salvando-se apenas pelo voto dos EUA no Conselho de Segurança da ONU de sofrer sanções.

Os países do Mercosul debaterão uma posição comum diante de Israel na próxima terça feira em Caracas, posição que só pode ser a de suspensão do Tratado de Livre Comércio. Contra o apartheid sul-africano, o isolamento diplomático teve efeitos, mas muito mais teve o boicote econômico. Os EUA tinha o mesmo argumento de agora, de que essa atitude isola e dificulta negociações, etc., etc. Os mesmos argumentos que outros utilizam agora.

O Brasil só coloca exceções no comércio com Israel no caso de mercadorias produzidas nos assentamentos israelenses nos territórios palestinos. Mas é preciso avançar muito mais, para o boicote econômico, até que Israel cumpra a decisão da ONU, termine com a ocupação territorial, para que se instale o Estado Palestino, da mesma forma que existe um Estado de Israel.

(Emir Sader/ Carta Maior)

domingo, 27 de julho de 2014

A encenação torpe(mais uma) da mídia


Que fique esclarecido de uma vez por todas, o relatório do ministro do TCU e sósia do personagem Zé do Burro da novela O Bem Amado, o pefelista José Jorge é uma bosta e não se sustentará em instâncias judiciais, servirá apenas para dar algum sentido à farsa montada pela oposição privata, que fez de Pasadena o cavalo de Tróia que tentaram colocar na Petrobrás, em obediência às determinações das multinacionais do petróleo.

Da mesma forma, afirmar que o desastrado relatório isentou a presidenta Dilma de responsabilidades pela compra daquela refinaria no deserto do Texas é jogar a areia daquele deserto nos olhos da população brasileira. Primeiro, porque não houve qualquer irregularidade na referida transação, tanto que Pasadena já gera lucros financeiros, além do inestimável know-how adquirido pela estatal brasileira no refino de alta tecnologia; segundo, porque o próprio Zé do Burro, ops, José Jorge, desmente ter sido procurado por petistas a fim de fazer qualquer acordo.

Na verdade, a isenção dos membros da composição do Conselho naquela época foi visando beneficiar os empresários Jorge Gerdau e Fábio Barbosa; além dos ex-ministros tucanos Rodolfo Tourinho e Pedro Malan, a ex-ministra do STF e quase candidata a vice na chapa presidencial tucana para outubro, Ellen Gracie, todos integrantes daquele conselho nos tempos de FHC e responsáveis pelo rombo de R$2,12 bilhões, gerado pela compra da estatal argentina OGX, e ainda sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários(CVM). O resto não passa de mais uma fornicação safada praticada pelos concubinos privatas e mídia bandida. Apenas isso.

Brasil é exemplo em avanços sociais, diz ONU

Vida longa e saudável, educação e padrão de vida decente: o Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), divulgado estasemana, mostrou um crescimento sólido e constante do Brasil nesses três critérios.

Dos 102 países compõem os grupos de Desenvolvimento Humano Muito Alto e Alto , apenas 18 tiveram melhoria no ranking do Pnud e o Brasil foi um deles.

“Somos um dos países com mais pontos positivos. Não há nenhuma referência negativa ao Brasil. Somos citados como exemplo com ações de combate à pobreza, políticas de valorização do salário mínimo e aumento da taxa de emprego”, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello sobre o avanço do país.

Segundo a ministra, o país estaria ainda melhor se o relatório usasse dados atualizados das conquistas sociais do país, segundo Campello. Os dados atuais de anos de estudo e expectativa de vida, por exemplo, elevariam o país a 67º do ranking.

O relatório, divulgado nesta quinta (24), aponta que, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,744, o Brasil melhorou e está em 79º entre os 187 países e territórios do ranking. Este IDH é superior à média da América Latina e do Caribe (0,740) e ao IDH calculado para os países de Alto Desenvolvimento Humano (0,735), grupo do qual o Brasil faz parte.

(Agência PT)

Uma 'viagem' em família



Falando de corda em casa de enforcado


Mestre da ordenha escrotal, o mercenário do escrevinhamento de alcunha planaltina resolveu falar de corda em casa de enforcado. Discorre a respeito de rejeição do eleitor, tema que nem os seus patrões certamente gostam de ouvir falar, principalmente depois que Simão Lorota saiu por aí sendo hostilizado em todos os municípios que percorreu, uma espécie de Carlos Imperial da política. Vai ver que Simão também acha que só a vaia consagra.

Claro que o vigarista em nenhum momento toca no nome de FHC, campeão eterno da rejeição e capaz de levar o candidato que o defende ao quinto dos infernos eleitoral. É que TODOS os institutos de pesquisa constatam que 60% do eleitorado brasileiro querem distância sem notícia daquele candidato que tiver identidade política com o 'Príncipe da Privataria', vale dizer, nada é mais rejeitado ainda hoje do que a tragédia experimentada na passagem dos anos 90, do século passado, para o início deste, quando o Brasil vivia na calçada do FMI como mendigo e o povo brasileiro experimentava o gosto amargo dos planos de demissão voluntária, em vez de empregos; um salário mínimo de U$70, cinco vezes menor do que o atual; uma taxa de juros na faixa dos 45% ao mês; taxa de desemprego quatro vezes maior do que a atual, entre outras mazelas impostas pelo comprador de reeleições.

Claro que as sandices escrevinhadas sob efeito de um eventual 'aecismo' não passam de 'viagem' e nada tem a ver com a realidade. Porém, significam a contrapartida daquilo que o dinheiro compra e é entregue em forma de análise. Os panfletos que publicam parecem indiferentes ao desgaste sofrido com eventual leitura desse estelionato jornalístico. Já o público disso não tomará conhecimento, a não ser meia dúzia de basbaques saudosos dos tempos privatas. Mas esses já não enchem uma kombi, daí ficar tudo como está.

Nos tempos dos privatas bons de bico


A verdade incontestável: O Brasil, aquele país que vivia na calçada do FMI pedindo esmola, mudou da água para o vinho e hoje o que diz e o que faz é matéria importante para a imprensa mundial. A Copa das Copas deu ainda mais visibilidade do sucesso crescente da nossa Pátria que influencia cada vez mais a comunidade internacional. São novos tempos que pouco a pouco enterram o 'País para poucos' e cada vez mais consolida o 'País para todos' e isso atiça a vingança da mídia familiar, pretensa dona do Brasil, que vê seus poderes serem colocados em xeque.

(Aposentado Invocado/via A Justiceira de Esquerda)

sábado, 26 de julho de 2014

De cegos e anões

Chamar o Brasil de anão diplomático, no momento em que nosso país acaba de sediar cúpula dos Brics, mostra grau de cegueira e de ignorância a que chegou Telaviv

Se não me engano, creio que foi em uma aldeia da Galícia que escutei, na década de 70, de camponês de baixíssima estatura, a história do cego e do anão que foram lançados, por um rei, dentro de um labirinto escuro e pejado de monstros. Apavorado, o cego, que não podia avançar sem a ajuda do outro, prometia-lhe sorte e fortuna, caso ficasse com ele, e, desesperado, começou a cantar árias para distraí-lo.

O anão, ao ver que o barulho feito pelo cego iria atrair inevitavelmente as criaturas, e que o cego, ao cantar cada vez mais alto, se negava a ouvi-lo, escalou, com ajuda das mãos pequenas e das fortes pernas, uma parede, e, caminhando por cima dos muros, chegou, com a ajuda da luz da Lua, ao limite do labirinto, de onde saltou para densa floresta, enquanto o cego, ao sentir que ele havia partido, o amaldiçoava em altos brados, sendo, por isso, rapidamente localizado e devorado pelos monstros que espreitavam do escuro.

Ao final do relato, na taverna galega, meu interlocutor virou-se para mim, tomou um gole de vinho e, depois de limpar a boca com o braço do casaco, pontificou, sorrindo, referindo-se à sua altura: como ve usted, compañero… con el perdón de Dios y de los ciegos, aun prefiro, mil veces, ser enano…

Lembrei-me do episódio — e da história — ao ler sobre a convocação do embaixador brasileiro em Telaviv para consultas, devido ao massacre em Gaza, e da resposta do governo israelense, qualificando o Brasil como irrelevante, do ponto de vista geopolítico, e acusando o nosso país de ser um “anão diplomático”.

Chamar o Brasil de anão diplomático, no momento em que nosso país acaba de receber a imensa maioria dos chefes de Estado da América Latina, e os líderes de três das maiores potências espaciais e atômicas do planeta, além do presidente do país mais avançado da África, país com o qual Israel cooperava intimamente na época do Apartheid, mostra o grau de cegueira e de ignorância a que chegou Telaviv.

O governo israelense não consegue mais enxergar além do próprio umbigo, que confunde com o microcosmo geopolítico que o cerca, impelido e dirigido pelo papel executado, como obediente cão de caça dos EUA no Oriente Médio.

O que o impede de reconhecer a importância geopolítica brasileira, como fizeram milhões de pessoas, em todo o mundo, nos últimos dias, no contexto da criação do Banco do Brics e do Fundo de reservas do grupo, como primeiras instituições a se colocarem como alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, é a mesma cegueira que não lhe permite ver o labirinto de morte e destruição em que se meteu Israel, no Oriente Médio, nas últimas décadas.

Se quisessem sair do labirinto, os sionistas aprenderiam com o Brasil, país que tem profundos laços com os países árabes e uma das maiores colônias hebraicas do mundo, como se constrói a paz na diversidade, e o valor da busca pacífica da prosperidade na superação dos desafios, e da adversidade.

O Brasil coordena, na América do Sul e na América Latina, numerosas instituições multilaterais. E coopera com os estados vizinhos — com os quais não tem conflitos políticos ou territoriais — em áreas como a infraestrutura, a saúde, o combate à pobreza.

No máximo, em nossa condição de “anões irrelevantes”, o que poderíamos aprender com o governo israelense, no campo da diplomacia, é como nos isolarmos de todos os povos da nossa região e engordar, cegos pela raiva e pelo preconceito, o ódio visceral de nossos vizinhos — destruindo e ocupando suas casas, bombardeando e ferindo seus pais e avós, matando e mutilando as suas mães e esposas, explodindo a cabeça de seus filhos.

Antes de criticar a diplomacia brasileira, o porta-voz da Chancelaria israelense, Yigal Palmor, deveria ler os livros de história para constatar que, se o Brasil fosse um país irrelevante, do ponto de vista diplomático, sua nação não existiria, já que o Brasil não apenas apoiou e coordenou como também presidiu, nas Nações Unidas, com Osvaldo Aranha, a criação do Estado de Israel.

Talvez, assim, ele também descobrisse por quais razões o país que disse ser irrelevante foi o único da América Latina a enviar milhares de soldados à Europa para combater os genocidas nazistas; comanda órgãos como a OMC e a FAO; bloqueou, com os BRICS, a intervenção da Europa e dos Estados Unidos na Síria, defendida por Israel, condenou, com eles, a destruição do Iraque e da Líbia; obteve o primeiro compromisso sério do Irã, na questão nuclear; abre, todos os anos, com o discurso de seu máximo representante, a Assembleia Geral da Nações Unidas; e porque — como lembrou o ministro Luiz Alberto Figueiredo, em sua réplica — somos uma das únicas 11 nações do mundo que possuem relações diplomáticas, sem exceção – e sem problemas – com todos os membros da ONU.
(Mauro Santayana/ Carta Maior)

Ferrovia Norte-Sul começa a operar entre Palmas e Anápolis

A autorização para o início da operação comercial do trecho da Ferrovia Norte-Sul compreendido entre os pátios de Porto Nacional (quilômetro 720) e Gurupi (quilômetro 940), entre os estados de Tocantins e Goiás, foi publicada na edição de sexta-feira do Diário Oficial da União (25).

O trecho está situado entre Palmas (TO) e Anápolis (GO) e terá como finalidade o transporte comercial de cargas. Depois de concluída, a ferrovia contará com mais de 4.000 quilômetros compreendidos entre Barcarena (PA) e Rio Grande (RS).

A Ferrovia Norte-Sul foi projetada com o objetivo de promover a integração do território nacional, diminuir custos para transporte de cargas e interligar as regiões brasileiras, por meio das suas conexões com ferrovias novas e existentes.

Iniciado ainda na década de 1980, a partir de ligação com a Estrada de Ferro Carajás, o empreendimento terá a extensão de 4.155,6 quilômetros quando concluído e cortará os estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

(Agência PT)

Com Pronaf, 3,9 milhões de agricultores compraram 600 mil máquinas

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Lançado para combater os efeitos da crise internacional de 2008, o Mais Alimentos equipou 3,9 milhões de sítios de famílias agricultoras com 600 mil máquinas e movimentou mais de R$ 24 bilhões em compras na indústria nacional. “As indústrias são os grandes produtores de parte dessas tecnologias que queremos que cheguem às nossas propriedades, que sejam acessadas pelo produtor. Tudo isso integra o projeto de desenvolvimento econômico e social”, diz o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto.
Essas ações beneficiam 24,8 milhões de pessoas nas áreas rurais e garante o emprego nas cidades. Na fábrica da Man em Resende (RJ), por exemplo, as compras feitas pelo MDA, somadas às compras feitas pelo Exército, fizeram a produção da indústria aumentar em média 400 caminhões por mês. E a Caterpillar, que tem sede em Piracicaba (SP), gerou cinco mil empregos diretos e indiretos para atender a demanda do programa.

Só na safra 2013/2014, foram financiados cerca de 43,44 mil tratores e veículos de carga, somando um valor de R$ 2,3 bilhões. A previsão para a safra 2014/2015, que já está em andamento, é aumentar esses números em 20%. “Estamos estimulando a ampliação do volume da produção da agricultura familiar, e isso se traduz em renda, qualidade de trabalho e qualidade ambiental”, diz Rosseto.

Agora, os equipamentos produzidos pela indústria nacional também vão cooperar com o aumento da produção e com a segurança alimentar de seis países: Gana, Senegal, Moçambique, Zimbábue, Quênia e Cuba. O total de tratores previstos para a exportação é de 2.521 neste ano, dentro do programa Mais Alimentos.

Além do financiamento para incentivar a produção da porteira para dentro, compras governamentais incentivaram a reforma das estradas vicinais, essenciais para levar a produção, com 18.071 máquinas doadas para 5.071 prefeituras. “São programas fundamentais para o Brasil e são fundamentais para a indústria”, afirmou o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan.

(Agência PT)

A mentira tem pernas curtas, memória adúltera e compromisso zero com a verdade


Mais uma vez, o panfleto liberal precisa recorrer à empulhação e fazer contorcionismos na vida funcional de Simão Lorota acrescentando-lhe 14  anos de labuta não comprovada para dar verossimilhança à relação patrimônio/carreira do dito cujo. Malabarismo diga-se, com as digitais imundas daquele trapezista escrotal de alcunha planaltina, que faz seus volteios em torno da região escrotal do governador.

É a própria biografia de Jatene na Wikipédia que informa ter ele começado sua vida pública em 1983, portanto, há 31 anos, e não 45 , conforme a vigarice do panfleto, e como secretário do governo Jader Barbalho, de 1983 a 1985. Antes, como declarou o próprio, dava aulas e cantava em bares na noite belenense, sem que se tenha notícia do lançamento de qualquer hit, qualquer sucesso musical que justificasse o crescimento patrimonial apenas como fruto da atividade profissional.

Repita-se o dito anteriormente neste blog: o governador não precisa condicionar a apresentação pública de seu patrimônio a atitude semelhante do filho de Jader. Faria muito bem à sua biografia apresentar seu patrimônio independente de qualquer confronto. Também em nada ajuda a defesa de sua honradez ficar nas mãos desse jornalixo despido de qualquer credibilidade e recorrente à distorção dos fatos. Basta o governador vir a público e mostrar que todos os imóveis adquiridos na área que possui o metro quadrado mais caro do mercado imobiliário paraense e mostrar os documentos de como isto se deu.

Da forma como está posta essa polêmica, mais cria dúvidas do que gera certezas e indica ao eleitor, ao cidadão, que a razão só favorece os contendores a quando do levantamento das suspeitas em relação ao adversário. No entanto, quando se trata de apresentar a defesa, o melhor é tampar as narinas tal é a quantidade de incertezas que gera, como se entrasse em cena aquele demônio enganador de que falava o filósofo René Descartes. Credo!

Cínicos e dissimulados


FHC e piguentos afirmam que o palanque de Aécio "é robusto e unido", enquanto o de Dilma é marcado pela desunião. Cinismo pouco é bobagem. Falam como se o escândalo do 'Aécioporto' fosse obra do jornalismo investigativo(?) da imprensa brasileira, ignorando o 'fogo amigo' que vem fazendo um estrago na campanha do trêfego e tropego senador mineiro.

Claro que continuarão tangenciando a questão principal, a briga de foice entre tucanos paulistas e mineiros, sendo pouco provável que algum deles tenha a coragem de abordar a represália paulista contra Aécio, como troco contra o neto de Tancredo Neves, tido e havido como o mentor das denúncias que bagunçaram o coreto de José Serra, em 2010, e deram origem ao best-seller do jornalista Amaury Ribeiro Jr, 'A Privataria Tucana'.

É nesse clima de paz nos pântanos que manterão as aparências e continuarão fazendo papel de trouxas, principalmente quando supões que o eleitorado brasileiro é que é o trouxa.

A última dessa "união" foi o surgimento, no interior de São Paulo, da tal chapa cognominada 'Edualdo', em que a campanha pela reeleição do tucano Geraldo Alckmin ao governo do estado de São Paulo descarta Aécio e adota o pessebista Eduardo Campos, em escancarado flagra de adultério eleitoral contra o companheiro de partido. Pior é a explicação dada pra justificar como esse batom foi parar na cueca dos alckmistas: visa assegurar a realização de um segundo turno. É mais uma cama atirada ao fogo como medida preventiva contra a cornada. Credo!

Salafrário FHC também construiu um 'Aécioporto'


Nessa história de aeroporto, acabei redescobrindo mais um escândalo tucano que a mídia varreu para baixo do tapete, enquanto tocava o bumbo “mensalão, mensalão, mensalão”.

Trata-se de um aeroporto feito pela Camargo Correia, de presente para o então presidente Fernando Henrique Cardoso.

A Istoé publicou, em 18 de agosto de 1999, uma reportagem sobre a construção de um aeroporto na propriedade da Camargo Correia, uma das principais doadoras (senão a principal) no Brasil para campanhas eleitorais.

A fazenda da empreiteira, e logo também o aeroporto, por “concidência”, ficavam (e continuam lá) exatamente ao lado da fazenda Corrego da Ponte, de Fernando Henrique.

Eu separei um trecho delicioso da reportagem:

A atração na Pontezinha é uma ampla pista de pouso que costuma receber mais aviões tripulados pela corte do presidente do que jatinhos de uma das maiores empresas do País. “Nunca vi avião nenhum da Camargo Corrêa pousando ali. Mas da família de Fernando Henrique não pára de descer gente”, conta o fazendeiro Celito Kock, vizinho de ambos e atento observador do trânsito aéreo na região. A pista particular tem 1.300 metros de comprimento e 20 metros de largura, asfaltados numa grande área descampada. Um estacionamento com capacidade para 20 pequenas aeronaves completa o aeródromo.

A pista, avaliada em R$ 600 mil, começou a ser construída no dia 1º de julho de 1995 e foi concluída em 30 de setembro daquele ano. Apesar de ter os equipamentos necessários para a obra, a Camargo Corrêa encomendou o serviço à Tercon – Terraplanagem e Construções, numa autêntica troca de gentilezas. Meses antes, a Tercon havia conseguido um bom negócio ao ser contratada pela Camargo Corrêa para fazer a ampliação do Aeroporto Internacional de Brasília – empreitada que só terminou anos depois. Com isso, não se furtaria a retribuir o favor. O registro oficial da pista no Departamento de Aviação Civil (DAC) foi feito no dia 23 de outubro de 1995, com a publicação da portaria 175/EM3. Está autorizada a receber aviões do tipo Bandeirantes e Lear-Jets.

*

Observe que, quando há interesse, o proprietário da pista consegue rapidamente registro na Anac.

Pois bem, alguns anos depois, um blog mineiro retoma a história e nos dá uma contextualização mais precisa sobre o que acontecia ali.

A filha de FHC, Luciana Cardoso, funcionária na fazenda do pai, chegou a usar avião da FAB para pousar no aeroporto. O caso foi investigadopelo procurador federal Luiz Francisco de Souza, do MP do Distrito Federal.

(Miguel do Rosário/ via Tijolaço)

Fazendo cortesia com chapeu alheio. As bicicletas que Zenaldo distribuiu como da prefeitura foram doadas pelo governo federal



Realismo em excesso não passa de ficção vira lata

Acabam de ocorrer dois exemplos clássicos sobre os auto estragos feitos na própria credibilidade da mídia partidarizada e reacionária, ao substituir o dever decente de informar pela satisfação das negociatas de seus proprietários e assemelhados.

A infame revista Veja, fiel ao seu estilo delinquente, despeja uma cachoeira de aleivosias contra a diplomacia brasileira e em favor da carnificina ora praticada em Israel, na faixa de Gaza, tomando partido da vil e desastrada declaração do serviçal de Netanyahu, Yigal Palmor. No entanto, Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil, segundo informa a colunista Mônica Bergamo, telefonou ao ministro Aloizio Mercandante e pediu desculpas pela grosseria cometida pelo porta-voz israelense. "Lottenberg diz que é brasileiro e ficou indignado com o fato de o porta-voz ter qualificado a nossa diplomacia de anã e ter dito que "desproporcional" é o 7 a 1 para a Alemanha na Copa", escreveu a colunista. Ou seja, os próprios descendentes de Israel operaram para livrar-se publicamente das idiotices de Palmor, que Veja adotou coerentemente.

Ontem, o  Banco Santander, dirigindo-se aos seus clientes com contas acima de R$10 mil naquele banco, lançou uma advertência nos extratos bancários desses clientes considerando o crescimento da presidenta Dilma Rousseff nas pesquisas significará uma piora na economia brasileira. O jornal O Liberal, uma espécie de 'Veja paraense', aproveitou para carregar nas tintas mancheteando o comunicado e carregando nos comentários a respeito do assunto. É verdade que foi menos vil que a revista da Abril, ao publicar o posterior pedido de desculpas da direção do banco, no entanto, ficou bastante claro que essa ligeira homenagem do vício à virtude foi totalmente esmagada pelo desejo reacionário que destacou aquilo que a própria direção do Santander depois desdisse. E assim foi escrito mais um capítulo do jornalixo tupiniquim.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

BC injeta R$ 30 bilhões na economia

O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (25) medidas para melhorar as condições de oferta de crédito bancário (aumento de liquidez na economia), que colocam R$ 30 bilhões em circulação.

Uma das medidas anunciadas pelo BC prevê a liberação de recursos pelos bancos, que deveriam ficar reservados para situações de risco, quando é concedido crédito. Antes, até o total pagamento do empréstimo pelo cliente, o banco tinha que deixar esse dinheiro reservado. Agora, na medida em que o cliente for fazendo os pagamentos, essa reserva obrigatória vai diminuindo. A nova regra vale para operações de até 60 meses. O impacto potencial de liberação de recursos com essa medida é R$ 10 bilhões.

E, com a expectativa de movimentar R$ 5 bilhões, o BC ampliou o limite de R$ 600 mil para R$ 1,5 milhão das operações de crédito a empresas de pequeno porte sujeitas a menor exigência de capital.

Entre as mudanças nas regras dos recolhimentos compulsórios, está a que amplia o número de bancos que poderão lançar mão de parte (até 20%) de suas reservas feitas no BC sobre depósitos à vista para empréstimos e financiamentos que sejam enquadráveis no Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Para isso, o BC reduziu de R$ 6 bilhões para R$ 3 bilhões o valor do Patrimônio de Referência, Nível I, das instituições. A medida tem impacto projetado em cerca de R$ 200 milhões. Atualmente, os bancos têm R$ 15 bilhões aplicados no PSI.

O BC também adotou medida para estimular a compra de carteira de pequenos bancos por instituições maiores. Para isso, o BC decidiu deixar sem remuneração 50% dos depósitos compulsórios a prazo. Se o banco não quiser ficar sem a remuneração, poderá usar esses recursos para comprar carteiras de crédito de outras instituições financeiras e oferecer empréstimos para compra de carros e motos a clientes.

A quantidade de bancos que poderão vender as carteiras de crédito foi ampliada de 58 para 134. Segundo o BC, instituições com Patrimônio de Referência Nível 1, na posição de dezembro de 2013, inferior a R$ 3,5 bilhões poderão vender as carteiras, sem restrições.

(Agência PT)

Brasil tem 276 milhões de celulares e acessos móveis à internet

O Brasil encerrou o mês de junho com aproximadamente 276 milhões de linhas de telefone móvel ativas, segundo informações divulgadas pela Agência Nacional de Telecomunicações nesta quinta-feira (24). Houve um acréscimo de 255,08 mil linhas.

Os acessos pré-pagos responderam por uma fatia de cerca de 77% (212,27 milhões) do universo total de acessos no sexto mês de 2014, contra uma parcela de 23% (63,44 milhões) dos pós-pagos. A banda larga móvel totalizou 128,49 milhões de acessos, dos quais 3,27 milhões eram terminais 4G.

(PT Notícias)

FIFA envia carta de agradecimento ao governo brasileiro pela realização da Copa

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, e o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, enviaram carta de agradecimento ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, pela parceria na realização da Copa do Mundo de 2014. A carta menciona o alto nível técnico dos jogos e reforça a “qualidade excepcional de organização e de hospitalidade”.

Confira a íntegra do texto:


Honorável Sr. Ministro, Querido amigo,

De volta em Zurique, queremos agradecer o seu apoio e compromisso em fazer da Copa do Mundo FIFA 2014 a Copa das Copas.

Assim foi: durante 32 dias assistimos a uma Copa extraordinária que não apenas reafirmou a paixão do país pelo futebol, mas também a sua capacidade para acolher eventos desta magnitude. Dentro do campo vivemos um futebol espetacular graças ao jogo positivo das equipes participantes, enquanto que fora experimentamos uma qualidade excepcional de organização e de hospitalidade.

A encantadora combinação entre a Copa e a possibilidade de conhecer as doze cidades-sede e a riqueza da cultura brasileira atraiu centenas de milhares de visitantes do mundo inteiro ao seu país, que junto com os estádios de ponta e a nova infraestrutura apresenta um legado duradouro e palpável para o Brasil e seu povo.

Agradecendo mais uma vez o respaldo recebido pelo governo brasileiro e por você, aguardamos ansiosamente a oportunidade de repetirmos a experiência nos Torneios Olímpicos masculinos e femininos do Rio de Janeiro em 2016.

Atenciosamente,

Joseph S. Blatter
Jérôme Valcke

Fonte: Portal da Copa.

Não dá mais pra segurar: falta de água já causa danos na economia de cidades e empresas paulistas

Uma crise ampla. Assim é o cenário definido por representantes de prefeituras e órgãos de desenvolvimento regional como consequência da falta de água no estado de São Paulo. Desemprego e problemas em atividades econômicas diversas já atingem cidades e empresas na bacia dos rios Piracicaba, Jundiaí e Capivari (Bacia PCJ) e na região metropolitana. Secretários municipais relatam que o governo estadual envia poucos dados sobre a situação e que a Sabesp não é transparente na divulgação de informações, o que aumenta a dificuldade de fazer planejamentos.

As colocações são coerentes com os dados levantados pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp) – únicos dados disponíveis – que apontam duas em cada três empresas com temor de falta de água e fechamento de, ao menos, 3 mil postos de trabalho. Com o agravamento da crise, as perspectivas são de piora do cenário.

No último dia 11, a Sabesp admitiu que precisará utilizar a água do volume morto do Sistema Alto Tietê, que vinha sendo usado para suprir parte da demanda de 8 milhões de pessoas atendidas pelo Sistema Cantareira, na capital e na região metropolitana de São Paulo. O volume normal do Cantareira acabou há duas semanas e a água do volume morto deve durar até outubro, caso a estiagem continue, segundo dados da companhia.

O trabalho indica que o risco de falta de água, ainda este ano, é um fator de preocupação para 67,6% das 413 indústrias ouvidas na pesquisa. O levantamento foi feito com 229 empresas de micro e pequeno porte (até 99 empregados), 140 de médio porte (de 100 a 499 empregados) e 44 de grande porte (500 ou mais empregados). As empresas de grande porte são as que revelaram mais preocupação: 75% delas temem que a falta d'água prejudique operações.

A pesquisa, divulgada na última sexta-feira (18), revela ainda que foram fechados mais de 3 mil postos de trabalho na região da Bacia PCJ. A redução do ritmo da produção das indústrias pela falta de água é o grande motivador das demissões. De acordo com a Fiesp, a tendência é que o quadro se agrave nos próximos meses.

O diretor do Consórcio Intermunicipal Grande ABC Hamilton Lacerda revelou que os municípios têm dificuldade em obter retorno dos ofícios enviados à Sabesp. “Estamos tendo muita dificuldade em levantar dados. Nós temos um problema para fazer esse diagnóstico porque o sistema está completamente centralizado nas mãos da Sabesp. E a gente sabe que essa é uma informação que pode trazer prejuízos políticos, ainda mais em um ano eleitoral”, avaliou.

No início de março, o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida (PT), reclamou que fora informado por e-mail, com apenas 48h de antecedência, sobre a decisão da Sabesp de cortar parte do fornecimento de água para a cidade. A companhia alegou que o município não realizou uma redução satisfatória no consumo.

Guarulhos já tinha um déficit de 10% na relação entre consumo e disponibilidade de água. No município, mais de um milhão de pessoas sofrem com o racionamento.

Para Lacerda, a falta de água pode comprometer tanto questões sanitárias quanto econômicas. “A crise de abastecimento pode prejudicar o desenvolvimento das empresas e dos serviços, colocando em xeque a qualidade de vida da população."

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Bragança Paulista, Hilmar de Moraes, confirma a situação na região da Bacia PCJ. “Temos dados empíricos. São informações passadas pelos moradores e comerciantes da cidade”, afirmou.

O problema não se dá somente pelo fornecimento de água, mas pelo esvaziamento da represa Jaguaribe, uma das cinco que compõe o Sistema Cantareira. A represa tem 30 anos, mas não recebeu nenhum tipo de manutenção ou investimento nesse período. Para Moraes, é preciso observar que, além do fornecimento de água, estão em risco o empreendedorismo, os empregos e o turismo da região.

O secretário garantiu que atividades de pequeno porte, como transporte e passeios de barco, hotelaria e serviços sofrem com a seca direta da represa. “Temos ali cerca de mil barcos e cinco pousadas que sobreviviam de turismo náutico. Isso gerava até dois mil empregos diretos. Algumas pousadas e restaurantes demitiram todos os empregados. E isso mobilizava parte do comércio, supermercados, postos de gasolina, oficinas”, descreveu Moraes.

A cidade tem 154 mil habitantes. Dois mil postos de trabalho fechados podem ter um impacto considerável na população. Moraes defende que se deve avaliar o momento como sendo uma "crise ampla", que pode se alastrar pelo estado. “Essa situação é muito séria. Se a pessoa que tinha uma pousada não tem mais, ou a que era funcionário não é mais, o que resta? Ir embora para os centros urbanos. E aí vão viver como dá. Como se define isso? Crise. A seca nas represas em São Paulo é uma crise ampla e real”, ressaltou.

Essa dificuldade em obter dados é generalizada. E se alia ao fato de que as empresas, sobretudo as de grande porte, evitam falar em problemas de ordem econômica, que poderiam afetar confiança e valorização no mercado financeiro.

O diretor do Ciesp em Campinas, José Nunes Filho, disse que as empresas e os 43 municípios que compõem a região da Bacia PCJ são afetadas. “Nós, como bacia doadora, fomos tremendamente afetados. A concessão de outorgas está suspensa e isso prejudica o investimento. Novas empresas não vão se instalar se você não tem garantia de água disponível.”

Segundo o diretor, empresas de grande porte do polo petroquímico de Paulínia correm riscos sérios, porque são "hidro-dependentes". São refinarias que recebem e reenviam petróleo e derivados para todo o Brasil. E não há refino de petróleo sem água. “Afetaria todo o sistema econômico”, destaca.

Nunes também não poupou o governo Alckmin de críticas pela demora em admitir o problema ou em reagir a ele. “Um avião cai não só por um problema, mas por uma série de problemas. A estiagem é um problema natural, que se deve ser capaz de prever, mas as medidas para evitar esse problema não foram tomadas."

Em Piracicaba, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Tarcísio Mascarim, explicou que a cidade não tem falta de água, pois faz a captação direta em dois rios. No entanto, o município tem dificuldades para produzir alimentos. “Temos várias formas para irrigar, mas a falta de chuvas e de água em boa disponibilidade pode levar a um aumento dos custos e isso pode promover aumento do preço dos alimentos”, avaliou.

Mascarim comentou que a produção de cana para combustíveis e açúcar sofreu uma redução sensível, passando de 40 milhões de toneladas em 2013 para 32 milhões neste ano. Uma redução de 20% no volume produzido, que afeta tanto o fornecedor quanto as usinas que produzem açúcar e álcool.

Em Atibaia, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lívio Giosa, ressalta que “a situação é muito preocupante”. “É lógico que temos risco de desemprego. Não temos nenhuma situação específica, mas está claro isso. Se as empresas começam a ter problemas, nós logo teremos”, completou.

Giosa é mais que avalia negativamente a gestão da água no governo Alckmin. Para ele, a administração tucana não age diante da crise. “O problema é muito sério e as autoridades públicas estaduais não estão se posicionando. Não tem nenhuma discussão sobre alternativas, a não ser ficar esperando chover."

Ele também ressaltou que os problemas com o abastecimento levaram as empresas a buscarem alternativas de emergência, utilizando carros pipa ou mesmo abrindo poços artesianos para não depender do sistema de água. “É um absurdo a gente chegar nessa situação”, enfatizou.

O secretário também atacou a cobertura da situação pela mídia. Para ele, o assunto é tratado superficialmente. “A única instituição que pode fazer com que esse assunto seja colocado em pauta prioritária é a imprensa. Deveriam estar 24 horas cutucando as autoridades: o governador, a presidente da Sabesp, diretorias de agências reguladoras”, argumentou.

(Blog da Helena)

Incra cria mesa para acompanhar regularização de quilombos

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) criou a Mesa Nacional de Acompanhamento da Política de Regularização Fundiária Quilombola, nesta sexta- feira (25), para fortalecer a interlocução com a sociedade civil.

A Mesa se reunirá bimestralmente, no dia 20 de cada mês, para discutir a situação dos processos de regularização fundiária de territórios quilombolas, a integração de ações entre as esferas do governo e alternativas locais para prevenção e gestão de conflitos.

O Incra reconheceu terras de comunidades quilombolas na Bahia e no Ceará, em decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira.

A primeira é Comunidade Remanescente de Quilombo do Ramo e Goiabeira, com área de 1,4 mil hectares, em Aquiraz (CE). E as terras das Comunidades Remanescentes de Quilombos de Tijuaçu e Adjacências são 8,5 mil hectares nos Municípios de Senhor do Bonfim, Filadélfia e Antônio Gonçalves (BA).

(Agência PT)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Emprego cresce no Recife e no Rio e fica estável em SP e BH, diz IBGE

O desemprego teve forte queda na região metropolitana do Recife (PE), passando de 7,23% em maio para 6,2% em junho. Em igual mês do ano passado, a taxa era de 6,5% na região. No Rio de Janeiro, o desemprego caiu de 3,4% em maio para 3,2% em junho, de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em São Paulo, a desocupação mostrou estabilidade, com taxa de 5,1% em junho, igual resultado observado em maio. E em Belo Horizonte, subiu a 3,9% em junho, contra 3,8% em maio, mas mesmo assim abaixo dos 4,1% registrados em junho de 2013.

O contingente de desocupados (pessoas sem trabalho que estão tentando se inserir no mercado) teve queda expressiva em junho, no confronto com igual mês de 2013. O recuo foi de 24,3% em São Paulo e 40,3% no Rio de Janeiro, mantendo estabilidade em Recife e Belo Horizonte. Na comparação com maio de 2014, o contingente manteve-se estável em todas as regiões.

(Agência PT)

Horário insano. TV Globo e Geraldo Alckmin deixam torcedores a pé de madrugada


O que todos temiam, aconteceu enfim.

Torcedores perderam o último trem do Metrô depois do jogo de ontem na Arena Corinthians.

Uma coisa era perder o Metrô no Pacaembu, região central.

Os precavidos [como eu] saíam antes do término do jogo e literalmente corriam até a Estação Paulista.

Outra, em Itaquera.

Ou a GLOBO antecede em meia hora os jogos da quarta à noite, que, se começassem às 21h30, dariam tempo de folga para a evacuação de torcedores, ou a empresa disponibiliza trens para depois da 0h30.

O último trem do Metrô partiu da Estação Itaquera por volta de 0h24.

Sem contar os funcionários que trabalham no jogo e têm que esperar até amanhecer e reabrir o acesso ao transporte público.

O repórter Fabio Hecico contra que, inconformados, torcedores que não conseguiram embarcar reclamaram da TV Globo, detentora dos direitos de transmissão, e do governador Geraldo Alckmin, considerados culpados pelo horário da partida.

Foi o primeiro jogo do novo estádio que começou às 22h.

O trajeto entre o estádio e a estação leva 15 minutos.

É um dilema que se arrasta há anos.

Uma prova já debatida de maus tratos ao torcedor [consumidor].

O ex-prefeito Gilberto Kassab chegou a proibir jogos que terminassem nesse horário.

Em vão.

Faz-se um apelo à emissora e à companhia.

Bom-senso…

(Marcelo Rubens Paiva- Estadão/ Esquerdopata)

Dependendo do impossível




Segundo o Conversa Afiada, Diretório Municipal do PSDB de Alvorada do Norte (GO), por maioria esmagadora, defendeu a substituição de Aécio Neves por José Serra. Trata-se de reprodução de mensagem tuitada no Goiás Século 21 (@goiasseculo21).

Paulo Henrique Amorim resume o fato em uma lapidar frase, 'Chuva morro abaixo, fogo morro acima e traição em política …

Porém, é mais que isso. A tempestade que se abate sobre a campanha de Aécio Neves, bem como o fogo que faz virar cinzas seus arraiais são intermitentes desde quando sua candidatura foi lançada. Desde então, nunca ultrapassou a faixa de 20% dos votos, mesmo após quase um ano ininterrupto de mimos midiáticos, contrabalançados com uma ofensiva virulenta e diária contra o governo. Tudo recheado com pesquisas enfeitadas com os mais mirabolantes números, fazendo crer que a situação é flagrantemente muito pior do que a mídia conservadora e os institutos de pesquisa mostram.

Serra também perderá? Provavelmente. No entanto, em um cenário de bombardeio como o atual, talvez a alta direção privata avalie que a performance do paulista seria bastante superior ao do mineiro vivente das noitadas cariocas. Ora, mesmo não ganhando a presidência da República, pelo menos uma quantidade de votos válidos na faixa dos 30% manterá o PSDB com uma bancada com o mesmo peso da atual no Congresso, assim como pode fazer com que o estrago seja menor nas eleições pra governador. Enfim, é hora de entregar correndo os anéis e salvar os dedos enquanto há tempo.

Lógico que Aécio não sairia ileso desse arranjo e isto comprometeria sua carreira daqui pra frente, inclusive uma provável volta ao comando do governo mineiro. Todavia, pior será uma derrota acachapante em outubro próximo, cujo estrago pode significar não só o fim de uma liderança, mas, o fim de uma sigla que já foi respeitada, até ser testada, como a mais qualificada para nos proporcionar o rito de passagem dos tempos do voto de cabresto à modernidade. Fracassada a missão, resta agora lutar pela sobrevivência. Fracassará novamente?

O Brasil deve romper, urgentemente, relações diplomáticas com esses 'anões humanos'

Só resta uma resposta a dar pelo governo brasileiro contra as aleivosias assacadas ao país pelo serviçal do carniceiro nazi/sionista, que nos chamou de "anões diplomáticos". É cortar qualquer relação diplomática com esse arautos do genocídio. Fazer igual ao que fez em relação aos golpistas paraguaios.

Israel abriu mão de ser uma nação e virou uma base militar estadunidense espalhando o terror no Oriente Médio daí ser o corte das relações até tardio, no entanto, em razão da selvageria que o celerado Netanyahu ora promove, não há outra saída que não afastar-se diplomaticamente desse bando.

Além disso, o malfeitor Yigal Palmor, autor da infeliz frase ofensiva ao Brasil, não passa de um idiota, ao alegar o surrado direito à defesa, nesse momento em que o mundo todo condena o massacre sionista contra civis. "Diversas famílias que vivam na escola correram com seus filhos para o hospital onde as vítimas estavam sendo atendidas, a algumas centenas de metros.

Laila Al-Shinbari, mulher que estava na escola no momento do bombardeiro, disse à Reuters que as famílias haviam se reunido no pátio para esperar um comboio da Cruz Vermelha para retirá-las de lá.
"Todos nós no sentamos em um lugar quando de repente quatro projéteis acertaram nossas cabeças... corpos estavam no chão, (havia) sangue e gritos. Meu filho está morto e todos os meus parentes foram mortos, incluindo meus outros filhos", disse ela em prantos", deve ser esse o direito de defesa que esse bandoleiro defende.

Ademais, conforme mostra o mapa abaixo, eis aí o resultado geopolítico do tal "direito de defesa" alegado pelo biltre sionista, fora os massacres contra populações indefesas. Por tudo isso, o mínimo que o governo brasileiro pode fazer no momento é romper relações diplomáticas enquanto essa gangue de malfeitores governar Israel.
Esquerda.net
 

IDH do Brasil cresce e supera média da AL; país é o 79º em ranking mundial

O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil subiu uma posição e superou a média da América Latina e Caribe. Com isso, o país ocupa o 79º lugar no ranking mundial com 187 países. O índice brasileiro é 0,744 — a média da região é de 0,74 e a média mundial ficou em 0,702.

Os dados foram divulgados em relatório do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) nesta quinta-feira (24) com base em números referentes ao ano de 2013. A escala do IDH vai de 0 a 1 — quanto mais próximo de 1, melhor o desempenho do país.

Neste ano, houve mudança de metodologia e o Pnud atualizou todos os dados da série histórica, desde 1980. Com base na nova forma de calcular o índice, o IDH do Brasil referente ao ano de 2012 ficou em 0,742, que o colocou em 80º no ranking mundial.

Com o índice divulgado hoje, o Brasil está no grupo de países com desenvolvimento humano alto — existem ainda faixas para "muito alto", "médio" e "baixo" — e ocupa a segunda posição na lista dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Com índice de 0,778, a Rússia ocupa a 54ª posição no ranking e, no grupo, a Índia tem o menor IDH, com 0,586, e está no 135º lugar.

Para se ter uma ideia, o IDH mais alto é o da Noruega (0,944) pelo quinto ano consecutivo, e o pior desempenho de desenvolvimento humano é do Níger (0,337). Dois países apresentam o mesmo IDH que o Brasil: Geórgia (país que fica entre a Europa e a Ásia) e por Granada (América Central).

Conforme o documento do Pnud, a expectativa de vida dos brasileiros é de 73,9 anos; a média de escolaridade entre os adultos é de 7,2 anos; a expectativa de tempo de estudo é 15,2 anos; e a renda nacional per capita anual é de US$ 14.275 (cerca de R$ 31.697 com o câmbio atual).
(Contexto Livre)

Rábula do tailleur vermelho leva outra bordoada


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou improcedente a representação proposta pela Coligação de Aécio Neves, que acusou a presidenta Dilma Rousseff de ter proferido discurso eleitoral em campanha antecipada durante a cerimônia de entrega de 496 unidades habitacionais do Residencial Vila Velha – 1ª etapa, do programa Minha Casa Minha Vida, localizadas em Vila Velha (ES), no dia 2 de julho deste ano.

Ao julgar a representação infundada e decidir pela sua improcedência, o Ministro Tarcísio Vieira foi esclarecedor: “A meu sentir, a fala não condiz com propaganda eleitoral antecipada, mas sim com o cumprimento do dever constitucional de publicidade, de ministrar, inclusive, informações propiciatórias a um controle social mais eficaz.” ( RP 76914)

Para o coordenador jurídico da campanha, Flávio Caetano, mais uma vez o TSE agiu corretamente, ao distinguir, com exatidão, o dever constitucional de informação e a prática de propaganda eleitoral. “A campanha do PSDB tem agido com verdadeiro excesso de judicialização, sem qualquer fundamento”, diz ele.

Dircurso – A presidenta narrou como foi criado o programa no discurso em Vila Velha. “Nós lançamos o programa – eu era ministra-chefe da Casa Civil no governo Lula -, nós lançamos o programa em 2009, ele só começou forte mesmo em 2010”, conta Dilma. “Naquele ano de 2010 nós conseguimos contratar 1 milhão (de moradias). E, agora, nós estamos contratando, no meu período de governo, porque nós aprendemos, 2,750 milhões moradias em todo o Brasil”.

Além de citar o investimento de R$ 608 milhões em drenagem e contenção de encostas, Dilma falou sobre o R$ 1,1 bilhão federal investido no Espirito Santo, em obras como a duplicação de 51 km da BR-262, entre Viana e o distrito de Vítor Hugo, e a ampliação do Cais de Atalaia no porto de Vitória. Lá nós investiremos 140 milhões de recursos federais.

(Agência PT)

OS PARECERES DE AÉCIO SÃO A EMENDA MÁ NO SONETO RUIM. O FATO É QUE LHE SERRARAM AS ASAS



É pior a emenda que o soneto, dizia minha velha avó.

Os pareceres dos ex-ministros Carlos Velloso e Ayres Brito, do Supremo Tribunal Federal, chovem no molhado.

Tratam de, como dizem os advogados, “lana caprina”: coisas desimportantes

É evidente que não é irregular fazer uma obra em terreno com a imissão de posse. Do contrário, uma ponte, um viaduto, uma avenida teriam de esperar até as calendas para serem feitos, pois a Justiça brasileira é o que é.

E nem mesmo que parentes ou até o próprio governador do Estado possam ter terras desapropriadas por interesse social.

Absurdo seria o contrário, porque, então, ser mandatário ou parente de mandatário significaria ter direitos acima dos que têm o cidadão comum, pois seus imóveis ficariam “blindados” contra desapropriações.

E isso, ao menos na lei, é impensável.

O problema da obra do aeroporto – além do superfaturamento, que já evidenciamos aqui e não apetece a imprensa – é de natureza administrativa e ética.

O problema, não, os problemas.

O primeiro deles é a prioridade da obra: um aeroporto para um município que não chega a 30 mil habitantes e a 36 km em linha reta de outro já existente e de ótima capacidade, inclusive para operações noturnas, em Divinópolis. Onde, aliás, reabasteceu-se 0 malsinado helicóptero Perrella.

Mas Cláudio, sendo um pequeno município que tem a singular característica de sediar, a apenas seis quilômetros da pista de pouco, a fazenda de Aécio, o Governador que determinou a obra.

O segundo problema é o custo da desapropriação. Qual foi a base, o valor venal do imóvel, como corriqueiro, ou seu valor de mercado e, neste caso, qual é?

O senhor Aécio Neves diz que a opção, que implicou oferecer um milhão de reais a seu tio-avô, era “a mais barata”.

Se o “titio” tivesse aceito um valor simbólico – mil reais, digamos – nada haveria a questionar.

Mas o Estado lhe ofereceu um milhão de reais e ele, ainda assim, não aceitou.

Nos autos do processo, certamente, deve haver sua pretensão: dois, três, quem sabe dez milhões?

Se a Justiça arbitrar R$ 2 milhões, ainda será o “mais barato”. Ou três?

O terceiro problema é o ético.

Se o titio, sem se comover com o pedido do sobrinho e com o desenvolvimento econômico do município – razão que alega Aécio para a urgência da obra- não concordou com uma desapropriação simbólica, porque é que não se procurou alternativas para, já que se pagava a mercado (será?) e caro, faze-lo a quem não poderia ser acusado de favorecimento?

Do outro lado da estrada havia um terreno igualmente plano, desimpedido e até maior.

O quarto problema é também de natureza ética. E vergonhoso.

Como é que se deram pareceres um mês antes do assunto vir à tona e seis anos depois da decisão ser tomada?

Não foram, ao menos pelo que indica a data aposta ao parecer de Velloso, feitos para dirimir dúvida sobre realizar ou não o investimento público ou, muito menos, para responder ao clamor público.

Não creio que um ex-ministro do Supremo, para contratar-se a um serviço de emissão de parecer, fosse capaz de fraudar a data. É provável, mesmo, que se trate de um erro material, ao escrever junho no lugar de julho.

Isso, porém, elide o mais importante da interpretação do episódio.

É que Aécio, fragilizado moralmente, correu a cobrir-se de pareceres que afirmam o óbvio, para ocultar o ignóbil.

Porque não há parecer que esconda o fato de que a obra não era essencial senão para seu conforto, tanto que “funciona” há quatro anos como pista privada, trancada a chave, salvo nos momentos em que serve de área de lazer a aeromodelistas.

Assim como não se poderá ocultar o preço astronômico de uma simples faixa de asfalto e um alambrado e menos ainda se explicará o asfaltamento de uma pista capaz de receber jatos no Norte de Minas, em Montezuma, um município pobre, paupérrimo, com sete mil e pico de moradores.

Onde, aliás, está outra propriedade do senador, esta vinda de “usucapião” de terras devolutas do Estado que governava.

Aécio Neves não entendeu que o Brasil é uma república, não uma sesmaria.

Serraram-lhe as asas, e ele está apavorado.

(Tijolaço)

Com 300 vagas garantidas, Brasil detalha plano para chegar ao Top 10 nas Olimpíadas

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A delegação brasileira nos Jogos Olímpicos Rio 2016 já tem 300 vagas garantidas para a competição, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Nesta quarta-feira (23), a entidade divulgou o número e o planejamento estratégico, implementado desde 2009, para que estes atletas conquistem o objetivo de posicionar o país entre os 10 melhores no quadro geral de medalhas, daqui a pouco mais de dois anos

As ações do Plano Estratégico tem como objetivo: conquistar mais medalhas nos esportes em que o Brasil tem boa tradição nas Olimpíadas (vôlei, futebol, natação, judô, vela); reforçar as ações de sucesso das modalidades com bom potencial para repetir o sucesso dos Jogos em Londres (boxe, ginástica); identificar e apoiar atletas; e seguir investindo no desenvolvimento de um legado para as próximas competições.

Na apresentação, o COB lembrou os resultados conquistados neste ciclo olímpico que reforçam o objetivo de chegar no Top 10. Em 2013, o país conseguiu o melhor ano pós-olímpico da história com 27 medalhas em Mundiais e Copas do Mundo (8 de ouro, 10 de prata, 9 de bronze). Nos últimos Jogos Sul-Americanos, com cerca de 500 atletas, a delegação brasileira conquistou 258 medalhas e ficou em 1º lugar no quadro geral da competição.

Apoio governamental

O governo federal também estabeleceu o objetivo de apoiar os atletas na busca pelo Top 10 no quadro de medalhas olímpico. Com recurso adicional de R$ 1 bilhão no ciclo 2013-2016, o Plano Brasil Medalhas do Ministério do Esporte busca a preparação dos atletas olímpicos e paraolímpicos, além de investimentos na construção, reforma e equipagem de centros de treinamento pelo país.

Além destes recursos, o COB conta com um orçamento de aproximadamente R$ 700 milhões, oriundos principalmente da Lei Agnelo/Piva, para viabilizar os objetivos do Plano Estratégico Rio 2016.

Delegação brasileira

O Comitê Olímpico trabalha com a expectativa de aproximadamente 400 atletas na delegação para as Olimpíadas, que começam daqui a 744 dias. Por ser a delegação do país sede, o Brasil tem vaga garantida em grande parte das modalidades, mas não em todas. Alguns esportes definem suas vagas através de índices estabelecidos pelas respectivas Federações Internacionais, como atletismo e natação. Em outros, como hóquei sobre grama e tênis, a classificação se dará através do ranking mundial.

O próximo grande evento esportivo que o Brasil tem pela frente são os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá.

(Blog do Planalto)

Aécio e sua “bolsa família”: Parasitismo estatal para si, liberalismo para os outros


Em várias declarações já ouvimos Aécio dizer que os petistas não podem perder a presidência da República, dentre outros motivos, para não ver cair seu padrão de vida. Provocação barata que ocupa o espaço dos debates estruturais que deveriam presidir uma disputa eleitoral da magnitude desta que temos à frente.

Mas, entremos no clima por ele proposto.

Aécio, de fato, não precisa se preocupar com seu padrão de vida. Ganhando ou perdendo eleições. Aliás, nunca se preocupou. Descendente das oligarquias conservadoras mineiras, que foram geradas nas entranhas do Estado, desde o império, ele não tem a menor ideia do que seja empreender na iniciativa privada. Do que seja arriscar em negócios e disputas de mercado. Do que seja encarar uma falência, uma cobrança bancária, uma perda de patrimônio.

Pasmem: é esse o candidato que faz apologia do livre mercado, da iniciativa individual como base para a ascensão social e da ideia do “cada um por si” como critério de sobrevivência na selva do capitalismo contemporâneo.

Até sua carreira eleitoral tem como fato gerador a agonia terminal do avô, cuja morte “coincidiu” com o dia de Tiradentes . Seu primeiro cargo eletivo é tributário disso: em 1986 ele obteve mais de 200 mil votos para deputado federal sem lastro político próprio. Quatro anos mais tarde, distante do “fato gerador”, ele se reelegeu com magros 42.412 votos.

No quadro a seguir temos um diminuto resumo da versão de sua “bolsa família”.



Reitera-se: trata-se de um “diminuto resumo”. A história de seus avós paternos e maternos é a reprodução integral de como foram formadas as elites mineiras: indispensável vínculo estatal (cargos de confiança no Executivo, cartório e muita influência no Judiciário), formação de patrimônio fundiário à base da incorporação de terras devolutas e estreitas ligações com carreiras parlamentares.

O pai, Aécio Cunha, por exemplo, morava no Rio de Janeiro quando, em 1952 retorna a Belo Horizonte e, com 27 anos de idade, em 1954, “elegeu-se deputado estadual, pela região do Mucuri e do Médio Jequitinhonha, ainda que pouco conhecesse a região (…)” conforme descrição no Wikipédia. Seus oito mandatos parlamentares nasceram de sua ascendência oligarca. Do avô materno, Tancredo, dispensa-se maiores apresentações. Atípico sobrevivente de várias crises institucionais que levaram presidentes à morte, à deposição e ao exílio, Tancredo Neves sempre esteve na “crista da onda”. Nunca como empresário. Quase sempre como interlocutor confiável dos que quebravam a normalidade democrática.

Aécio Neves, por sua vez, era um bon vivant quando passa a secretariar o avô, governador de Minas Gerais, a partir de 1983. Nunca foi empresário, nunca prestou concurso público, nunca chefiou nenhum empreendimento privado. Sua famosa rádio “Arco Íris” foi um presente de José Sarney e Antônio Carlos Magalhães. Boa parte de seu patrimônio é herança familiar construída pelo que se relatou anteriormente. O caso do aeroporto do município mineiro de Cláudio é apenas mais uma ponta do iceberg.

Enfim, ele é isso: um produto estatal que prega liberalismo, competição, livre mercado… para os outros. Uma contradição em movimento. Herdeiro, portanto, de uma típica “bolsa família”; só que orientada para poucos.

Aliás, esse parasitismo estatal é característico da maior parte das elites brasileiras. Paradoxal é defenderem os valores neoliberais.

(Luís Carlos da Silva- Minas Sem Censura/ Viomundo)

O compadrio que se repete como cumplicidade


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Tiro no pé

Através de seu panfleto oficioso, o prefeito Zenaldo Lorota Jr anuncia a drenagem e pavimentação de 78 ruas em Belém. Claro que isso não faz parte de qualquer programa de restauração urbana da combalida capital paraense, até mesmo porque o dito cujo inexiste, conforme se constata por uma simples leitura de quase uma década da Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Obedece aos anseios de reeleição de Simão Lorota, cuja fama está mais suja do que a água fornecida pela COSANPA. Com efeito, é essa necessidade eleitoreira que obriga o desesperado Simão a entrar na capital com a artimanha usada até então somente no interior do estado.

De qualquer modo, esse trambique asfáltico tem tudo pra dar com os burros nágua a julgar por alguns dos trajetos escolhidos para passar por obras. Por exemplo, asfaltar a rua dos Caripunas da Alcindo Cacela até a José Bonifácio é ignorar o tormento da população que vive no trecho mais problemático daquela rua, afinal, o trecho a ser asfaltado já é pavimentado. No entanto, o perímetro que vai da Alcindo Cacela no rumo do bairro do Jurunas é mar de lama pura após qualquer chuva; asfaltamento da Veiga Cabral da Pe. Eutíquio até a 16 de Novembro só atende aos interesses do shopping Pátio Belém; o mesmo vale pro asfaltamento de apenas 4 quadras da tv. Castelo Branco; para a tv.3 de Maio, esta até menos, apenas 3 quadras; 1 quadra da tv São Francisco e por aí vai.

Enfim, essa versão tucana, mambembe e emergencial do velho 'governar é abrir estradas' tem tudo pra virar um tiro no próprio pé de quem a criou na medida em que será implementada com a típica pressa inimiga da perfeição e claramente sob os ditames da Lei de Murphy, daí...

Viralata incorrigível, Aécio ataca política externa e propõe submissão à União Europeia

O candidato neoliberal e conservador do PSDB, Aécio Neves, a cada pronunciamento que faz dá mostras do seu reacionarismo e entreguismo. Na semana passada, atacou durante sabatina do Site UOL e do canal de televisão SBT, o programa Mais Médicos, revelando ao mesmo tempo sua hostilidade a Cuba. Agora, Aécio fez declarações explícitas de subserviência às potências imperialistas.

Em encontro nesta terça-feira (22) com José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, órgão diretivo da União Europeia, conglomerado que exerce papel imperialista no mundo atual, Aécio atacou o governo da presidenta Dilma Rousseff pela política externa independente que realiza. O tucano afirmou, ao sair da reunião com o representante das potências imperialistas do velho continente que a política externa brasileira “prioriza o alinhamento ideológico e promove alianças apenas com os países vizinhos”.

Já é notória a ojeriza que o candidato do PSDB tem à integração latino-americana. Capacho do imperialismo estadunidense, Aécio sabe que o Mercosul, a Unasul, a Celac, a Alba e todos os mecanismos de integração vigentes sob a égide dos governos progressistas da região contrariam os interesses dos senhores imperialistas aos quais paga vassalagem. Por isso, em várias ocasiões Aécio e outros dirigentes do PSDB propuseram acabar o Mercosul. Informa o jornal O Estado de S.Paulo, em sua edição da última terça-feira (22), que o senador mineiro defendeu a ideia de acabar o bloco e transformá-lo em área de livre comércio em duas ocasiões – em entrevista ao jornal argentino La Nación, em junho, e em palestra em Porto Alegre no Fórum da Liberdade, no mês de abril.

Agora, o candidato tucano diz que a ligação do Mercosul com a União Europeia seria uma das suas prioridades, caso vencesse as eleições.


Tucano quer acabar o Mercosul...

Ao desdenhar a integração latino-americana e agora sinalizar prioridade para as relações com os potentados imperialistas da União Europeia, numa aliança que teria caráter neocolonialista, o candidato do PSDB indica que a política externa por ele preconizada é a mesma diplomacia de pés descalços praticada pelo governo do seu guru, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que tentou transformar o Brasil num Porto Rico de 8,5 milhões de quilômetros quadrados – um Estado associado aos seus patrões de Washington.

Mas as declarações de Aécio Neves, como sempre um politiqueiro superficial e despreparado para o posto a que se candidata, contêm uma rematada mentira, ao dizer que a diplomacia brasileira se restringe aos vizinhos.

O governo da presidenta Dilma Rousseff dá continuidade e aprofunda o caráter universalista, multilateralista, ativo, altivo, soberano, pacifista da política externa inaugurada pelo governo do ex-presidente Lula. E com brilhantismo pessoal de estadista. O mundo já assistiu com admiração aos pronunciamentos da presidenta Dilma na Assembleia Geral das Nações Unidas e aplaudiu a sua atitude corajosa de cancelar um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pois o governo deste último foi pilhado cometendo delito de espionagem contra chefes de Estado , entre estes a líder brasileira.

Alheado da realidade nacional e mundial, Aécio desconhece que foi o Brasil, sob a liderança da presidenta Dilma Rousseff que liderou na semana passada o mais importante acontecimento geopolítico do ano – a Cúpula do Brics, em Fortaleza.

A 6ª Cúpula do Brics – agrupamento que engloba Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - foi um evento marcante, o que pode ser atestado pela Declaração de Fortaleza, em que o perfil do grupo ficou muito bem delineado. O Brics firmou-se não apenas como uma associação de economias de grandes países emergentes. Se se restringisse a isto, já seria uma grande construção. Afinal, estamos falando de 26,8% da área do planeta, 42,8% da população total do mundo, 21% do PIB mundial e 15% do comércio internacional. São dados reveladores de uma nova ordem econômica, ainda no nascedouro, que gradualmente encontra meios e modos de contornar as relações de dominação neocolonialista exercidas pelos grandes potentados econômicos internacionais, por meio de seus organismos financeiros.

O Brics, com as resoluções que tomou de criar o Novo Banco de Desenvolvimento e um fundo comum de reserva de contingência, deu um passo decisivo para se firmar como novo polo econômico-financeiro. Igualmente, afirmou-se como ponderável fator geopolítico em favor da paz, das soluções políticas para os conflitos internacionais por meio do diálogo, da defesa do direito internacional e do multilateralismo e pela democratização das relações internacionais. Ambos os aspectos da consolidação do Brics – como polo econômico e geopolítico – terão importante impacto sobre o desenvolvimento da situação internacional. O mundo não pode mais ficar à mercê do poder dos monopólios da oligarquia financeira nem do ditame das potências imperialistas, como querem Aécio e seus aliados internacionais. 

O candidato do PSDB quer ignorar esta realidade e obscurecer que foi a nova política externa brasileira, da qual Dilma é atualmente a principal protagonista, que contribuiu decisivamente para configurar a nova correlação de forças no mundo e abrir caminho nos esforços pela paz e a cooperação internacional.

Que Aécio fique com suas mentiras e sem sapatos, como o ex-chanceler de FHC diante de meganhas estadunidenses. O povo brasileiro não vai querer recuar das grandes conquistas que a política externa brasileira alcançou. 
(Portal Vermelho)

Depois do boneco de papelão,do aeroporto particular, Aécio lança o “cercadinho”

Que o PSDB é um partido da elite, todos sabem.Sabemos também que políticos tucanos não se misturam com o “povão”. Ou vocês, meus queridos leitores, já viram algum comício do PSDB?. Uma imagem publicada na imprensa nessa semana confirma que os tucanos não gostam de pobre. No domingo (20), Aécio participou em Juazeiro do Norte de Missa em Ação de Graças aos 80 anos de morte do Padre Cícero Romão Batista. Até ai, não tem novidade nenhuma. De quatro em quatro anos,os tucanos viram religioso,usam igrejas evangélicas e católicas como palanque eleitoral e abandonam depois que perdem a eleição.

No entanto, o que chamou atenção na imagem é, um "cercadinho" isolando Aécio Neves do restante do povo que estavam na missa - Observe a imagem -


Separado por um cercadinho, Aécio vê o povão de longe

Na convenção realizada para confirmar Aécio Neves candidato do PSDB à presidência,depois dos discursos, Aécio, Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin e outros tucanos que estavam no evento, foram para uma sala mais reservada bater papo, mas antes, espalharam por um salão um "bonecos de papelão" do Aécio, para a plateia, maioria de pobre da periferia de São Paulo tirar fotos


Em 2010, quando o tucano José Serra concorria à presidência com a presidenta Dilma,também foi foi flagrado no Paraná, pegando na mão de uma eleitora, mas beijando a própria mão..


Um ano antes, em 2009, a Revista Piaui, divulgou uma mania de Serra. Ele costuma lavar as mãos com álcool depois de pegar na mão de eleitores (Leia aqui)


Quanta diferença, hein!



Aécio não se mistura com pobre!...Será esse o motivo de Aécio ter construido seu próprio aeroporto?

(Os Amigos do Presidente Lula)

"Mineiross querem saber por que o aeroporto sempre teve uso particular, inclusive cadeado”


Representando o bloco Minas Sem Censura, os deputados Pompilio Canavez, Rogério Correia e Adelmo Leão foram nesta terça-feira (22) à Procuradoria de Justiça, em Belo Horizonte, solicitar a investigação do aeroporto construído na cidade de Cláudio com dinheiro público em terreno pertencente à família do senador tucano Aécio Neves. A obra cobrou da população mineira quase R$14 milhões e foi realizada durante o segundo mandato de Aécio como governador de Minas Gerais.

Os deputados entregaram ao promotor Júlio César Luciano, sorteado pelo Ministério Público Estadual para cuidar do caso, cópias da reportagem que denunciou o empreendimento a todo o país, do programa Proaero, do processo de desapropriação do território do tio-avô de Aécio, Múcio Guimarães Tolentino, na justiça mineira e outras informações. “Pedimos para que o Ministério Público averigue e cumpra o seu papel. Os mineiros querem saber por que esse aeroporto sempre teve uso particular. Inclusive tem cadeado. Esse caso se enquadra em uma improbidade administrativa”, afirmou o deputado Pompilio Canavez, líder do Minas Sem Censura. O parlamentar também questiona onde o interesse público se encaixaria nesse empreendimento, já que em cidades vizinhas a Cláudio existem aeroportos capazes de suprir as demandas.

O aeroporto não tem funcionários e sua operação ainda não é considerada regular pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que também não recebeu do estado todos os documentos para realizar a homologação do aeroporto e permitir que seja aberto ao público. Para pousar por lá é necessária a autorização de familiares do senador Aécio Neves.

Na reunião, o deputado Rogério Correia apontou outras questões relacionadas ao aeroporto, como o alto gasto para sua construção, equivalente ao valor de aeroportos completos e com voos regulares. “Que aviões pousam lá? Quem são os passageiros? Isso precisa ser levantado”, indagou Rogério. Outro fato destacado é que a empreiteira que fez a obra do aeroporto, Vilasa Construtora Ltda, fez uma doação de R$ 67 mil para a campanha de Aécio Neves em 2006.

Com a representação em mãos, o promotor Júlio Cesar assegurou que o assunto será apurado e fará o possível para dar uma resposta aos deputados e ao povo mineiro.

CPI

Para que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) também investigue o caso, os deputados do Bloco Minas Sem Censura estão recolhendo assinaturas de parlamentares para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “A dificuldade é que a ALMG está em recesso, mas estamos entrando em contato com cada deputado pedindo a assinatura. Mas sabemos que ter uma CPI em Minas Gerais é muito difícil. Já são 12 anos que não acontece”, explicou o líder do bloco, Pompilio Canavez.

Para efetivar uma CPI são necessárias 26 assinaturas. “Queremos livrar nosso país do que acontece em Minas Gerais”, pontuou Rogério Correia.

(Minas Sem Censura/via Viomundo)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Carnificina sem fim. No 15º dia de ofensiva, Israel bombardeia escola-abrigo da ONU e mortos passam de 600

O Exército israelense bombardeou hoje (22) uma escola da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA), onde cerca de mil pessoas se protegiam dos ataques realizados por Israel contra a Faixa de Gaza. Não houve vítimas porque o diretor havia ordenado a retirada das pessoas do local devido à falta de segurança, como informou a agência Efe

O Ministério de Relações Exteriores da Alemanha confirmou hoje a morte de sete cidadãos alemães em Gaza. Segundo fontes de saúde palestinas, o número total de pessoas mortas já supera os 600 em Gaza, após 15 dias do lançamento da Operação Margem Protetora, ofensiva que se intensificou depois que Israel decidiu invadir por terra o território palestino.

Apesar do apelo da comunidade internacional por um cessar-fogo entre as partes, os bombardeios seguem hoje. Após o ataque de um foguete perto do aeroporto internacional de Ben-Gurion em Israel, grandes companhias aéreas internacionais como as norte-americanas Delta, American Airlines, US Airways e United Airlines; a francesa Air France e a alemã Lufthansa anunciaram a suspensão imediata de todos os voos para Tel Aviv. Um voo da Delta, proveniente de Nova York que sobrevoava o Mediterrâneo foi desviado para Paris.

Além das mais de 600 vítimas, a quantidade de feridos está em torno de 4 mil. De acordo com um informe da ONU divulgado hoje, 80% das vítimas em Gaza são civis, e pelo menos 121, crianças. Do lado israelense, foram 27 baixas de soldados. Mais de 100 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, segundo informações da organização internacional.

Contrariando o direito internacional, o Exército israelense bombardeou dezenas de edifícios civis, além de várias mesquitas. Ontem, agências internacionais relataram o bombardeio de um hospital matando pelo menos quatro pessoas. “Literalmente não há um espaço que seja seguro para os civis”, disse o porta-voz de Assuntos Humanitários da ONU, Jens Laerke.

O porta-voz da UNRWA na região, Chris Gunness, informou que a entidade mantém 69 albergues-escola. Além das escolas do organismo, os habitantes de Gaza não têm para onde ir já que o Egito mantém fechada a única fronteira que comunica a região com o mundo. “Estamos sendo testemunhas de uma enorme e acelerada onda de refugiados devido à ofensiva terrestre israelense. É da máxima importância que as duas partes no conflito cumpram de forma escrupulosa suas obrigações a respeito do direito internacional humanitário”, disse à Efe.

Para fugir dessa situação, palestinos que possuem cidadania europeia e cidadãos europeus estão deixando Gaza.
(Opera Mundi/ via Blog da Helena)

Fundamentalismo no reino da privataria. Ou, homofobia braba.

Candidato a deputado federal pelo Distrito Federal, Matheus Sathler (PSDB-DF), defende a “prevenção ao homossexualismo”. Em sua página oficial de campanha, Sathler afirma que vai doar 50% do seu salário “para curar as crianças do homossexualismo”. À Revista Fórum, PSDB declarou que o que vale são as “propostas dos candidatos majoritários”.

Em vídeo postado, Sathler se vangloria de ter registrado no Cartório Eleitoral a sua proposta de doar 50% de seu salário para “o combate e as crianças vítimas do estupro pedófilo homossexual”. “Eu também me comprometo a criar o kit macho (sic) e o kit fêmea (sic) um nome carinhoso para poder rivalizar com o kit gay (sic) que está sendo distribuído nas escolas brasileiras e ensinando o homossexualismo”, disse o candidato a deputado federal.

As propostas do candidato em questão vão de encontro com a plataforma política apresentada pelo candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, que, entre outras coisas, se compromete a dar continuidade ao programa Brasil Sem Homofobia e também a “ampliação da participação da Comunidade LGBT nos debates do Programa Brasil sem Homofobia, e articulação deste programa com as iniciativas estaduais e municipais”.

À Revista Fórum, a assessoria de comunicação do PSDB do Distrito Federal reafirmou o compromisso do partido com a Social Democracia e que tem como marca sempre “dialogar com todos os setores da sociedade”, porém, frisaram que este debate não pode ser feito “da maneira como o candidato (Sathler) coloca”.

Sobre as propostas em si, o partido declarou que as diretrizes que o PSDB segue são as dos “candidatos majoritários”. A assessoria também comentou que a postura do candidato Matheus Sathler pode trazer desgastes desnecessários à candidatura majoritária. “Isso pode trazer problemas pra candidatura do Aécio, que tem uma série de propostas pró LGBT em programa de governo”.

De acordo com assessoria, a executiva do PSDB vai “ver qual é a melhor maneira de estreitar o discurso do candidato à Câmara dos Deputados com o discurso do candidato (Aécio Neves)”.
(Revista Forum)