Enquanto Lula e Dilma Rousseff defendem em escala mundial a liberdade de expressão, suscrevendo carta do Grupo de Puebla e do Conselho Latinoamericano de Justiça e Democracia, a mídia brazuca silencia.
Trata-se de um brado retumbante em favor da liberdade do jornalista Julian Assange, que o Reino Unido decidiu extraditar para ser morto pelas forças repressivas do governo dos EUA, calando-o para sempre.
Com isso, apagando os rastros de sangue deixados pelas inúmeras intervenções assassinas dos sucessivos governos estadunidenses a fim de garantir seus interesses econômicos, às custas do derramamento de muito sangue.
Como diz a citada carta, "...é uma decisão que abre sérios precedentes na violação do direito humano à liberdade de expressão e informação"; no entanto, jornalistas da mídia tradicional brazuca omitem-se em condenar essa vilania.
Foram tão lépidos na cobrança a Lula no caso de Daniel Ortega na Nicarágua, até atribuindo irresponsavelmente ao petista uma defesa que nem havia sido feita dos métodos de Ortega, e agora guardam silêncio resignado e vira lata.
Resta provado, então, que a convicção democrática desses arautos do american way of life não passa de deslumbramento viralata assimilado nos ensinamentos emanados da Tiem/Life, até hoje seguidos à risca como se fossem mandamentos bíblicos. Não dá!


Nenhum comentário:
Postar um comentário