Helder Barbalho é um governante tíbio e medíocre, autoritário apenas com aqueles a quem julga mais fracos, por isso calou-se diante da esfarrapada desculpa dada por igrejas para não cumprir a determinação do comprovante de vacina a seus fiéis.
Não compraria briga com Martinho Carmona, Samuel Câmara e outros pastores apologistas da aglomeração desde o início da pandemia, atividades chanceladas por Helder, conforme se viu naquele célebre aluguel de espaço da Assembleia de Deus, pago e jamais utilizado.
Não por acaso, o Pará é o único estado da Região Norte a apresentar dados positivos de óbitos causados pela covid, semana passada, mesmo que seja em um percentual na casa dos 10%, considerado pelo consórcio que divulga os dados diários como estáveis na última semana e sujeito a ação de hackers.
Por isso, tanto quanto Boçalnaro, Barbalhinho erra ao sentenciar que a economia não podia parar, daí a leniência diante de certas pressões poderosas, sem trocadilho com programa tocado na empresa midiática do governador, cujo aluguel deve render bom dinheiro à contabilidade empresarial, mas o estado segue em situação de estagnação econômica.
Não estranha que os investimentos governamentais no estado estejam resumidos a reforma de dois estádios estaduais, que passam a maior parte do ano fechados; bem como em um BRT metropolitano, herdado do governo anterior que queria fazer caixa pra financiar seu candidato, que em nada melhorará o trânsito daquela área e enquanto está sendo construído serve para causar apenas tormento. Não dá!


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