"...A morte, o destino, tudo estava fora de lugar eu vivo pra consertar..."(trecho da canção 'Disparada', autoria de Geraldo Vandré e Théo- 1966).
Pelo seu caráter imorredouro é que esta canção é uma das mais legítimas expressões do que se considera clássico, 54 anos depois de ela ainda identificar a imensa teia de patifes gerados nessa rede de salafrários.
Sem polígrafo, sem vergonha, com a cara mais cínica e apenas com o intuito de fazer apologia da mais deslavada empulhação, entrevistador e entrevistado irmanados na arte de fazer redivivo o falso moralismo facinoroso da elite brazuca.
Trata-se de uma batalha pra fazer triunfar o mais gigantesco fake news já produzido no país, do início da segunda década deste século pra cá, onde o enredo fantasioso e delinquente da Lava Jato seja imposto como fato histórico à população.
Não importa que já tenha sido desmascarado pela mais alta Corte judiciária do país, não importa que o instrumento togado dessa patranha jurídica tenha sido flagrado junto com seus comparsas de mortalha delinquindo com objetivo eminentemente eleitoreiro.
Importa, sim, que a realidade dos fatos deve ser sonegada ao conjunto da população, como forma de manter o poder de mentir e ocultar a história para que a elite e a classe média branca e reacionária siga ditando a verdade. Fatos? Isso é coisa para os adversários desses torpes donos do poder.


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