Desse desvario, ontem, na tal Comissão Especial que aprovou o relatório da PEC Nº125/11, que trata de uma reforma política transformada em monstrengo, chama a atenção a postura do PSDB.
Privatas costumam ser coerentes com as merdas que espalharam na história recente da política brasileira, tanto que rifaram o abúlico Alckmin e optaram pela "escolha difícil" chamada Boçalnaro.
Era o voto nefasto, travestido de útil, resumido na célebre composição teratológica batizada de 'bolsodória', em São Paulo, um casamento de conveniências a fim de preservar a matéria fecal oriunda do golpe de 2016.
Até aí, tudo bem. Agora, votar pelo fim do segundo turno nas eleições presidenciais é tentar apagar da história o fato mais relevante da política brasileira, ocorrido no final do século passado por obra e (des)graça deles.
Ao tomarem essa atitude, contribuirão mais um pouquinho com o encaminhamento do nome de seu maior expoente político, FHC, à lixeira da nossa história, agora colocado como um reles oportunista que comprou(com dinheiro publico) votos a fim de manter-se no poder.
Fora dessa controversa comissão percebe-se até que o clima é de disposição para derrotar tanto a proposta aqui citada, quanto a opção pelo famigerado distritão, igualmente aprovado na ocasião; todavia, a exposição da privataria tucana como uma chusma de oportunistas que posiciona-se ao sabor de conveniências momentâneas, essa há de durar infinitamente enquanto a privataria existir. Lamentável.


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