Esse desfile do arsenal das Forças Armadas brasileiras lembra aquele sujeito totalmente fora de forma que coloca uma sunga e vai desfilar pela praia.
O cara já não vê o pinto há muito tempo, pra calçar uma meia vive um drama, usa chuveirinho porque o braço já não chega no fiofó melado, todavia, sai todo garboso no dia ensolarado expondo aquela massa disforme.
Assim são os tanques, blindados e caminhões da diversão bozolóide desta manhã. Parece até que estamos diante de um cenário daquela série 'Combate', exibida pela extinta TV Tupi, que a TV Marajoara, cá em Belém, exibia no início dos anos 1960.
É a prova cabal que não estamos preparados pra enfrentar, em uma eventual guerra, sequer o exército de San Marino, que nem deve existir naquela micro nação de 61 km2 e pouco mais de 30 mil habitantes, certamente mais preocupada com o bem estar dos seus habitantes.
Como aparato intimidatório, deve ter alguma serventia bélica contra civis armados apenas com a vontade de derrotar esse governo fascista, facínora e fuleira na arena do embate democrático; como material bélico nacional é um fiasco do tamanho do exibicionismo sucateiro.
Tem tudo pra juntar-se ao rico folclore verde oliva onde viverá, entre outras companhias, ao lado da célebre confissão da condição de "vaca fardada" e da guerra travada por outro esbirro bizarro contra a minissaia sob o slogan, 'ninguém vai levantar a saia da mulher brasileira'. Pior é que eles não têm a mínima noção do ridículo que protagonizam.


Nenhum comentário:
Postar um comentário