Passada a perplexidade dos brasileiros diante do 'caguei' presidencial, eis que estamos novamente diante de mais imbroglios associados ao destempero verbo/intestinal de S.Exa.
Na verdade, trata-se mais de receio do laxante legal que o presidente da CPI do Genocídio, Omar Aziz, prescreveu ao moleque que foi à comissão mentir, do que mais algum arroubo de valentia.
É que o pastor/malandro(redundância) Amilton de Paula e a diretora técnica da empresa Precisa, Emanuela Medrades, foram à luta para fugir da CPI, seguramente porque não conseguirão jurar e fala a verdade ao mesmo tempo.
Ela, buscou o Supremo Tribunal Federal para escusar-se em depor; e ele um atestado médico que o faça passar por doente e assim faltar ao dever jurídico de esclarecer o porquê de imiscuir-se no Ministério da Saúde como mascate de vacinas.
Penso que a CPI nem deve gastar muita vela com esses zumbis ordinários. Fez a convocação, espaço onde teriam a oportunidade de negociar uma delação ou defender suas supostas inocências; como ambos recusam, então, siga-se o rito e use-se o material documental.
Pelo menos, alguns membros da comissão garantem dispor de farto material documental comprobatório que o governo, em negociatas com empresários inescrupulosos, prevaricou; por isso, não será necessário o recurso à delação/chantagem, único disponível àquele "juiz ladrão" cujas patranhas e chicanas ensejaram a eleição desse governo de malfeitores.


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