A infectologista Luana Araújo, musa namastê da CPI do Genocídio, encantou o governador paulista João Dória Jr e ficou sabendo das intenções do privata em tê-la como secretária.
O governador teria ficado tão impressionado como o desempenho da médica na dita CPI que deve ter dito, secretária de Saúde é isso, não aquela mediocridade que eu tenho no meu staff.
Todavia, polidamente Luana já teria demonstrado não ter interesse, pelo menos por ora, de ocupar cargo comissionado no serviço público, ainda que ideologicamente seja próxima ao tucanato.
Esperta como ela só, sabe que lá adiante sua defesa candente do SUS, no depoimento à CPI, pode receber a mesma hostilidade da privataria que a manifestada pelo negacionismo a seu ingresso no Ministério da Saúde. Credo!


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