O DIEESE revela que a cesta básica dos paraenses aumentou de preço em 17%, na média, nos últimos doze meses, isto é, de maio de 2020 a maio de 2021.
Longe de contestar os dados estatísticos de um orgão merecedor de toda a credibilidade, nessas mais de cinco décadas em que realiza esse trabalho importante a respeito de preços, salários e evolução econômica no país.
Todavia, as vezes fica a impressão de excessiva bonomia com o comportamento de certos preços, dados como comportados, mas dotado de rebeldia indomável na hora de sua aquisição, o pão, por exemplo, tido na pesquisa como em baixa de preço na ordem de -1,34%, no período citado.
Aonde houve essa redução que o DIEESE constatou e eu não? Nem na rede de panificação MP(Merda Pura), especialista na fabricação da receita do pãozinho que o diabo amassou, que já sai do forno no formato bunda de velho, foi comprovada essa redução no preço, no máximo o jogo ficou 0x0.
Outra coisa: se a carne dita de primeira custava, lá em maio do ano passado R$24,00, na média, e hoje está custando R$35,00, então, o reajuste não foi de 36,86%, mas beirando os 50%, levando junto os preços de peixe, frango e carne suína, sem que esses preços sirvam de parâmetro ao calculo do valor total da cesta.
Enfim, o que o consumidor sente é um baque em seu bolso bem acima do que o DIEESE afirma nos dados individuais aferidos podendo-se afirmar, até por um olhar superficial nos preços daquelas cestas expostas nos supermercados, que os preços das ditas sofreu reajuste de até 100%, dificultando a solidariedade para com o próximo por absoluta falta de condições.


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