Além da pandemia, o país precisa conviver com o fascismo que atormenta a população brasileira todos os dias, com iniciativas que vão de encontro aos princípios que fazem uma nação mais justa e feliz.
Hoje, sob a batuta truculenta e viralata do deputado Arthur Lira, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal vota o Projeto de Lei Nº 490/2007, que transfere da União aos legislativos estaduais a prerrogativa de demarcar terras indígenas.
A criminosa proposta, de autoria de um celerado paranaense, data da primeira década deste século e nunca chegou sequer a passar nas comissões na medida em que seu caráter nefasto jamais a fez chegar as gavetas, daí ser conservada à beira do esgoto.
Com a ascensão de um fascista à presidência da República, trazendo junto hordas de malfeitores defendendo os mais escusos interesses de bandos salteadores do erário e das riquezas do país, eis que juntam da lama essa excrescência e atiram na nossa cara.
Seguimos, assim, na contramão daquilo que o mundo cobra de nós, a defesa de nossos ricos biomas, enquanto essas quadrilhas só estão interessadas em atitudes rapaces e imediatistas, pouco se importando com consequências planetárias desse desatino. Vejamos como será o desfecho de mais essa tragédia.


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