Bolsonaro até seria hilário, não fosse trágico. Agora, resolveu colecionar ações impetradas no Supremo Tribunal Federal contra governadores que decretam isolamento, nos respectivos estados que governam.
Claro que o presidente sabe serem essas ações prejuízo até em eventual troca por merda, pois nem pra adubo essas inciativas "terrivelmente evangélicas" servem, sendo jurídica e praticamente ações sem efeito.
O que ele tenciona é, lá adiante, quando for defender-se da procedente acusação de ter concorrido para que centenas de milhares de vidas fossem sacrificadas no altar do negacionismo, é sacar essas ações como seus grandes feitos.
Nesse momento, provavelmente já teremos tido o desfecho da escolha do substituto do ministro Marco Aurélio Mello, no STF, sendo oportunidade preciosa de ver a quantas anda o humor de Augusto Aras, caso o PGR não tenha sido o ungido. Dureza!


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