Depois de tantos bonecos do Gepetto depondo na CPI do Genocídio, a presença do cientista Dimas Covas, hoje, presidente do Instituto Butantan, foi um sopro de verdade e dignidade.
Todavia, e nada tem a ver com o dr. Dimas, persistiu a dúvida a respeito da decisão do governo paulista de frear a produção da CoronaVac, depois que o Ministério da Saúde foi desautorizado a comprá-la.
Por que, diante da estupidez bozolóide, Dória Jr em vez de diminuir a produção não foi atrás de outros governadores estaduais ávidos pela aquisição de imunizantes e fez um consórcio que garantisse a produção?
Não dá pra acreditar que a falta dessa iniciativa seja por motivação política, o governador de São Paulo pretendia faturar sozinho a glória pela vacina, daí apostar que o governo federal ainda ia comprar, como de fato acabou comprando.
Porém, em quantidades muito abaixo da necessidade do país e sem abandonar a estranha luta pela implantação daquele charlatanismo apelidado de "tratamento precoce", diminuindo enormemente o efeito dos méritos do governo paulista.
É. Parece que a clarividência não é o forte do governador. Hoje, aliás, deu mais uma amostra disso quando aumentou a fiscalização no aeroporto de Congonhas a fim de evitar que alguém oriundo da Índia entrasse no território paulista. Tarde demais: alguém de lá procedente já havia entrado. E pelo aeroporto de Guarulhos. Credo!


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