Assustadora a dependência do presidente da república da mentira, da trama ardilosa, do sortilégio com o intuito de transferir sorrateiramente a terceiros efeitos de suas más ações.
Negacionista contumaz e mundialmente abominado, o chefe do poder executivo brasileiro acaba de ingressar no STF com uma ação visando anular medidas de isolamento social, tomadas por governadores e prefeitos.
Sabe que não terá êxito em sua empreitada jurídico/macabra, todavia, usa esse ardil pra transferir a gestores de outras unidades da federação a responsabilidade por levante de miseráveis que venha ocorrer, em razão da fome que se alastra.
Foi bem claro ao dizer, "o caos vem aí, a fome vai tirar o pessoal de casa", então, tratou de eximir-se da responsabilidade por essa ameaça de convulsão social, atirando nas costas de quem seguiu recomendações científicas e tomou as medidas recomendadas.
Enquanto isso, o presidente transfere R$1,3 trilhão dos cofres públicos aos credores da dívida pública crescente, perdoa R$200 bilhões de dívidas tributárias das igrejas, congela o salário do funcionalismo público por 15 anos e socorre os miseráveis vitimados por essa política bozo/guedista com R$150,00.
O lado bom disso é que apenas o rebanho antolhado pelos falsos profetas acredita nele, hoje, segundo o Datafolha, algo em torno de 15% da população compõe os ocupantes desse curral, logo, incapaz de faze-lo repetir a performance de 2018, pois o desencanto superou o encanto.
Como oportunamente notou o cientista político Marcos Coimbra, o inquilino do planalto deve perder a eleição porque inverteu a lógica da representatividade política, ou seja, em vez de traçar estratégias para ampliar sua base tentou enquadrar os demais e confiná-los no curral de sua estupidez. Parece que não vai dar certo.


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