Por mais que o tucano paraense Celso Sabino tenha apresentado uma inusitada alegação de "justa causa", pra sair do PSDB sem perder seu mandato de deputado federal, sua nota apenas mostra o contrário.
Alegar como virtuosa sua "articulação" pra virar líder do atual governo é deboche inominável, bem como apologia do toma lá dá cá em prejuízo da identidade partidária, coisa que o deputado parece desdenhar.
Não foi o partido que fez bullyng contra seu mandato, mas, ele, Celso, que incorreu no mesmo vício que acomete dez entre dez deputados adeptos do fisiologismo, de crer que a eleição encerra compromissos partidários.
Não é assim, embora a maioria das legendas brasileiras, fora do campo da esquerda, feche os olhos e até incentive as mais torpes trocas de benesses entre parlamentares, individualmente, e o governo central.
Enfim, estamos diante de um caso típico de detentor de mandato conquistado por uma legenda, incomodado com esse vínculo por conta de seu exacerbado individualismo, em detrimento do programático.
Então, se não houver relaxamento por parte da direção partidária, é hora de seguir os trâmites legais na justiça eleitoral e confiscar o mandato de mais esse aventureiro, independente do fato de ser o suplente igual ao titular. Pelo menos uma vez!

2 comentários:
Lendo a petição inicial do TSE fica clara a perseguição dentro do partido.
Parabéns pela verdade da postagem. Um poliqueiro que tenta enganar até seus eleitores para se dar bem. Um texto primoroso que reforça a necessidade da depuração de políticos desse péssimo quilate.
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