Quase cinco meses depois de fugir da eleição municipal do Rio de Janeiro, ficamos sabendo que o deputado Marcelo Freixo está com um pé no PDT de Ciro Gomes.
Não foi pra Paris, mas abandonou uma disputa em que tinha grandes chances de vencer, e o fez tomado pela mesma ojeriza que Ciro demonstra ao PT, conforme as acusações torpes que hoje faz.
Não fica claro, pelo trecho publicado da entrevista de Freixo à TV Democracia do direitista Fábio Pannunzio, resumida pelo site 247, quais "os problemas graves que deveriam ter sido investigados" durante os governos petistas.
Nítido é que Freixo age como seu provável futuro correligionário, colocando-se contra a volta de Lula à liderança do campo da esquerda, golpeada em 2018, com a mesma retórica diversionista contra um exotérico hegemonismo petista.
Certamente Freixo fará a mesma trajetória de Ciro, agora que dá como certa sua saída do PSOL e faz conversas com Carlos Luppi, presidente do partido do coronel Gomes, legenda que poderá tê-lo como candidato ao governo do Rio de janeiro.
Talvez não chegue até onde chegou a outra pedetista conservadora, Tabata Amaral, porém, se sua trajetória for essa mesma em breve terá a companhia de Eduardo Paes, Rodrigo Maia e principalmente o inominável 'Grampinho', para os mais chegados ACM Neto. Credo!


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