Enquanto os imbecilizados presidente da República e ministro da Saúde criam obstáculos para a compra de vacinas contra a covid19, o Brasil se aproxima dos 200 mil óbitos de vítimas do coronavírus.
A propósito, o jornal Metrópoles, do Distrito Federal, revela que há estoques de hidroxicloroquina suficientes para abastecer as cidades brasileiras por pelo menos mais CEM ANOS.
Esse gigantesco estoque de estupidez parece estar na raiz da antipatia presidencial pela vacina, em razão das das instituições e profissionais da saúde condenarem o uso do citado medicamento no tratamento da covid.
No entanto, constata-se que não faltam boçais, mentecaptos, cretinos e assemelhados repetindo uma palavra de ordem que resume bem essa obtusidade: não queremos vacina, pois temos cloroquina.
A vacina, aliás, as vacinas, independente de sua procedência, passaram por testes e têm sua eficácia avalizada pela Organização Mundial de Saúde(OMS), daí significarem uma grande conquista da humanidade.
Resultado: assim que forem massificadas no Brasil possivelmente sentenciarão a inutilidade da cloroquina, bem como mostrarão aos orgãos fiscalizadores o quanto Bolsonaro foi perdulário com o dinheiro público.
Ora, essa verdade fatalmente desaguará em 2022, sendo bem provável que até parte daqueles que ainda acreditam no tenente reformado ungido a capitão o abandonarão e isto pode encerrar seu ciclo presidencial.
Hoje, mesmo gozando de popularidade limitada, tendo contra si dois terços dos brasileiros, ainda assim Bolsonaro estaria muito próximo de um segundo turno, algo que a vacina pode erradicar junto com o vírus. Será?


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