Há menos de um mês, foi o próprio Datafolha que revelou resultado de pesquisa onde Bolsonaro tinha índices estratosféricos de rejeição nas grandes capitais do país.
Em São Paulo, por exemplo, a rejeição da população ao atual presidente alcançava 54%; em Salvador, 65% e em Belo Horizonte era verificada quase a mesma rejeição paulistana.
Assim, quando o mesmo Datafolha publica pesquisa mostrando que Bolsonaro ainda tem 37% de aprovação popular em todo o país, fica a sensação de manipulação, tão recorrente naquele instituto.
O que levou à constatação tão dissonante com a realidade ora vivida, quando o número de arrependidos em votar no ex deputado segue crescendo? Só pode ser algo politicamente importante no enredo golpista.
Sabe-se que a esquerda, mesmo sendo dada como derrotada nas eleições municipais do dia 29 de novembro último, ainda mede medo à mídia conservadora a julgar pelo palavrório gasto com o 'cachorro morto'.
Bolsonaro transformou-se em chefe de um "grupo de patifes", segundo a própria Folha Tucana(FSP), por sinal, que o ajudou a chegar ao Palácio do Planalto, mas o receituário neoliberal ora vigente une as facções.
Assim, é preciso sugerir à opinião pública que o governo é bom, o capitão Jair é que mata, logo, nada de abrir vácuo pra que se comece a falar de políticas sociais, recuperação do poder aquisitivo do salário mínimo, geração de empregos, combate à miséria e outros que tais sumidos da mídia assim que o golpe consolidou-se. Entendeu?

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