As pesquisas recentes indicam grandes chances de Joe Biden vencer a eleição norte-americana e derrotar o troglodita eleito pelos irmãos do Norte.
Por aqui, detalhes bem interessantes indicam que o nosso troglodita pode estar em maus lençóis, sobretudo com a derrota de Donald.
O primeiro: Jair, obviamente orientado por algum cérebro remanescente em seu governo, tentou entrar em contato, mais de uma vez, com a campanha de Joe Biden. Sem sucesso.
O candidato do Partido Democrata não atendeu, dando uma resposta esfarrapada de que não “falam” com outros governos durante a corrida eleitoral (a informação do contato foi divulgada via rede social por jornalistas da GloboNews).
Pelas declarações que tem dado, a vitória do candidato democrata será uma enorme pedra no sapato da política de passar a boiada, quero dizer, do meio ambiente do governo Bolsonaro (e outras).
E isso não vai implicar apenas retaliação política, mal-estar diplomático. Será um soco no estômago do agro é pop.
Juntando-se a isso o fato de que Jair já se indispôs também com a China, um dos grandes importadores de produtos agrícolas do Brasil (suspeito que produtores e empresários de Minas estejam em pânico), a situação do Brasil não é nada boa.
Outro indicativo que mostra que as coisas podem não estar tão boas para Jair é a entrevista de FHC no jornal Estado de São Paulo.
O ex-presidente descobre finalmente a pólvora ao dizer que “vivemos o início de uma crise política”.
Para além da observação arguta, vale lembrar que FHC e o jornal são porta-vozes do pensamento da elite da Avenida Paulista, a elite empresarial e financeira que deu suporte ao golpe de 2016 e que mantém Bolsonaro.
Portanto, a fala e o destaque explicitam grande insatisfação desse grupo – que certamente prevê dificuldades com a eleição de Biden.
Um outro ponto nada favorável é o fato de que os candidatos apoiados por Jair não estão indo bem nas eleições – nas 10 maiores capitais do Brasil, o associação a Jair não é sinônimo de vantagem eleitoral (o caso Russomano é bem exemplar).
Ou seja, esperava-se acachapante vitória, mas esqueceram de combinar com os russos.
As reações muito negativas nas redes sociais à tentativa de mexer com o SUS também indicam que Jair não está com essa bola toda.
E não podemos nos esquecer de que o vice-presidente “atropelou” Bolsonaro ao dizer que o Brasil vai sim comprar a vacina da China. Aquele vice que estava bem sumido e que aparece sempre em momentos estratégicos com um ar de republicano.
Juntando tudo, dá pra perceber que a situação do troglodita não é boa mesmo, apesar das risadas guturais.
E onde entra o rosinha Guaraná Jesus na história?
Bem, amigos, ele é aquele elemento no discurso usado para distrair quando há graves problemas – mantendo de perto as bases mais fidedignas, aquelas que acreditam que guaraná rosa “transforma” algum ser humano em gay, e criando aberrações discursivas para desviar dos temas que realmente importam e incomodam.
A conferir.
(Eliara Santana/ Viomundo)


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