
O ladravaz Michel Temer, chefe/substituto do não menos gangster Eduardo Cunha na quadrilha emedebista que derrubou Dilma Rousseff, está lançando um livro em que descreve a relação promíscua mantida com gorilas fardados de verde oliva, durante a preparação do golpe.
O nome do livro já diz tudo a respeito da empreitada que escancarou os cofres públicos ao apetite voraz dos predadores do erário, elevando a dívida pública brasileira a mais de 90% do PIB, hoje: "A Escolha, Como Um Presidente Conseguiu Superar Grave Crise E Apresentar Uma Agenda Para o Brasil".
Trata-se de uma coletânea de entrevistas daquele vil larápio ao fascista e filósofo gaúcho Denis Lerrer Rosenfeld onde, obviamente, não há qualquer referência ao fato de que todos os chefões dessa quadrilha foram parar atrás das grades, sendo que uns ainda estão lá em razão de carregarem um código penal às costas.
O ladrão temerário em tela, revela com todas as letras que mobilizou como milícia a serviço do golpismo assaltante o Exército brasileiro, sob o comando do gorilão Eduardo Villas Boas, comandante da tropa, cuja deterioração física atual nada mais é do que o espelho de sua degradação moral no exercício da função há décadas.
Gorilas viviam incomodados com o estado democrático de direito, vigente no país nos anos em que o PT foi governo, pois não aceitavam a Comissão Nacional da Verdade, a política então vigente para os direitos humanos e muito menos alterações na Lei da Anistia que viessem a punir torturadores.
Diante disso, não causa qualquer espanto que um facínora ligado ao crime organizado tenha sucedido o desprezível assaltante temerário, afinal, toda essa política humanista foi destruída, depois que ungiram uma fanática religiosa e tarada ao comando da citada pasta. E sob fiança de generais mal afamados.

Nenhum comentário:
Postar um comentário