Continuo duvidando dos números da pesquisa eleitoral, publicada hoje no Diário do Pará, referentes ao percentual atribuído a José Priante(19%), que o torna segundo colocado.
Recentemente, um instituto local fez pesquisa para o cargo de prefeito de Belém e o percentual do emedebista foi a metade desse número hoje divulgado.
Além de o mais rejeitado(por 36% dos eleitores, talvez até mais o rejeitem e a pesquisa ameniza de acordo com a vontade do contratante), Priante é um parlamentar totalmente ausente de Belém.
Seu percentual atende claramente a tática emedebista de incensar Helder como um grande eleitor na capital, coisa que nem os pais do dito cujo creem, daí tudo isso cheirar a artificialidade.
Menos mal que o jornal oficioso do governador moderou sua megalomania e limitou a aprovação de S. Exa. a 54% dos entrevistados, bem diferente dos 78% publicados domingo retrasado.
Resumo da ópera: essa eleição continua mostrando um quadro mais ou menos semelhante ao de 2018, onde Bozo não canta de galo, a privataria desidrata no rumo do faquirismo, a esquerda unida mostra força e o governador tenta ser hegemônico.


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