
Sites de notícias, que tornaram-se alternativos ao pensamento único expresso pela mídia conservadora e venal, prestam um grande serviço à população ao registrar que os veículos de comunicação tradicionais não deram uma linha sequer de registro do Plano de Reconstrução do Brasil, lançado ontem pelo PT para mostrar que a crise que assola o país é fabricada pelo atual governo de matiz ultraliberal.
Porém, que se fique apenas no registro da omissão, afinal, essa mesma mídia ignora tudo de positivo que vem do PT e sonha dia sim outro também com a destruição total da legenda que governou o país por treze anos, até ser deposta por um golpe político/jurídico/midiático logo após os comparsas golpistas constatarem que pela via democrática, através do sufrágio universal, não conseguiriam derrotá-la.
Já entrou para a história brasileira, até como registro da vil parcialidade midiática, que deixou de lado o dever de informar e assumiu publicamente uma certa obrigação sórdida de ajudar a 'oposição fraquinha', o caráter de ineditismo dos programas televisivos da candidata Dilma Rousseff ao registrar inúmeras obras governamentais, tudo porque isso era convenientemente ocultado dos noticiários e causou impacto definitivo em favor da petista.
Com efeito, nada mudou no comportamento dessas corporações mercenárias e reacionárias que, aqui e acolá, prestam efêmeras homenagens à virtude ao inserir mui rapidamente entre seus noticiários eivados de vícios registros factuais, mas isto só quando não dá para manipular ou deliberadamente noticiar de forma tendenciosa, para depois fazer o desmentido que julgam absolvê-los dos crimes cometidos quase que diariamente, como neste caso do Plano...
Como o STF resgatou apenas parte de suas prerrogativas enquanto Suprema Corte, quando viu que estava insuportável dividir seu status institucional com os farsantes togados da Lava jato, pero no mucho na medida em que segue protelando reparar o embuste legal daqueles farsantes contra Lula e o PT, pois é nítido que ainda não considera concluída a tarefa golpista de consolidar o golpismo como força política consolidada, principalmente às vésperas de uma eleição. Lamentável!

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