
Mesmo tendo bastante tempo, mas pouco saco pra procurar exemplo mais afim, comparo o presidente do Flamengo, o patife Rodolfo Landim, a Domingos Fernandez Calabar, tido e havido pela história oficial do Brasil como maior traidor(junto com Joaquim Silvério dos Reis) brazuca.
No caso de Landim, a traição vem a um projeto de recuperação da pujança rubro-negra dentro de uma orientação democrática e transparente, conforme ocorreu durante os anos da exitosa gestão de Eduardo Bandeira de Melo, que transformou o Mengão de pária econômico em êxito administrativo.
Surfando nessas ondas, o atual presidente enveredou pela mistura de simpatias pessoais com a eficiência herdada, escudado em uma equipe com inegável expertise para manter o embalo do sucesso, por sinal, com uma modesta participação de Landim nessa maré vitoriosa.
Com a pandemia e a dificuldade de manter-se uma gestão colegiada, Rodolfo resolveu jogar solto e a primeira coisa que fez foi associar o Mengão ao abominável genocida inquilino do Palácio do Planalto, usando essa associação promíscua em transações que primam pela suspeição.
Cozinhou em banho maria uma negociação com a maior empresa do planeta, a estadunidense Amazon, que faria do Flamengo um dos clubes com maior potencial de êxito financeiro em todo o planeta; acabou ficando como patrocinador máster do 'mais querido' o Banco Regional de Brasilia.
Curiosamente, o novo patrocinador principal do Mengão sequer tem agências no Rio de Janeiro, sendo que isto ficou em segundo plano, enquanto os olhos gananciosos, estupefatos e perplexos concentraram-se nos R$35 milhões que o Fla receberá por um ano de patrocínio.
Mais estranho é que esse patrocínio veio depois que Bolsonaro assinou a Medida Provisória Nº984/20, que modifica a Lei Nº9615/98(Lei Pelé), e fere de morte o longevo monopólio global nas transmissões do futebol brasileiro de elite, barulho que se estenderá juridicamente no pós Bolsonaro/Landim.
Portanto, assim como os holandeses legaram à RM do Recife o mais eficiente sistema de esgotamento do Brasil, com a ajuda de Calabar; Landim pode ser responsável pela quebra de um dos mais abjetos monopólios privados que este país já viveu. Mas que Bolsonaro e Landim são dois patifes, não há dúvida.

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