
Jornal GGN – O terceiro relatório elaborado pela comissão mista do Congresso Nacional para análise dos gastos com a pandemia de covid-19 confirma o baixo aproveitamento dos recursos que já foram autorizados.
Os últimos dados da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados indicam que, dos R$ 404,18 bilhões projetados para o combate à pandemia, apenas 43,48% (R$ 175,7 bilhões) foram efetivamente pagos.
De acordo com a Agência Senado, um dos recursos menos usados foi o auxílio financeiro a estados, municípios e o Distrito Federal, onde apenas 3% (R$ 1,97 bilhão) dos R$ 76,19 bilhões foram pagos de fato.
Outros itens com baixa execução orçamentária foram a ampliação do Programa Bolsa Família — com 9% do total de R$ 3 bilhões efetivamente aplicados — e despesas adicionais do Ministério da Saúde e dos demais ministérios — foram pagos R$ 12,94 bilhões (26%) dos R$ 49,87 bilhões previstos.
O relatório também aponta ainda a dificuldade de pequenos e médios empreendedores de conseguirem crédito para manter suas empresas abertas: dos R$ 40 bilhões previstos para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas, por dois meses, pouco mais de R$ 2,6 bilhões chegaram efetivamente às mãos dos empresários.
Os últimos dados da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados indicam que, dos R$ 404,18 bilhões projetados para o combate à pandemia, apenas 43,48% (R$ 175,7 bilhões) foram efetivamente pagos.
De acordo com a Agência Senado, um dos recursos menos usados foi o auxílio financeiro a estados, municípios e o Distrito Federal, onde apenas 3% (R$ 1,97 bilhão) dos R$ 76,19 bilhões foram pagos de fato.
Outros itens com baixa execução orçamentária foram a ampliação do Programa Bolsa Família — com 9% do total de R$ 3 bilhões efetivamente aplicados — e despesas adicionais do Ministério da Saúde e dos demais ministérios — foram pagos R$ 12,94 bilhões (26%) dos R$ 49,87 bilhões previstos.
O relatório também aponta ainda a dificuldade de pequenos e médios empreendedores de conseguirem crédito para manter suas empresas abertas: dos R$ 40 bilhões previstos para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas, por dois meses, pouco mais de R$ 2,6 bilhões chegaram efetivamente às mãos dos empresários.

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