
E o crime quase perfeito foi desvendado. Fabrício Queiroz, a essência cítrica da bandidagem miliciana, estava escondido há cerca de um ano em Atibaia, na propriedade do causídico contratado pelo senador Flávio Bolsonaro.
Duas conclusões inevitáveis desse fato: 1) pelo tempo do sumiço daquele miliciano, claro que o então todo poderoso ministro da Justiça Sérgio Moro estava a par da operação, quiçá seu articulador; 2) a sentença da juíza que substituiu Sérgio Moro na Vara Federal de Curitiba, condenando Lula pela propriedade de um sítio em Atibaia, anulada pelo TRF-4 por constituir-se plágio da sentença do triplex no Guarujá, é desse período, por isso cabendo a suspeita do envolvimento dos quadrilheiros da gangue 'farsa jato' em mais essa manobra miliciana.
Augusto Aras, o PGR atrelado ao Poder que deveria fiscalizar, pode até usar os fatos para desviar o foco da familícia Bolsonaro, no entanto, o Supremo Tribunal Federal terá meios para manter a perigosa relação como fato central de eventual processo a ser aberto, demonstrando que o(s) crime(S) cometido(S) envolve todos os que agora devem submeter-se a minuciosa apuração. Com punição rigorosa, conforme as penas previstas em lei.

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