
Sempre se ouvia falar a respeito de qual dos filhos fará a trapalhada fatal que derrubará Bolsonaro.
Parece que quem apostou no Nº1 venceu a parada. Com a prisão do miliciano cítrico Fabrício Queiroz, muito próximo ao senador, o roteiro da derrocada está traçado.
Não há uma transação de Queiroz que não contenha as digitais do senador/rebento presidencial, fora a farta galeria fotográfica dos tempos em que a sensação de impunidade permitia certas liberalidades.
Soube-se como isso começou, todavia, é impossível prever como terminará, embora seja previsível que muitos fatos até aqui sob suspeita sejam desvendados, inclusive com culpados.
Prestes a sofrer impeachment, o governador do RJ Wilson Witzel parece disposto a cair atirando, sendo que todo seu arsenal está direcionado à família Bolsonaro, daí a prisão de Queiroz ter sido efetuada pela polícia carioca.
Se terá pernas pra ir até o fim na vingança é pouco provável, mas é certo que deixará o governo junto com um estrago na reputação da família presidencial, capaz de encerrar carreiras políticas.
Até a possibilidade de um golpe, remota, diga-se, se vier a ocorrer não será pelas mãos do capitão reformado, seria para preservar patentes mais altas, o que implica livrar-se do Jair.

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