
Desconfio que ingênuo é quem pensa que a Prefeitura de Belém comprou os testes errados, autotestes de HIV/Aids, no lugar de testes de detecção de covid19.
Primeiro, é preciso investigar se os testes que a PMB tentou distribuir, desde o dia 11 deste mês e a população recusou, foram mesmo comprados ou eram parte de estoque antigo distribuído pelo Ministério da Saúde.
Depois, caso tenham sido de fato comprados, é preciso que se veja a nota de compra, códigos do que foi adquirido e, principalmente, preços praticados na comparação dos dois testes.
Não cabe na cabeça de um adolescente a confusão entre HIV e covid19, quanto mais na de ordenadores de despesa instados a agir durante momento tão tormentoso como o atual.
Só o Ministério Público pode agir rapidamente e cobrar esclarecimentos dessa trapalhada inominável, mais malcheirosa do que gaiata, em que a saúde e o contribuinte são lesados.
Primeiro, é preciso investigar se os testes que a PMB tentou distribuir, desde o dia 11 deste mês e a população recusou, foram mesmo comprados ou eram parte de estoque antigo distribuído pelo Ministério da Saúde.
Depois, caso tenham sido de fato comprados, é preciso que se veja a nota de compra, códigos do que foi adquirido e, principalmente, preços praticados na comparação dos dois testes.
Não cabe na cabeça de um adolescente a confusão entre HIV e covid19, quanto mais na de ordenadores de despesa instados a agir durante momento tão tormentoso como o atual.
Só o Ministério Público pode agir rapidamente e cobrar esclarecimentos dessa trapalhada inominável, mais malcheirosa do que gaiata, em que a saúde e o contribuinte são lesados.

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