Enquanto Simão Lorota coloca seus barnabés/ mercenários no encalço das vantagens pessoais conquistadas pelos profissionais da educação pública ao longo de sua consolidação enquanto categoria, o governador do Maranhão, Flávio Dino, concede reajuste aos do magistério do estado vizinho, reconhecendo a importância do seu papel no futuro da população.
Simão limita o número de horas trabalhadas, ignora o piso salarial da categoria, confunde de forma espúria gratificação de nível superior com vencimento-base, enfim, envida todos os seus esforços maléficos pra reduzir o custo orçamentário da maior e mais importante secretaria estadual.
Considera educação pública custo, jamais investimento, por isso enxuga de forma criminosa os gastos, certamente para que sobre à politicagem aquela quantia financiadora da apropriação indébita da coisa pública, do que deveria patrocinar a formação da cidadã da maior e mais vulnerável parcela da população.
Feito o larápio Temer, que roubou dinheiro do salário mínimo pra dar aos ricos e vive bazofiando contra a falta de democracia na Venezuela, enquanto Nicolas Maduro concedeu 40% de reajuste no salário mínimo daquele país, Simão persegue obsessivamente os professores paraenses, cujo único pecado é reclamar da perseguição que sofrem, sendo um obstáculo aos planos carreiristas do ex-cantor de barzinho e comparsa de cervejaria.
Para o bem de todos e felicidade geral do estado, Lorota passa e a SEDUC e seus profissionais ficam. E quando esse flagelo passar, espera-se que o próximo governante tenha o mínimo de respeito e não faça do martírio da escola pública norte de governo.

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