Esse episódio deplorável, mais esse, dando conta que o jagunço Jair Bolsonaro emprega em seu gabinete de Brasilia uma vendedora de açaí que mora em Angra dos Reis, não se constitui em fato isolado.
O próprio capitão do mato foi flagrado embolsando mais de seiscentos mil reais/ano de auxílio-moradia, mesmo sendo proprietário de imóvel na capital federal, o que mostra a falta de critério e pudor por parte da direção da Câmara e do beneficiário velhaco.
No caso da açaizeira, diz a matéria da FSP que ela é esposa do caseiro do parlamentar, além de proprietária do pequeno comércio naquele distrito, algo auto explicativo no proceder nefasto de Bolsonaro em apropriar-se da coisa pública como se propriedade particular sua fosse.
Quando exercia o mandato de senador, o hidrófobo contraventor Mario Couto vociferava diuturnamente sua cantilena pseudo moralista, mas certa vez mostraram uma conta sua em restaurante de luxo em valor superior a oito mil reais, onde até bebida alcoólica cara constava, que o dito moralista pendurou nas costas daquela Casa de Leis.
Desgraçadamente, esses exemplos multiplicam-se por centenas de vezes e nada indica que tendem a retroceder, antes, ao contrário, devem aumentar na medida em que o orçamento anual do legislativo é infenso a crises.
Só mudando as normas que regem a concessão dessas benesses é que seria possível refrear essa bondade corporativa, mas, para isso essa normas deveriam ser discutidas e votadas à luz do dia, como qualquer outra legislação que atinge o conjunto da população brasileira.
E de preferência que essa discussão ocorra após audiências públicas com a participação de entidades da sociedade civil, habilitadas a contribuir com propostas mais decentes e capazes de por termo a essa orgia que os Bolsonaros da vida protagonizam distribuindo dinheiro público sem pudor.
O próprio capitão do mato foi flagrado embolsando mais de seiscentos mil reais/ano de auxílio-moradia, mesmo sendo proprietário de imóvel na capital federal, o que mostra a falta de critério e pudor por parte da direção da Câmara e do beneficiário velhaco.
No caso da açaizeira, diz a matéria da FSP que ela é esposa do caseiro do parlamentar, além de proprietária do pequeno comércio naquele distrito, algo auto explicativo no proceder nefasto de Bolsonaro em apropriar-se da coisa pública como se propriedade particular sua fosse.
Quando exercia o mandato de senador, o hidrófobo contraventor Mario Couto vociferava diuturnamente sua cantilena pseudo moralista, mas certa vez mostraram uma conta sua em restaurante de luxo em valor superior a oito mil reais, onde até bebida alcoólica cara constava, que o dito moralista pendurou nas costas daquela Casa de Leis.
Desgraçadamente, esses exemplos multiplicam-se por centenas de vezes e nada indica que tendem a retroceder, antes, ao contrário, devem aumentar na medida em que o orçamento anual do legislativo é infenso a crises.
Só mudando as normas que regem a concessão dessas benesses é que seria possível refrear essa bondade corporativa, mas, para isso essa normas deveriam ser discutidas e votadas à luz do dia, como qualquer outra legislação que atinge o conjunto da população brasileira.
E de preferência que essa discussão ocorra após audiências públicas com a participação de entidades da sociedade civil, habilitadas a contribuir com propostas mais decentes e capazes de por termo a essa orgia que os Bolsonaros da vida protagonizam distribuindo dinheiro público sem pudor.

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