Jorge Paz Amorim
- Na Ilharga
- Belém, Pará, Brazil
- Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.
sábado, 16 de maio de 2015
É o jornalixo, estúpido!
E segue o jornalixo bandido do panfleto tucano/liberal na sua triste sina de criminalizar Lula/Dilma em suas manchetes tão sensacionalistas quanto mentirosas, enquanto tucanos comprovadamente bandidos são tratados como entes abstratos. Enquanto uma ex-funcionária pública é tratada como "amiga de Lula", o larápio governador tucano do Paraná é substituído por um 'operador que virou réu na Lava Jato'.
Na verdade, se houvesse um mínimo de pudor profissional, haveria ao menos um registro do fato proporcional à sua importância e gravidade na medida em que há uma denúncia dando conta que parte da propina arrecadada por auditores da Receita Estadual em Londrina, no esquema de corrupção investigado na Operação Publicano, foi usada para financiar a campanha de reeleição do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), feita pelo auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, em depoimento prestado dentro de um acordo de delação premiada. O advogado de Souza, Eduardo Duarte Ferreira, garantiu que, segundo o cliente, R$ 2 milhões foram arrecadados em fevereiro de 2014 para a campanha do tucano. Ainda de acordo com o advogado, o delator disse que não teve contato direto com o governador, mas que o pedido da propina para financiar a campanha foi feito por Márcio de Albuquerque Lima, considerado o chefe da quadrilha na Receita e parceiro de Richa em corridas de carro.
Mais solerte e idiotizado é o título "Dilma poderia ser investigada". Ora pra que a presidenta estivesse livre de submeter-se aos ditames constitucionais só haveria uma hipótese: que nuca houvesse ocupado o cargo que ora ocupa. Na verdade, a debilóide insinuação apenas sustenta o viès escandaloso que move essas gangues midiáticas que evitam noticiar decentemente que o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou ontem (15) mais um pedido do PPS para que a presidenta Dilma Rousseff seja investigada na Operação Lava Jato. Dessa vez, o partido pediu que o plenário da Corte analisasse um recurso contra outra decisão que também rejeitou abertura de investigação contra Dilma.
No entendimento de Zavascki, a decisão que arquivou o pedido do PPS é irrecorrível, conforme prevê o regimento interno do STF. “No que se refere à petição ora em exame, não havendo acusação alguma formalmente apresentada em relação à presidenta da República, não há como, logicamente, admitir assistente de acusação, condição com a qual o partido requerente se apresenta ou busca obter para si no presente caso. Também não há hipótese de levar a matéria à consideração do plenário”, conforme registro da Agência Brasil que o imundo panfleto locar distorceu.
Claro que esses registros são até cansativos, de tão repetitivos. Infelizmente, nada há mais a fazer que não isso, exatamente para evitar que pense o incauto leitor caia em arapucas de quem adotou a delinquência como ofício.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário