Como costumam dizer certas notas, de estilo manjado, recorrentes em certas colunas veiculadas no jornalixo local, há golpe novo na praça. Vale-se da procura maior que a oferta de vagas a quem recorre ao Fies, tentando meter a mão no bolso dessa clientela ávida por acesso ao ensino superior.
Na verdade, nada há que se assemelhe ao programa do MEC, sendo mais parecido com qualquer contrato feito por particular com instituição bancária privada, tudo devidamente disfarçado na permissão ao candidato pagar até 20% do valor da mensalidade inicial. Depois disso, o incauto passa a ver esse saldo incorporado ao saldo devedor total corrigido pela taxa Selic, atualmente em 11,75% ao mês, o que encarecerá enormemente o débito da vítima/estudante, pois, ao cabo de um ano, terá um débito mais de dez maior do que aquele verificado o ato da assinatura do contrato.
Ressalte-se, novamente, o triste papel de um veículo de comunicação, que deveria prestar um serviço decente ao leitor, mas desvirtua essa condição pra contribuir com uma arapuca que se vale de uma dificuldade ocasional de financiamento a quem deseja ingressa no ensino superior pra meter a mão no bolso alheio. Lamentável!

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