Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

domingo, 2 de novembro de 2014

Esqueçamos que ele existe


Com ares de magoado, FHC escreve que rejeita a prosta de diálogo feita pela presidenta reeleita à oposição. Alega que a campanha petista foi pautada na agressão, daí optar pelo mal à morte.

Evidentemente, acha normal a capa da Veja e o panfleto que se serviu daquela atitude criminosa, assim como deve achar normalíssimo o uso de expressões grosseiras do candidato do seu partido contra a mandatária máxima da nação e mais velha do agressor. Enfim, qualquer reação à voz do dono é considerada ofensa na visão do maior apologista da dependência.

Melhor assim. Ele que fique com seu nhemnhemnhem reacionário e distante dos anseios da sociedade. Ainda paira sobre todos os brasileiros que um governante tão desastrado como foi FHC nada tem para dar como contribuição a um entendimento nacional que nos ajude a superar certas dificuldades institucionais, tal como um pacto em torno de uma reforma tributária que sepulte definitivamente o viès regressivo do atual modelo. Faz parte da índole conservadora do tucano essa retórica diversionista que, no fundo, não passa de libelo contra as conquistas sociais alcançadas nesses doze anos de petismo. Esqueçamos definitivamente dessa patética figura.

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