E eis que o Comitê do Prêmio Nobel redimiu-se do vexame de 2025, quando premiou a vira lata venezuelana Corina Machado com o Nobel da Paz,, ao laurear em 2026 alguém digno da luta por direitos humanos.
A escolhida este ano foi a sulafricana Navanethem 'Navi' Pilay, integrante do Tribunal Penal Internacional, defensora intrasigente da paz, da soberania dos povos e do estado de direito, tanto nacional quanto internacional.
Não por acaso, 'Navi' faz parte de um grupo de juízes sancionados pelo nazi/ fascista Donald Trump, a ponto de ter que receber seus salários em espécie e na boca do caixa, já que é proibida de ter a posse de cartões e contas bancárias.
Mas essa estupidez hitlerista não a calou, o que reforça o direito internacional e expõe a necessidade urgente de acabar com o famigerado poder de veto, como defende o presidente brasileiro Lula, no Conselho de Segurança da ONU.
Antes tarde do que mais tarde, o Comitê Nobel reconheceu "A percepção fundamental de que uma paz duradoura deve ser construída sobre princípios jurídicos, e não sobre a vontade dos fortes ou um equilíbrio de poder frágil". É isso.


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