Impossibilitado legalmente de estampar propaganda de jogatina em seu uniforme, o Flamengo substituiu a publicidade nefasta pela frase estúpida, 'Proibir não é proteger'.
Com seu costumeiro ar de soberba, o presidente rubro negro já havia dito anteriormente que a medida provisória que proíbe o patrocínio das bets nos uniformes era um tiro no pé.
Do alto de sua empáfia, deve supor que é mais importante para o torcedor a saúde financeira do seu clube do coração, do que a segurança alimentar e social da família desse torcedor.
Ignora, certamente, os custos bancados pelo SUS com o tratamento de centenas de milhares de pessoas que procuraram atendimento médico a fim de livrar-se do flagelo da ludopatia que os leva à ruína.
Só essa insensibilidade social, demonstrada por dirigentes de clubes, pode explicar aquela frase torpe na camisa do atual campeão brasileiro, insensibilidade típica de uma elite escravocrata que não vê sentido em bem estar social. Lamentável!


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