Pouco mais de dois séculos após tornar-se nação independente, eis que o Brasil livra-se do prefixo 'sub', que o persegue durante sua existência.
Ao atingir o nível 0,80 de desenvolvimento humano(IDH/ ONU), o Brasil tornou-se o 84º em desenvolvimento, dentre 193 países, atingindo o nível de 'alto 'desenvolvimento humano.
E quando o nosso atual estágio sócio/ econômico é medido pelo IDHM(índice de desenvolvimento humano municipal) nosso salto é ainda mais significativo, atingindo 0,805(muito alto).
Desde que Lula voltou a governar(2023), saímos do Mapa da Fome, voltamos a figurar entre as 10 maiores economias do mundo e o número de pessoas sob o risco diário da insegurança alimentar caiu de 6%, para 0,6%.
Tudo isso quer dizer que, sob o atual governo, o acesso continuado à escolaridade; o aumento da expectativa de vida da população e a renda per capita atingiram patamares civilizados, justificando que nosso IDH chegasse pela primeira vez ao grau "alto".
Que não haja retrocessos são os nossos mais sinceros votos e voto(na urna dia 25), porém para que isto aconteça, não pode haver retrocesso em dois desses três fatores que medem a qualidade de vida de um povo: o acesso de todos e todas à escolaridade continuada, bem como uma remuneração minimamente decente ào conjunto da população economicamente ativa,algo que corre risco por propostas de extinção do ganho real do salário mínimo e escolaridade restringida através da obrigatoriedade do pagamento para se ter acesso a ela. Preocupante!.


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