A repórter da Globo News gagueja e chama o ato de campanha pró Lula, ora acontecendo em Copacabana(RJ), de "protesto".
O uso do cachimbo conservador que a emissora dá para seus funcionários, entortou a boca da moça muito cedo a ponto de atrapalhar-se diante da mobilização popular.
Assim como chusmas de antecessores, que chamaram as mobilizações populares usando palavras que pregavam o medo, a assustada repórter atrapalha-se, ainda hoje, com as palavras, ao defender aquilo que seu empregador defende desde a quartelada de 1964.
Jornalixo sem disfarces.


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