Instado pelo STF a apresentar um programa de enfrentamento às intempéries que virão junto com o El Niño, o governo federal apresentou seu plano.
O mesmo fez a Defesa Civil, demonstrando elevado senso de responsabilidade social e respeito ao papel que cumpre no auxílio à sociedade civil brasileira.
Infelizmente, o mesmo não se pode dizer dos estados e das capitais brasileiras, até aqui, salvo melhor juízo, alheios ao esforço preventivo contra as catástrofes que aquele fenômeno pode causar.
Cá no Pará, por exemplo, a governadora foi na contramão dessa preocupação, optando pelo eleitoreirismo vulgar ao investir-se no papel de super prefeita distribuindo asfalto no atacado por dezenas de municípios.
Segue, obviamente, as ordens de seu chefe político, um defensor ferrenho do agronegócio predador e para quem a cartilha neoliberal é a bíblia do desenvolventismo nefasto que vive de mãos dadas com a grilagem e garimpo ilegal, entre outras práticas infames. Lamentável!

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