Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

domingo, 5 de julho de 2026

A paranoia que virou real


A paranoia anti comunista ganhou força nos EUA logo após a morte de Franklin Delano Roosevelt, bem como a ascensão de seu vice Harry Truman, um fascista de dar inveja ao recém esquartejado 'Duce'.

Desde então, esse fantasma foi o maior suporte ideológico do conservadorismo, sustentado na indústria da alienação que despejou seu lixo pseudo cultural pelos quatro cantos do mundo e até hoje é hegemônico em certos países.

Nessa perspectiva, o discurso de Donald Trump, ontem, a quando dos 250 anos da passagem da independência das 13 colônias do domínio do império britânico, foi o mais pertinente já feito, nesses 81 anos da trajetória dessa assombração anti comunista.

De fato, a China atualmente lidera um bloco de países que não mais submetem-se bovinamente à ordem emanada do Plano Marshall, consolidando uma nova ordem mundial possível, em que o dólar, o comércio e o poderio militar estadunidense deixam paulatinamente de ser hegemônicos.

Portanto, o comunismo que assombra Trump é muito mais perigoso para o fascismo estadunidense do que aquele que embalava as atrocidades de Truman; hoje, o temor orquestrado e propagandeado artificialmente outrora, tornou-se a tendência do mundo e pode consolidar-se ainda no mandato desse que pode ser o derradeiro chefe dessa ordem carcomida e decadente. Que tal?

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