Jorge Paz Amorim

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Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

O rompimento


O vídeo gravado por Michele Bolsonaro rompendo com a campanha do enteado, e exibido pouco antes do jogo da seleção brasileira, ensejou várias especulações.
Quase todas essas vão na direção de uma possível troca de candidatura presidencial do PL, sai Flávio, tido internamente como inviável; e entra Michele, este o nome viável.
Pode ser, porém, seria um risco muito grande lançá-la contra Lula com este estando na presidência e tendo suas intenções de voto predominantemente pertencentes ao eleitorado feminino.
Sem ter a perspectiva de ampliar esse eleitorado para além da bolha evangélica, a senhora Bolsonaro correria o risco de ver pular fora do seu reduto o voto da macharada misógina, aumentando o risco de derrota.
Assim, a tendência é que Michele se eleja senadora pelo Distrito Federal, assista as derrotas de Flávio e Eduardo, depois do que se tornaria a opção pra 2030, enquanto os enteados amargariam o definhamento da marca 'Bozo'.
Tudo indica, então, que aqueles 27 minutos de gravação, justificando com a sutileza bolsonarista conhecida, que não apoiará o enteado/ desafeto pode significar que a provável perda em 2026 é a entrega dos anéis a fim de manter intactos os dedos para a eleição seguinte. Será?

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