Jorge Paz Amorim

Minha foto
Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Os mortos vivos


Quando o carniceiro(sob seu comando, o império britânico matou mais de 3 milhões de indianos), Winston Churchill, sentenciou que em uma guerra a primeira vítima é a verdade, sabia do que falava.

Nenhum império consolidou seu poderio letal expondo a verdade de seus atos, ao contrário: suas tiranias viveram(vivem) da degradação moral que lhes é inerente, mas que tentam impingir aos alvos de sua dominação.

Com efeito, estamos sob o impacto do mais tragicômico resultado desse legado farsesco, mais especificamente ocorrido no Irã, onde vários 'mártires' dessa fábrica sórdida "ressuscitam", como se estivéssemos em um filme de ficção.

Quem nos conta a respeito dessa fantasia sórdida é o respeitado jornalista Luiz Carlos Azenha, reportando-se sobre a morte de vários jovens vitimados pela repressão do governo iraniano, tudo orquestrado lá de dentro dos covis da CIA.

Azenha fala de alguns que "morreram" no noticiário ocidental, porém, seguem vivinhos da silva fazendo proselitismo sem nenhum pudor; fala, ainda, dos "mortos por procuração", nomes inventados e usando imagens de outros jovens que morreram longe dali.

Ou seja, a veracidade dos protestos, as mortes que ocorreram, tudo ganhou um verniz da mentira a partir de causas, como a  escassez de dólares na economia, provocada pelos EUA, até o famigerado clamor pela volta do Xá, sonho colonialista alimentado nessa farsa, pelo menos desmascarada bem antes do que outras mais nocivas.

Nenhum comentário: